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Samba do Arnesto

Por Paulo Linhares

O Arnesto nos convidô prum samba, ele mora no Brás/ Nóis fumo e não encontremos ninguém/ Nóis vortemo cuma baita duma reiva/ Da outra veiz nóis num vai mais/ Nóis não semos tatu!” Estes versos de Adoniran Barbosa, remetem a uma reflexão sobre os fatores que fizeram Ernesto Fonseca de Araújo, um maluco nada beleza, assumir o comando do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, no governo Bolsonaro.

Diplomata de carreira, Araújo foi sempre tido por seus pares como uma figura exótica, sobretudo, por suas atitudes contraditórias que vão da aceitação de desmedida de posturas ultra direitistas à defesa de Dilma Rousseff, não na condição de presidente da República, mas, na sua atuação de combatente contra a ditadura militar de 1964. E neste caso, para manter uma sinecura na embaixada brasileira em Washington.

Mesmo alçado ao posto máximo da carreira diplomática – o de embaixador – Araújo jamais comandou os interesses do Brasil no exterior, sobretudo, as legações situadas em países mais importantes: o famoso “circuito Elisabeth Arden” (Washington-Londres-Paris-Roma). Nem pensar: seria complicadíssimo que Ernesto viesse representar o Brasil, na condição de embaixador, até de  postos diplomáticos brasileiras menos glamourosos mantidos noutros países.

Eleito presidente, Bolsonaro quis mimar o círculo mais empedernidamente crescente do seu ideário direitista no governo, sob os auspícios da “nova política”. Para tanto, escolheu dois dos discípulos do malcriado astrólogo Olavo de Carvalho como ministros de pastas importantes: Ernesto Araújo, para as Relações Exteriores, e o colombiano Ricardo Vélez, para o Ministério da Educação. Essas escolhas causaram não apenas enorme espanto, mas, se transformaram em fontes de  graves e intermináveis crises políticas.

Aliás, isto sem falar que o cenário da política brasileira se tornou mais carregado com a desnecessária desavença aberta pelo próprio Bolsonaro contra o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, onde tem rolado um forte estresse, com farpas duríssimas de lado a lado. Um verdadeiro ninho de canção, onde ninguém se entende.

No plano externo, passado o triste episódio do beija-mão que Bolsonaro fez com Donald Trump, o próximo destino do presidente brasileiro será Israel. É previsível um rosário de gafes e, sobretudo, o recrudescimento de uma séria crise diplomática com os países de Liga Árabe que poderá trazer prejuízos econômicos imponderáveis para o agronegócio do Brasil. O presidente e seu ministro das relações exteriores resolveram literalmente “cutucar o cão com vara curta”.

Primeiro, quando dão à política exterior brasileira um forte marcador ideológico, na medida em que são nossos parceiros preferenciais aqueles países que, atualmente, têm governo de direita ou de extrema direita. Errado os interesses comerciais e de cooperação em diversos domínios devem balizar as relações internacionais. Segundo, por desprezar parceiros comerciais importantíssimos como os endinheirados países árabes e a grande potência econômica mundial que é a China. No atual momento difícil por que passa a economia brasileira, essa postura pode ser tida, no mínimo, irresponsável, equivocada e contrária aos interesses nacionais. Imitar Trump na condução da política externa brasileira é uma estupidez sem tamanho.

O ministro Ernesto Araújo, superou todas as expectativas ao afirmar, recentemente, que em 31 de março de 1964 não houve um golpe militar, que não considera que tenha havido um “golpe” no país em 1964. Segundo ele, o que houve na ocasião foi um “movimento necessário” para que o país não se tornasse uma “ditadura”, declaração de Araújo que foi dada em audiência na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados: “Vossa Excelência me perguntava se eu considero 1964 um golpe. Eu não considero um golpe. Considero que foi um movimento necessário para que o Brasil não se tornasse uma ditadura. Não tenho a menor dúvida disso. Essa é minha leitura da história”. Coisa de doido, isto sim, essa interpretação.

Certamente, o conjunto dos diplomatas brasileiros, que não é composto de petistas ou assemelhados, convive mal com o atual chanceler brasileiro e suas imponderáveis invectivas. Ora, um dos grandes legados da diplomacia brasileira, sob inspiração do Barão do Rio Branco, tem sido a eficiência e a discrição, para quem “um diplomata não serve a um regime e sim ao seu país”. Lição esta não assimilada o chanceler ‘Arnesto’.Assim, Ernesto Araújo, à frente do Ministério das Relações Exteriores, tem feito tudo para desprezar essa boa herança de Rio Branco e a tradição de eficiência da diplomacia brasileira ao promover, à sombra do belíssimo Palácio do Itamaraty, um autêntico “samba de criolo doido”,  aumentando mais ainda as dificuldades que enfrenta o não menos confuso e autoconflituoso governo Bolsonaro.

