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Câmara extingue recesso de julho

Plenário votou redação final nesta terça-feira, 14 de julho. (Foto: CMM/Edilberto Barros) 

A Câmara Municipal de Mossoró votou a redação final e concluiu, hoje (14), a votação do Projeto de Resolução (PRE) 09/2020, do vereador Petras Vinícius (DEM), que extingue o recesso de julho no Legislativo.

O plenário votou a redação final, porque o projeto foi alterado por emenda do vereador Alex Moacir (PP), que tornou a suspensão definitiva. De início, a suspensão se restringia a 2020 por causa da pandemia.

A primeira votação ocorreu dia 3 de junho. Com o fim do recesso, o plenário ganhou mais 15 dias úteis. O recesso seria na segunda quinzena de julho. Em 2019, já fora reduzido de um mês para 15 dias.

Segundo o vereador Petras, a decisão é marcante. “Sem dúvida, um momento histórico na Casa. E para o bem da sociedade, porque damos uma resposta de mais trabalho”, avalia.,

A mesma opinião tem o vereador Alex Moacir (PP). “É pertinente o plenário com mais dias de trabalho. É mais uma demanda da sociedade que a Câmara atende”, comenta.

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Deputado lança pré-candidatura a prefeito amanhã, 15 de julho.

O Deputado Estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) realizará evento virtual para lançar sua pré-candidatura a prefeito de Mossoró.

(Foto: publicação) 

O evento com slogan “Mossoró vai Mudar”, será transmitido através de suas redes sociais, a partir das 20h.

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Vereadores cobram promulgação de lei que suspende o desconto dos consignados

A bancada da oposição emitiu uma nota cobrando da presidência da Câmara Municipal a promulgação do projeto de lei de número 5/2020, que suspende os descontos de empréstimos consignados no contracheque dos servidores municipais, por pelo menos três meses, em meio à pandemia.

(Foto: publicação) 


A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) não sancionou, cabendo à presidente Izabel Montenegro (MDB) promulgá-la.

Veja a nota na íntegra:

Nós, VEREADORES DA OPOSIÇÃO, solicitamos a promulgação da Lei 5/2020, que suspende os descontos de empréstimos consignados no contracheque dos servidores municipais, aprovada na quarta-feira (27/05).⁣A suspensão da cobrança valerá, segundo a proposta, por três meses ou enquanto durar o estado de emergência por causa da covid-19, de que trata a Lei Federal 13.979, de 6 de fevereiro de 2020.⁣⁣

A lei foi aprovada no plenário e enviado para o Executivo, que perdeu o prazo para sancioná-lo ou vetá-lo. Com isso, caberá ao Legislativo promulgá-la.

Cobramos da Presidente da Câmara Municipal de Mossoró que promulgue o projeto atendendo aos servidores públicos municipais.

Vereadores Petras Vinícius (DEM), Ozaniel Mesquita (DEM), Raério Araújo (PSD), Alex do Frango (PV), Gilberto Diógenes (PT) e Genilson Alves (Pros).

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Deputado Nélter Queiroz quer mudar o nome da UERN. Será o ócio da Quarentena?

(Foto: publicação) 

O deputado estadual Nélter Queiroz (MDB), por certo sem ter muito o que fazer nesta quarentena, apresentou o projeto de Lei nº 183/2020, intentando mudar o nome da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Pelo projeto, a entidade passaria a se chamar Universidade Estadual Doutor Raimundo Soares.

 

A publicação saiu no Diário Oficial Eletrônico da Assembleia (DOE) na quinta-feira, 10 de julho.

 

O documento afirma que foi uma sugestão do Pe. João Medeiros, membro do Conselho Estadual de Educação.   

 

A justificativa é que Raimundo Soares de Souza, prefeito de Mossoró no período de 1963-1968, foi o fundador da universidade, e nada mais justo homenage-lo no ano de seu centenário.

 

O intento, por demais inoportuno, diga-se, pegou toda a comunidade, acadêmica e civil, de surpresa.     

 

Tudo isso feito na surdina, sem sequer consultar os membros da academia. É um absurdo”, disse um professor ao blog.

 

Em nota, assinada pelo reitor Pedro Fernandes e a vice-reitora Fátima Raquel, eles afirmaram que a instituição se consolidou através de uma coletividade, fruto do trabalho, abnegação e empenho de muitas pessoas, e que não cabe uma personificação.