Pior do que a negação do golpe de 1964, só a afirmativa que fez publicamente em que disse  serem o nazismo e o fascismo resultados de “fenômenos de esquerda”. Enérgumeno até não mais poder, o chanceler de lata – versão empobrecida do “Chanceler de Ferro”, como ficou conhecido o Marechal Otto von Bismarck – talvez tenha antecipado, com esse raciocínio, a chave para interpretação dos historiadores do futuro sobre a presidência de Bolsonaro: se Hitler e Mussolini eram de esquerda, só falta culpar o PT pelo desastre em que poderá transformar-se o atual governo do capitão e seus miquinhos amestrados.

Prefiro as lições de historiadores do porte de Richard J. Evans, na sua obra “A chegada do terceiro reich”, que mostra o perfil ideológico de Hittler nas profundas de extrema-direita. E Evans não é petista, mas, festejado professor da University of Cambridge, Inglaterra. Mesmo porque, “Nóis não semos tatu!”

Paulo Linhares é professor e advogado

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Recuperação da malha viária

(Foto: blog do Carlos Santos/ publicação)

A prefeitura de Mossoró, em nota oficial, anunciou para esta segunda, 1º de abril (Dia da Mentira), o início da recuperação da malha viária da cidade. O dia chegou, vamos acompanhar e cobrar.

Segundo a PMM, o recapeamento começará pelas ruas e avenidas de maior fluxo, o que beneficia a população de diversas localidades de Mossoró. Sei…

Nada a mostrar

O valor que foi anunciado para recuperação de ruas e avenidas em Mossoró não dará nem para o começo. A cidade está uma buraqueira só, quase intransitável. Fato. E não venham com a desculpa das chuvas, tem buracos que já são de “estimação” da municipalidade, e estão e permanecem onde sempre estiveram mesmo antes do período chuvoso.  

Essa cobrança pela recuperação das ruas e avenidas de nossa cidade é recorrente, não é de hoje. O que parece é que os ecos das redes sociais, aliados aos resultados das urnas das últimas eleições, ainda não atravessaram os muros do palácio da Resistência. É muita confiança em ter uma cidade e seu povo dominado, para pouco serviço prestado e mostrado a população de Mossoró.

Mais problemas

Praça de Convivência às escuras (Foto: publicação)

À buraqueira, soma-se a escuridão que toma conta das ruas, avenidas e até de equipamentos públicos considerados pontos turísticos da cidade. A cidade está às escuras.

Ruas e avenidas cheias de buracos na mais completa escuridão, imaginem o caos. Um verdadeiro espetáculo de desleixo com a coisa pública.

Minha Mossoró, o que estão fazendo com você… ?????”     

Assembleia homenageia Ministério Público  

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, no próximo dia 10 de abril, vai homenagear os 50 anos da Associação do Ministério Público do RN (AMPERN). A solenidade, marcada para acontecer às 9h, irá reconhecer o trabalho de 10 membros da instituição.

“Neste dia iremos ressaltar o trabalho destes promotores e procuradores que defendem os interesses do Ministério Público através da Ampern, uma associação que merece todo o nosso respeito”, justifica o presidente da Casa e autor da proposição, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

Fundada em 10 de abril de 1969, a AMPERN congrega os promotores e procuradores de Justiça, ativos e inativos, além de pensionistas e membros do Ministério Público do Estado.

Paulo Leão

Paulo Leão (Foto: publicação)

Entre os homenageados estará o procurador aposentado, Paulo Roberto Dantas de Souza Leão, que já presidiu a Ampern em dois biênios, 1997/1998 e 1999/2000.

Dr, Paulo Leão é um velho conhecido dos mossoroenses. Ele já residiu em Mossoró, tendo lecionado na Universidade do Estado do Rio Grande (UERN), à época FURRN, de outubro de 1987 a dezembro de 1993; trabalhou no Ministério Público como promotor de Justiça, sempre atuando na área criminal, de março de 1988 a dezembro de 1993, quando seguiu para a capital.

Currículo caudaloso

Ao longo de sua carreira no MP, Paulo Leão foi procurador, procurador Geral (2001/2003), Corregedor Geral, Presidente da Ampern e coordenador de diversos Caop’s (Meio Ambiente, Patrimônio Público e Júri). Hoje é advogado, professor e coordenador geral do curso de Direito da UFRN. Então, homenagem mais que merecida, diga-se.

Ao dr. Paulo Leão todo nosso respeito e admiração. Sucesso, meu caro.

Partido Novo

Gabriel Barcellos (Foto: publicação)

O partido Novo realiza, na próxima quarta-feira (03), mais uma rodada de palestra para os simpatizantes e curiosos conhecerem um pouco mais da ideologia e diretrizes do partido. Desta vez, o evento terá como convidado especial, o diretor Comercial do Hotel Thermas e já integrante do partido na cidade, Gabriel Barcelos, que falará sobre o “Turismo como fonte de emprego e renda em Mossoró”.

O evento está marcado parta começar às 19h, é gratuito e aberto ao público.    

“make B”

(Fotos: Eduardo Kennedy)

Na última terça-feira (26), o salão no Garbos Hotel esteve lotado. A façanha foi da franquia O Botícário, juntamente com a concessionária Volkswagen, que realizaram o evento make B e trouxeram a Mossoró o maquiador e consultor de maquiagem da marca o Boticário, o todo competente Sadi Consati, para um talk show.

Sadi agradou por demais o público presente (mulheres da cidade e profissionais de beleza) tanto pelas muitas dicas para se fazer uma boa e perfeita maquiagem, adequando ao seu tom de pele, quanto pela sua simpatia, acessibilidade, humildade… Sem dúvidas, um baita profissional.

Parabéns aos organizadores pela iniciativa do evento. Que venham outros…

Playlist

Entre os lançamentos da semana estão as músicas e discos: “De Graça e de Glória” (Péricles); “Ela Diz Que Me Ama” (Roberta Sá/Gilberto Gil/Jorge Ben); “Nós Dois” (Dorgival Dantas/Xand Avião), “Cansei de Ilusões” (nana Caymmi); “Mi Persona Favorita” (Alejandro Sanz), “Minha Cabeça” (Clarisse Falcão), e “50 Vezes” (Sorriso Maroto/Dilsinho).  

Atualize-se.

Máximas e Mínimas

“Paremos de indagar o que o futuro nos reserva e recebamos como um presente o que quer que nos traga o dia de hoje”. (Heráclito)

SOBREMESA

Parabéns- Sábado (30) foi dia de abraços e desejos de felicidades para os amigos Paulo de Tarso Santiago, Thurbay Rodrigues, Argolante Lopes e Maia Pinto. O domingo amanheceu mais alegre para Mariana Conrado, Jorge de Castro, Naide Bessa, Vanessa Sousa, Ângela Gadelha e Rosana Viegas. A segunda (1º) é dia de abraços e desejos de felicidades para a Janete Vale, o primo Paulo Augusto Michalsky Alves, Sérgio Chaves, Rossivânia Gomes, Givanildo Silva e Lucenir Ferreira que amanheceram de idade nova. Parabéns, saúde e paz, amigos!  

Leitores/amigos- Agradecemos à leitura deste blog a Paulo Souza Leão   e Antônio Capistrano.   

Trilha Sonora- Este post foi escrito ao som do pianista, cantor, compositor e produtor britânico, Elton John.  

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Equinócio irredento

(Foto: publicação)

Por Paulo Afonso Linhares

             Na sabedoria dos camponeses nordestinos, o dia 19 de março em que homenageiam São José, o pai mortal de Jesus, é balizador decisivo para boa estação chuvosa e, por consequência, boas colheitas. A sabedoria popular, todavia, não é desprovida de cientificidade. O equinócio de outono, acompanhado do fenômeno da superlua, ocorreu neste 20 de março de 2019. Se chuvas ocorrem nesse dia, há uma infalível certeza de ‘bom inverno’.

            Desta feita, mal vencido o equinócio de 2019, eis que a Polícia Federal faz cumprir, em São Paulo, mandados de prisão preventiva, expedidos pelo juiz Marcelo Bretas (aquele do olhinho baixo…), do ex-presidente Michel Temer e do ex-ministro Wellington Moreira Franco, este também conhecido no submundo da corrupção como “Gato Angorá”.

            Claro, municiado de informações privilegiadas, o cartel da mídia brasileira revelou, finalmente, as personagens que faltavam nessa ópera bufa cuja cena única era, até agora, a daquele velhinho barbudo, com nome  de intragável crustáceo, que, de rigor, nem deveria estar ali.

            Enfim, cenas de uma prisão anunciada: o chefe da quadrilha do MDB vai para o xilindró. Nada a comemorar, mesmo porque tais prisões são apenas de caráter preventivo, sem qualquer culpa formada relativamente aos presos. As repercussões midiáticas  parecem evidentes, no Brasil e no mundo. De repente, aquele juiz de olhinho à Ceveró passa a ocupar o lugar que há bem pouco tempo era do draconiano juiz Sérgio Moro, hoje envergonhado ministro da justiça do capitão Bolsonaro.