 

Em cinquenta e um anos de atuação em favor da sociedade, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – Uern consolidou-se como patrimônio vivo do povo norte-rio-grandense, sendo uma construção coletiva, fruto do trabalho, abnegação e empenho de muitas pessoas”.

Entendemos que patrimônio social com esta envergadura não cabe numa personificação. Uma universidade construída há mais de meio século tem sua história carregada de nomes que, ao perfil de cada um, fazem parte do que ela é hoje, e que juntos estão presentes simbolicamente em tudo que representa o nome da Universidade“.

E mais: posicionaram-se contra a mudança de nome, apesar de reconhecer a importância de Raimundo Soares para a instituição.

Por isso defendemos a manutenção desta história e discordamos do Projeto de Lei 0183/2020, de autoria do deputado estadual Nelter Queiroz (MDB)”.

É inegável para a Uern a importância histórica do ex-prefeito de Mossoró (1963-1968), advogado Raimundo Soares de Souza, responsável pela assinatura da Lei Municipal 20/68 que implantou a URRN, nascedouro da nossa instituição…”.

Nota da Chris:

Como estamos falando de instituição acadêmica, uma corrente filosófica defende o ócio como pré-requisito para a produção intelectual, o chamado ócio criativo. Ocorre que nem sem sempre essa produção é positiva e edificante, vide o caso acima.

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Em entrevista, proprietário da Master produções e Eventos fala sobre a atuação do setor durante a pandemia

Eronildo Pereira (Foto: Waltemberg) 

O nosso entrevistado de hoje é o empresário Eronildo Pereira da Master Produções e Eventos.

Eronildo é daquelas pessoas que todos querem por perto: simples, reservado, educado, atencioso, competente, caridoso, amigo dos amigos, além de um empreendedor nato.

Como estamos atravessando um momento inesperado com a chegada da pandemia, o blog procurou Eronildo para saber como tem se comportado o setor de eventos com esse novo normal, vez que este é a área mais afetada, sem dúvida. Foi uma das primeiras a parar e será dos últimos a retornar. Entrevista esclarecedora e cheia de boas revelações.    

E, claro, como não poderia perder a oportunidade, aproveitamos para conhecer um pouco mais, pois Eronildo, apesar de trabalhar com eventos e manter contato com muitas pessoas, é bastante reservado.

Vamos lá…

– Eronildo, nessa Pandemia, o Setor de Eventos foi, sem dúvidas, um dos mais afetados. Foi o primeiro a parar e será um dos últimos a retornar.  O que ajudou ou foi feito pelo setor se segurar nesse momento?

EP- Realmente, o impacto da Pandemia no Setor de Eventos foi muito grande. Com a necessidade do isolamento social, todas as medidas  de restrição  atingiram diretamente o setor de Eventos.

Houve uma movimentação da Associação Brasileira de Produtores de Eventos (ABRAP) e da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC). Elas trabalharam juntas em busca de encontrar um direcionamento para a sustentabilidade do setor. Foi criada a MP948/20 para incentivar o adiamento dos eventos e não o cancelamento e a MP 936/20 que incentiva a suspensão de contratos como forma de manter o quadro de funcionários das empresas.

– De onde estão vindo as ajudas? Ou até agora não olharam pro setor?

EP- O apoio está vindo das Associações, do Sebrae, do Governo Federal, através do Pronamp e do Auxilio emergencial para os profissionais liberais e dos grupos locais de profissionais da área que estão se mobilizando para buscar recursos dos governos municipais, estaduais e federais. Também foi criada a Lei Aldir Blanc que vai trazer benefícios para os artistas.

– Na sua visão de administrador, acha que poderia ter sido feito mais; e/ou o que ainda pode ser feito?

EP- Faltou um pouco mais de “sensibilidade” do governo no sentido de reduzir ou até isentar os impostos para nesse momento manter a sustentabilidade das empresas, que sem eventos não têm receita. Também sinto a necessidade de maior proximidade do poder publico com os profissionais da área no sentido de compreender o que está acontecendo e entender as necessidades a curto, médio e longo prazo.

– Quais as perspectivas do setor para o pós-pandemia?