             Afinal, desde que essa desavergonhada república existe, apenas dois ex-presidentes foram, com ou sem razão encarcerados, como criminosos comuns: Lula, sob o tacão do juiz Moro, e Temer, por decisão do juiz Marcelo Bretas. Sequiosa de ancestral vingança,  brasileiros de classes sociais diversas  exultam. Claro, jamais imaginam como age essa máquina judiciária que, atendendo às pautas de um empoderado ministério público, que pretendem, em conjunto, fazer um redesenho do Brasil que contemple unicamente a sua hegemonia.

            O que poucos imaginavam é que, entre a “cutucada e a imediatidade do ‘êpa!”, o desembargador federal Antonio Ivan Athié, do Tribunal Federal da 2ª Região, abrisse a ‘ gaiola’ para libertar Temer, Gato Angorá  e mais outros cinco presos envolvidos na mesma investigação. Sem entrar no mérito das ‘virtudes’ judicantes do desembargador Atihé, inclusive, vários processos em que foi envolvido na condição de réu, aliás, brilhantemente absolvido em todos eles, sua decisão foi juridicamente irretorquível; julgou corretamente em se tratando de umas prisões preventivas inspiradas não nos requisitos legais incrustados no remendadíssimo Código de Processo Penal, mas, nas motivações midiáticas do juiz Bretas e dos membros da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro.

            Com efeito, no aprofundamento da democracia, tais  ‘efeitos de demonstração’ se tornam inevitáveis. Ninguém estaria acima da lei. Assim, sejam quais forem os propósitos dessa guerra surda contra o dragão da maldade da corrupção, a exultante expectativa é a de que a “velha política” seja derrotada. Será? Parece que não: a armação dos procuradores da República para arrancar 2,5 bilhões de reais da Petrobras para criar uma “Fundação Lava Jato” de cunho  privado fez cair uma pesada e não menos suspeito véu. A ação vigilante da imprensa e das redes sociais evitou fosse concretizada a ministerial falcatrua que, aliás, mereceu até o repúdio de dona Raquel Dodge, procuradora-geral da República do Brasil, que ajuizou uma ação no STF contra isso.

            O episódio mostra as vísceras de um velho costume político brasileiro: corruptos são sempre os outros; do outro lado, somente anjos vingadores que cumprem a lei e desejam esvurmar os bulbos infectos da ‘peste vermelha’ que teria assolado o país. Balela, avassaladora hipocrisia política praticada à sombra das instituições democráticas e republicanas que avultam do seio da Constituição, em que a busca da sobrelevação dos interesses populares que traduzem, no máximo, os apetites insaciáveis das corporações que dominam a máquina burocrática do Estado, no Ministério Público, no Judiciário, no aparato de segurança e mesmo nalgumas ‘manchas’ conservadoras do Congresso Nacional. Tudo a muitos anos-luz da ideia-força de radicalização da democracia imaginada por Rosa Luxemburgo.

            Com efeito, escarafunchar o passado é fácil; difícil é conviver com o presente e antecipar o futuro. O desiderato, agora, é adular os patrões da Wall Street, a CIA, as insanos arreganhos de Washington e de seu atual contestável Donald Trump, afinal, essas coisas de liberdade, inclusive, a de imprensa, de autonomia e harmonia dos poderes do Estado, o equilíbrio  federativo, são, nos dias que correm, apenas anacrônicos delírios dos “pais fundadores” da pátria  norte-americana que serviram de inspiração a outros povos do mundo, inclusive, o brasileiro.

Esses valores, diante da ressaca conservadora e de fortes pendores autoritários, não passam de frágeis velas ao vento – “candles in the Wind” – que ameaçam o legado das luzes e podem fazer  com que estes trópicos confusos afundem numa nova era de desalento e escuridão.

            Afinal, cá para estas bandas, o presidente Bolsonaro já decidiu que ao menos os quartéis, “que nos ensinam antigas lições”, como dizia o poeta Vandré em tempos idos e de triste memória, devem comemorar com ardor o aniversário de 55 anos do ‘movimento’ cívico- militar de 31 de março de 1964. Ocorrendo isso, tantos brasileiros torturados, mortos e ‘desaparecidos’ sob o tacão do regime militar, jamais poderão dizer “presente”, varridos que estarão sendo para debaixo do perverso tapete da História.

Contudo, estaremos vigilantes. Ave, Anatália de Melo Alves!

Paulo Linhares é professor e advogado. 

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Caso Marielle: acusados estão em Mossoró

Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram transferidos na quinta-feira (28). (Foto: reprodução/TV Globo)

Do G1 Rio

O sargento reformado Ronnie Lessa e ex-PM Élcio Vieira de Queiroz, acusados de executar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, foram transferidos na quinta-feira (28) do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio, para o presídio de segurança máxima de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

 

A informação foi confirmada pela Secretaria de Administração Penitenciária do Rio (Seap).

 

O crime foi em 14 de março do ano passado. Presos preventivamente, Lessa e Anderson são réus e responderão à ação penal por duplo homicídio triplamente qualificado.

 

Ao aceitar a denúncia do Ministério Público, o juiz Gustavo Kalil, do 4º Tribunal do Júri do Rio, autorizou em caráter urgente e provisório o pedido de transferência dos acusados para penitenciária federal de segurança máxima.

A unidade foi definida pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

 

Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz negam qualquer envolvimento nas mortes de Marielle e Anderson.

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Programa Vida Rural estreia na TCM no próximo domingo (31)

(Foto: publicação)

O programa é semanal e levará ao telespectador as informações sobre assuntos ligados à atividade no campo e suas ramificações. Vai ao ar aos domingos, às 9h30, com reprise aos sábados, às 8h30, no Canal 10 TCM HD da TCM Telecom. A estreia acontece neste domingo, dia 31.

O programa é estruturado em quadros informativos e reportagens com a proposta de mostrar o trabalho do pequeno, médio e grande produtor rural, o desempenho e as dificuldades do homem do campo, na agricultura e na pecuária, procurando auxiliá-lo com dicas e pesquisas sobre produção de alimentos, criação animal, agroindústria, comercialização de produtos e a aplicabilidade de novas tecnologias para o setor.

O programa também vai acompanhar o calendário de eventos, com a divulgação de feiras, festas e exposições em todo o estado do Rio Grande do Norte.

Quem apresentará o Vida Rural é a jornalista Ana Clara Oliveira. A reportagem será de Rafael Irineu. “O Vida Rural vai contar as histórias, as curiosidades, as crenças, os costumes, a culinária e o modo de vida desse povo nobre e bravo do sertão”, explica Zenóbio Oliveira, idealizador e diretor do programa.       

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Inimigos íntimos

(Foto: publicação)

Por Paulo Afonso Linhares

A avassaladora e inesperada performance de Jair Bolsonaro na eleição presidencial de 2018 deu inicialmente a impressão de que se formara um novo consenso à direita, estribado na formidável montanha de 57.797.847 votos garantidores de vigorosa legitimidade. Obviamente que uma série de manobras bem sucedidas que envolvia uma aliança composta pela plutocracia financeiro-industrial, pelo baronato da grande imprensa e por setores da grande máquina estatal do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal, além de bem articuladas bancadas temáticas conservadoras do Congresso Nacional, as bancadas BBB (os três “b”: bancadas da Bíblia, do Boi e da Bala), poderia derrotar   a “organização criminosa petista” que governava o Brasil desde o ano de 2003.

Para conseguir esse desiderato, era imprescindível interromper o governo legal e legitimado pelo voto da então presidente da República Dilma Rousseff. Uma extenso e bem montado processo de impedimento foi iniciado. Embora sem a configuração dos requisitos constitucionais para o impeachment da então inquilina do Palácio do Planalto, elencado no artigo 85 da Carta de 1988, todas as etapas foram cumpridas e que redundaram, à final, na deposição da mandatária petista. Uma bem urdida manobra judiciaria-parlamentar consumou inequívoca e nova forma de golpe de Estado: tudo formalmente nos marcos institucionais vigentes, sem um tiro ou uma gota de sangue derramado. Foi como tomar um vermelhíssimo pirulito de desalentada criança.

As próprias vítimas, os petistas, ingenuamente findaram como avalistas da patranha que os apeou do poder federal, ao acreditar que seria possível lutar e vencer nos marcos jurídicos-processuais da institucionalidade. Satanizados pela Globo e seus aliados, os tais “lulopetistas” se transformaram na quintessência da corrupção.  Não importava os corruptos do PMDB, do governo Temer, do PSDB, do PP ou do PTB. O PT, passou a ser o culpado por todos os desmandos e desacertos da República. Mais ou menos como ocorre naqueles romances policiais em que o mordomo é sempre o culpado pelo crime: o PT, mordomo do governo e jamais do poder, passou a ser tido como vilão de todos os malfeitos deste país.

Na sadia vivência republicana, o dever dos homens públicos não é apenas não dilapidar, mas, também, impedir que outros dilapidem o dinheiro do povo, desde os tempos de Marcus Tullius Cicero que, a propósito, ensinava: “O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem, novamente, aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública.”