EP- Será um desafio recuperar a confiança das pessoas no sentido que o mercado ficará bem mais exigente com a relação à segurança sanitária dos espaços de festas. O nosso setor também enfrentará grandes desafios econômicos, tendo em vista à fragilidade financeira a que fomos submetidos, durante esse longo período de pandemia. Mas, acreditamos que devido ao grande  número de sonhos adiados, 2021 será um ano de muito trabalho e um grande número de eventos realizados.

– Qual a importância do setor de eventos no meio social?

EP- É um setor de muita relevância, movimenta anualmente 210 bilhões de reais e traz milhões de empregos formais e informais para o nosso país, contribuindo com a distribuição de renda e gerando um grande volume de negócios.

– Agora vamos falar um pouco de Master. Qual foi a postura adotada pela empresa para enfrentamento da pandemia/quais os eventos realizados?

EP- A primeira postura da Master foi respeitar e aceitar o que está acontecendo. Aproveitamos esse tempo para buscar novos conhecimentos, capacitação e qualificação técnica, rever processos, posturas, revisar o nosso trabalho, pensar no que podemos melhorar com tudo isso para viver esse momento da forma mais produtiva que pudermos. Depois, criamos estratégias para permanecer com o nosso quadro de funcionários, permanecer em dia com nossos fornecedores e parceiros e principalmente entender e atender as novas necessidades dos nossos clientes. Nesse momento temos realizado eventos “boutique” que se destaca pelo nível de sofisticação, “jantares românticos” e pequenas comemorações em família, mas tudo isso com o mesmo capricho dos grandes eventos.

– Os clientes já devem procurar a Master para planejamento de eventos para o próximo ano?

EP- SIM!  Podem e devem sim,  buscar esse atendimento, tendo em vista que existe a necessidade de uma programação  bem planejada para a organização  de cada evento.  Os sonhos foram adiados, mas todos os dias estamos buscando novas formas de oferecer um melhor atendimento, seja através de reuniões “on line” ou através de reuniões presenciais, mantendo sempre todos os cuidados necessários de acordo com as orientações da OMS.

– A Master, através de licitação, passou a administrar o “Parque da Criança. Por que vocês resolveram abraçar o Parque? Era um sonho antigo? Enfrentou alguma dificuldade em administrar o espaço?

EP- Nós (Eu e Liane) tínhamos um sonho de trazer algo grandioso para Mossoró, um espaço de entretenimento onde as famílias pudessem usufruir de forma leve, se divertindo e vivendo momentos muito especiais. Sonhávamos com um parque temático que fosse motivo de orgulho para nossa cidade. Quando apareceu a oportunidade, abraçamos. A nossa maior dificuldade é cultural, a falta do hábito das pessoas frequentarem o parque durante a semana.

– Vamos entender como você chegou até aqui… Antes de abrir a Master produções e eventos, em que você trabalhava?

EP- Meu primeiro trabalho foi no Armazém Vitória, era uma loja de atacado e varejo e eu exercia a função de vendedor. Meu Patrão era Ivo Lopes de Oliveira (in memorian), um grande homem que  despertava o meu respeito e a minha profunda admiração. Em seguida, trabalhei no setor comercial da Fábrica de Alumínio Fortex, viajava mensalmente por quatro estados, tinha bons rendimentos, mas vivia longe da família e não tinha qualidade de vida. A Master surgiu devido à experiência de trabalho no ramo de eventos da minha irmã, Socorro do Requinte Buffet.

– Seu trabalho era bem diferente do que o que você desenvolve hoje. Houve alguma resistência para entrar no ramo e quando foi que você passou a se envolver, efetivamente, com eventos?

EP- Sim, minhas experiências anteriores eram diferentes da minha atividade de hoje. Mas, eu sempre estava próximo da  minha irmã,  ajudando nos eventos, dando – lhe um suporte. No princípio tive uma certa resistência porque eu precisava encontrar um propósito para assumir essa nova escolha. Foi quando eu entendi a importância e a necessidade da realização de eventos para a nossa economia, para a geração de empregos. Um evento reúne pessoas queridas, traz saúde, bem estar e felicidade para todos os envolvidos, realiza sonhos, gera emprego e renda e ainda envolve uma centena de empresas e profissionais. É uma gigante corrente do bem.