Por isto é que, decerto, o grande pecado do PT (e de seu líder mais eminente, o ex-presidente Lula), tenha sido as alianças espúrias que fez na busca da tão propalada “governabilidade” e que resultou na conivência com gravíssimos e vultosos casos de corrupção.  Aliás, o paradoxo é que Lula ‘coma cadeia’ em razão de uma reles apartamento e um acanhado sítio que, sabidamente, não lhe pertencem e que, juntos, valem menos de dois milhões de reais. 

Tanto que, na recente prisão do ex-presidente Michel Temer, decretada pelo juiz federal Marcelo Bretas, revelou-se que ele e o seu escudeiro Moreira Franco, o famoso “Gato Angorá”, teriam recebido cerca de um bilhão e oitocentos milhões “em tenebrosas transações”, como diz a canção de Chico Buarque, enquanto “A nossa pátria mãe tão distraída/ Sem perceber que era subtraída”. Traída mesmo, por que manobrava os cordéis dos marionetes da política brasileira. Claro, a prisão preventiva de ambos é desnecessária e um absurdo do ponto de vista do sistema de garantias desenhado na Constituição da República, mas, aí já é uma outra história. Voltaremos ao tema.

Doutra parte, constata-se que, nestes tempos de agora, a luta política se transferiu para o terreno movediço das bolorentas pendengas judiciárias enfeixadas na velha fórmula do interesse supremo do Estado que tantas vidas imolou, alhures e aqui, no promíscuo altar da política: o apóstolo Pedro, a guerreira francesa Jeanne D’Arc, o líder escocês William (Brave Heart) Wallace, o filósofo Giordano Bruno, o nosso Tiradentes, o Padre Miguelinho, o poeta Federico García Lorca, a combatente Olga Benário Prestes, o casal Rosenberg e o cantor chileno Victor Jara, entre tantos. Em nome de Deus, da pátria ou da lei, sempre a aflição de mortes cruéis e desnecessárias.

O primado da lei, do Estado, do interesse coletivo, da prevalência do público sobre o privado, das instituições implacáveis e impessoais. E por trás desse biombos salpicados de sangue e lágrimas, grassam mendazes interesses patrimoniais, políticos e ideológicos.

Entretanto, como se dizia antigamente, “o castigo vem a cavalo”. Hoje, é mais correto dizer que o castigo vem a foguete, redes sociais ou grandes aparatos de comunicação. Aliás, o presidente Bolsonaro não apenas é assíduo frequentador das redes sociais, em especial do Twitter, como a partir do besteirol que destila nessas plataformas, paradoxalmente se transformou, ao lado de seus filhos e de alguns de seus ministros, no maior adversário de seu próprio governo.

 A cada semana, temas polêmicos vêm à tona e deflagram novas crises. Bolsonaro, seus meninos e ministros, já são suficientes para manter o clima de guerra no seio do governo; eles fazem o furdunço todo, enquanto a oposição apenas (estarrecida!) observa. Em suma, o governo Bolsonaro não precisa de adversários ou opositores. Só a família do presidente Bolsonaro, além dele próprio, já gera bizarras e absurdas crises, isto sem falar nos grupos que dividem o poder a trocar cotoveladas.

Enfim, esse governo alberga elementos díspares que, até agora, têm impedido uma atuação política em bases monolíticas.  É um governo marcado pela antinomia: o paradoxo de ser, a um só tempo, situação e oposição. Algo bem parecido até com aqueles versos da canção “Contrários”, do Padre Fábio de Melo: “Que o verso tem reverso/ Que o direito tem o avesso/ Que o de graça tem seu preço/ Que a vida tem contrários/ E a saudade é um lugar/ Que só chega quem amou/ E o ódio é uma forma tão estranha de amar.” E para melhor compor a cena tragicômica que se avoluma a cada dia neste Brasil de 2019, aquele característico e ‘carinhoso’ gesto da arminha.

Paulo Linhares é professor e advogado.

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TRT-RN abre inscrições para estágio remunerado

(Foto: publicação)

O Programa de Estágio Remunerado do TRT da 21ª Região de 2019 está com inscrições abertas, a partir desta quinta-feira (21), para 37 vagas (24 para Cadastro Reserva) em Natal e nas Varas do interior do Estado. São vagas para estudantes de Ciências Contábeis e Direito para a Vara do Trabalho de Assu, Caícó, Ceará-mirim, Currais Novos, Goianinha e Macau.

 

Em Natal, estão sendo oferecidas vagas para estudantes dos cursos de Administração, Arquitetura, Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Direito, Ecologia, Engenharia Civil, Elétrica e de Produção, História (arquivo), Odontologia e Tecnologia da Informação.

 

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no período de 21 a 29 de março, por meio de formulário eletrônico disponível em 

 

As vagas serão oferecidas a estudantes de instituições de ensino conveniadas com o TRT-RN: UFRN, UFERSA, UNIFACEX, UNI-RN, UERN, UNP, FAL-Estácio, Mater Christi, Estácio Natal (FCC), UNINASSAU e FANEC.

 

O estágio terá duração máxima de dois anos, podendo, nos casos de candidato da cota de pessoa com deficiência, ser definida duração maior.

 

O estagiário receberá uma bolsa de estágio no valor de R$ 750,00, ppor uma jornada semanal de 20 horas (4h diárias), acrescida de R$ 7,50 por dia útil de estágio correspondente ao auxílio transporte.

 

Os estudantes interessados poderão confirmar suas inscrições até a próxima sexta-feira (29/3), pelo site do tribunal (www.trt21.jus.br), no link no link Administrativo / Concurso Público / Estagiários / 1ª Seleção de Estagiários/2019.


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Igreja realiza conferência para mulheres

(Foto: publicação)

A Igreja do Nazareno Mossoró realiza mais um evento para as mulheres da cidade e região.

Trata-se da Conferência Valorosas- Ousando no Poder do Espírito que acontecera nos dias 31 de maio e 1º de junho, na Igreja do Nazareno Central, localizada na Rua princesa Isabel, Doze Anos.   

A cantora gospel, Sarah Farias; a Pastora da Igreja Adeguar, Isa Reis, e a Reverenda Karllas Lins serão as preletoras.     

As inscrições podem ser feitas através do link: https://valorosas.vpeventos.com/#/. Maiores informações pelo telefone: (84) 3321-4616.

Perfil  

Sarah Farias

É cantora Gospel, ministra de louvor, conhecida por canções como, “Deixa Eu Te Usar”, “Novidade” e “Sobrevivi”.

Isa Reis

É pastora da Igreja Adeguar, e uma renomada pregadora evangélica, que tem andado pelo Brasil e vários países ministrando para mulheres.

Rev. Karllas Lins

Pastora na Igreja do Nazareno Central de Mossoró, pregadora evangélica e uma das líderes do ministério Mulheres de Valor da Igreja do Nazareno.

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Outdoor Polêmico

(Foto: publicação)

Ao que parece, ainda vai render muito o resultado da sessão tumultuada da última terça-feira (12) que aprovou por 13 x 7 o projeto do executivo que concedeu um reajuste salarial de 3,75% para os servidores da educação. O sindicato dos servidores, pelo que se viu, não pretende deixar a população esquecer.  

No último sábado, o SindSerpum espalhou pela cidade outdoors exibindo a foto da prefeita e dos treze (13) vereadores que votaram, em regime de urgência, a favor do reajuste, e em cima, letras em caixa alta, “TRAIDORES DO POVO”.

Na parte de baixo dos outdoors está escrito a frase que os servidores entoaram na referida sessão: “Vocês tiram meus direitos e eu tiro seu sossego!”

Ameaça de processo

O que chegou ao blog é que os vereadores não gostaram nada nada da iniciativa do sindicato e disseram que irão processar a entidade pela atitude. Será?

Tranquila

Marleide Cunha (Foto: publicação)

O blog entrou em contato com a presidente do sindicato, Marleide Cunha, que garantiu já saber da “pretensão” em desfavor da entidade e se mostrou tranquila, mas surpresa.

Os vereadores fiquem bem à vontade para processar o SindSerpum. Se realmente entrarem na justiça, acredito que não ganharão essa demanda. O sindicato não está caluniando, nem difamando, nem injuriando ninguém”, disse.  

E completou: “Nossos vereadores são agentes públicos, eleitos pelo povo, então o povo precisa saber o que estão votando, e publicizamos um fato que aconteceu, mostrando os cúmplices de uma política de desvalorização dos servidores. Não cometemos nenhum ato ilegal”.

Sem pé no freio

Sobre a paralisação dos professores a presidente disse continua.

Amanhã, às 15h, na Estação das Artes Eliseu Ventania, acontecerá mais uma assembleia para decidir o rumo do movimento grevista.  

A presidente ainda apela para que a prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP) receba e negocie com os representantes do sindicato e professores:

É inadmissível esse silêncio por parte da senhora prefeita, que se recusa a conversar e negociar com a categoria”.    

“Tá Tudo Dominado”.