– Dá pra ver que você nasceu para o ramo. Como uma pessoa que entende tanto de eventos teve tanta resistência em entrar na área?  

EP- Minha maior dificuldade era observar um objetivo de forma clara e entender a utilidade dessa atividade no progresso e bem estar da humanidade, quando isso passou a fazer sentido, tudo ficou prazeroso e desafiador.

– Você realiza um trabalho social na cidade. Como é desenvolver um trabalho na periferia e ao mesmo tempo trabalhar com o luxo?

EP- São realidades bem diferentes e necessidades  distintas. Na  periferia a gente visualiza as necessidades mais básicas, de alimentos, medicamentos, a necessidade de um trabalho, de acolhimento e de empatia. Nos eventos que a gente realiza as necessidades são outras, associar pessoas, celebrar a vida, comemorar conquistas e viver grandes realizações. Mas são duas atividades que pra mim são muito prazerosas. Sinto que as duas me fazem muito bem e percebo que a necessidade de me colocar no lugar do outro se impõe nos mais diferentes  contextos.

– Qual sua visão desse momento que o mundo atravessa, acha que a humanidade se tornará melhor ou voltará com os mesmos vícios de sempre?

EP- Acredito que a humanidade está em processo de evolução, a mudança é difícil, mas as melhorias acontecem quando cada um toma pra si a responsabilidade e faz a parte que lhe cabe, e agindo assim, o mundo vai se tornando um lugar melhor, porque existem melhores pessoas, tentando encontrar a melhor forma de fazer pequenas e grandes coisas.

– Como é sua relação hoje com o seu trabalho? Alcançou aquele sonho de trabalhar no que gosta, ou tem dias que pensa em dar uma guinada profissional?

EP- Eu amo muito o que eu faço. Gerir eventos me traz uma enorme sensação de felicidade; é tudo feito com muita preparação e dedicação, e eu sonho em trazer para a nossa cidade eventos cada vez maiores e melhores, e  estou sempre atento às oportunidades.

– Quais próximos sonhos/desejos pretende realizar?  E há algum que, apesar de você querer, acha difícil realizar?

EP- Um dos meus grandes sonhos é proporcionar à cidade de Mossoró um Grande Espaço de Eventos… Sei que é um sonho possível de realizar, mas exige muito trabalho, dedicação e visão empreendedora. Eu não tenho medo de desafios. Tenho uma companheira competente, empreendedora, corajosa que me apoia, me estimula e não  tenho dúvidas de que o sonho que sonhamos juntos vira sempre realidade.

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MPRN, MPF/RN e MPT acionam Prefeitura de Natal contra reabertura do comércio

(Foto: publicação) 

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), o Ministério Público Federal no RN (MPF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT/RN) ingressaram com uma ação civil pública (ACP) contrária à retomada das atividades econômicas adotada pela Prefeitura do Natal no último dia 30 de junho e ampliada em 7 de julho.

Na capital potiguar, já foi permitida a reabertura de vários setores não essenciais, mesmo com sistema de saúde lotado e sem perspectivas quanto ao fim da pandemia.

A ação inclui um pedido liminar e cobra que se retomem as medidas de isolamento social vigentes até 29 de junho, só devendo a prefeitura adotar o chamado Plano de Retomada Gradual da Atividade Econômica quando forem observados os seguintes critérios: ocupação abaixo de 70% dos leitos de UTI dedicados ao tratamento da covid e taxa de transmissibilidade (média de pessoas infectadas por quem possui o vírus) inferior a 1 e se mantendo em queda sustentada. Essa redução deve ser atestada pelos comitês da Fiocruz, Consórcio Nordeste e Mosaic UFRN.

A liminar requer a apresentação, no prazo de 24 horas, da justificativa técnica – “embasada em evidências científicas e análises sobre as informações estratégicas em saúde” – que subsidiou a decisão de retomada das atividades econômicas no último dia 30 e sua ampliação no dia 7.

Nota da Chris:

O MPRN, o MPF e o MPT deveriam entrar com ações contra pelos menos uns 40 municípios pelo RN, onde a situação é igualmente crítica e tudo segue abrindo, com é o caso de Mossoró, Pau dos Ferros, Assu, Parnamirim, Ceará Mirim, Apodi, Caicó…

No momento é preciso cautela. Nosso sistema de saúde dá sinais de que não suporta a demanda.     

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Eleições em Patu: prefeito consegue apoio importante para seu projeto de reeleição

Rivelino Câmara (Foto: publicação)  

Na terra do Santuário de Nossa dos Impossíveis, o prefeito Rivelino Câmara (MDB) e o vice-prefeito Gilberto Moura (MDB) conseguiram um reforço de densidade eleitoral incontestável para o projeto de reeleição, pois são declaradamente pré-candidatos à reeleição.

Trata-se da adesão ao grupo, que tem como liderança maior o médico e ex-prefeito Ednardo Benigno de Moura (MDB), do grupo liderado pelo ex-prefeito Possidônio Queiroga da Silva Neto, o “Popó”. Junto com o ex-alcaide patuense vieram também os filhos Thiago Queiroga Solano Vale (atualmente vereador), Thácio Queiroga Solano Vale (ex-vereador e ex-candidato a prefeito de Patu) e várias lideranças.

Ao grupo da situação já havia se juntado a vereadora Roberta Nunes, que em 2016 foi eleita pela oposição. O prefeito Rivelino, aliás, detém maioria favorável e tranquila na Câmara Municipal patuense, pois dos nove vereadores, a sua bancada, liderada pelo vereador Suetônio Moura, conta com sete, estando entre estes a atual presidente do Poder Legislativo municipal, a vereadora Lucélia Ribeiro (MDB).

Rivelino e Gilberto têm ainda o apoio da ex-prefeita Evilásia Gildênia de Oliveira.

Na oposição, a atual vereadora Ana Karla Figueiredo Tavares, ou “Kaká de Bodim”, anunciou a sua pré-candidatura a prefeito, sem ter anunciado até agora quem seria o pré-candidato a vice-prefeito. Kaká tenta trazer de volta ao comando do Executivo patuense um representante da família Tavares, que até o início dos anos 80 do século passado tiveram vários prefeitos eleitos em sequência no Município de Patu.

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Prefeitura segue massacrando funcionários terceirizados

(Foto: publicação) 

A prefeitura Municipal de Mossoró atrasa novamente pagamento de terceirizados.

Desta vez já são dois meses em aberto, maio e Junho.

Segundo um contratado que procurou o blog, a empresa Athos ganha todos os meses o que chamam de “Contrato Emergencial” da secretaria de Desenvolvimento Social, comandada pela filha da prefeita, a estilista Lorena Ciarlini, e informa aos funcionários que a prefeitura não tem efetuado os repasses para pagamento das folhas.

E bom que se diga que os funcionários estão trabalhando normalmente.

Nossa situação é muito difícil. Estamos sem salário e sem o Auxilio emergencial”, disse.

Nota da Chris:

Esse é o jeito de administrar de quem fez, faz e sabe fazer.

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Aparelhos de raios-x continuam daquele jeito…

(Foto: publicação)

A situação dos aparelhos de raios-x do PAM do Bom Jardim e da UPA do Belo Horizonte continua na mesma, ou seja, os equipamentos continuam parados, pois estão quebrados.

Esse problema já foi relatado pelo blog em maio de 2019, e de lá pra cá nada mudou.

Em plena pandemia, aparelhos de saúde importantíssimos como são os de raios-x quebrados, sem uso? É um absurdo!

Falta de recurso não é. A prefeitura recebeu recursos do governo federal justamente para investir na área da saúde. Por que não faz?  

Isso é só um dos motivos que justifica a intenção dos vereadores de fiscalizar a aplicação dos recursos recebidos. 

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Eventos em tempo de pandemia: analisando a nova conjuntura

Eronildo Pereira (Foto: Waltemberg) 

Acabou o mistério… o nosso entrevistado do sábado, 11 de julho, é o empresário do ramo de eventos, Eronildo Pereira, mais conhecido por Eronildo da Master.

O bate-papo foi dos melhores, desde o spolleir até o recebimento da entrevista.

O assunto principal foi o setor de eventos, dificuldades, incentivos, analisando a atual conjuntura. Como sua empresa a Master Produções e Eventos tem enfrentado e atuado em meio à pandemia.

Eronildo ainda falou sobre a Casa do Caminho, caridade, os planos e expectativas pós-pandemia, entre outros.

Aguardem! 

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