O que chama a atenção é a celeridade com que esse projeto chegou ao plenário da Câmara para votação. A Casa possui uma Comissão de Constituição e Justiça, que pode tirar qualquer projeto do regime de urgência, ou seja, deixar o processo seguir nos trâmites normais. Se assim a comissão o fizesse o processo não teria sido aprovado a toque de caixa, claro.

Mas a CCJ é formada pelos vereadores Aline Couto (sem partido), presidente; Genilson Alves (PMN), vice-presidente; Sandra Rosado (PSDB), secretária; Rondinelli Carlos (PMN), 1º suplente… maioria dos vereadores da bancada governista. Então, o resultado toda Mossoró já conhece.

Palestra

(Foto: publicação)

O partido Novo realiza nesta segunda-feira (18), às 19h, no auditório do Hotel Thermas a Reunião de Filiado Novo. Na oportunidade, o contador Rafael Cunha proferirá palestra com o tema, “O Legislativo Municipal e Seus Desafios”. O evento é gratuito e aberto ao público.     

Lawrence Amorim

Lawrence Amorim (Foto: publicação)

Na Coluna da Chris do último domingo (10), comentamos da possibilidade do ex-prefeito de Almino Afonso, Lawrence Amorim (Solidariedade), concorrer novamente a prefeitura do munícipio nas próximas eleições.

Em conversa com o blog, Lawrence, que nas últimas eleições foi candidato a deputado federal, obtendo votação expressiva, garantiu que a possibilidade é remota e que os seus projetos futuros são em sua cidade natal, Mossoró.

Fui em Almino Afonso, cidade que tanto amo, agora no Carnaval e muitos amigos nos chamaram para voltar. Mas, hoje meu projeto político será uma candidatura em Mossoró”. Afirmou.

E completou: “já fiz minha parte na prefeitura de Almino Afonso durante os oitos anos que fui prefeito”.           

Henrique Alves

Henrique Alves (Foto: publicação)

O ex-ministro Henrique Alves já está com mais outra visita programada em Mossoró. Ele voltará à cidade no mês de julho, onde, mais uma vez, participará de evento social. Volto com detalhes.    

Toca Raul

(Foto: publicação)

No último sábado o shopping Boulevard voltou a lotar, lembrando o público que existia no local no final dos anos 90 e início dos anos 2000. A façanha coube a Ricardo Seixas, cover do cantor baiano Raul Seixas, que se fez acompanhar pela banda Alfredo & Os Caras. O músico e produtor Assis Neto disse que sua intenção é justamente essa: fazer eventos para o Boulevard voltar a lotar nas tardes de sábado.

O pontapé inicial não poderia ter sido melhor. Assis Neto acertou na mosca. A apresentação de Ricardo Seixas foi contagiante. Houve uma grande sinergia entre ele e o público, que cantarolou junto com o cantor os grandes sucessos de Raul Seixas. Parabéns pela iniciativa, e que venham outras atrações como esta.

Playlist

Entre os lançamentos da semana estão as músicas e discos: “Amada Amante” (Nando Reis); “Sem Você” (Tribalistas); “Contra La Pared” (Sean Paul/J Balvin), “Quilates” (Joelma); “Boa Sorte Aí” (Avine Vinny), “Wild Horses” (The Rolling Stones), e “Onde Anda Você” (Mart’nália).  

Atualize-se.

Máximas e Mínimas

“Ser você mesmo em um mundo que está constantemente tentando fazer de você outra coisa é a maior das realizações”. (Ralph Waldo Emerson)  

SOBREMESA

Parabéns- Sábado (16) foi dia de festa para Kallianna Paula Gameleira, Erbênia Fernandes, Tita Amorim, Ramonn Duarte, Aristóteles Fontes e Carlos Augusto Silva. O domingo foi de festa para Francisco Barros Dias, Gladstone Heronildes, Jorge Eduardo e Ewerton Sobral. Nesta segunda os abraços e desejos de felicidades vão para Zeza Fernandes e Rejane Pinto que marcam o calendário da vida. Tudo de bom, amigos!     

Fórum de Arquitetura- Já tem data para acontecer o 4º Fórum de Arquitetura de Mossoró organizado pelo Estúdio 43 de Arquitetura, sob o comando das arquitetas Wanderlânia Lima, Sarah Gurgel e Talita Mendes. Será no dia 16 de maio. Volto com detalhes. Agende!   

Leitores/amigos- Agradecemos à leitura deste blog a Amábilis Oliveira, Francisco Assis Neto e Saudade Azevedo.  

Trilha Sonora- Este post foi escrito ao som do músico, cantor e compositor britânico, Robin Gibb.

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Uma tarde para relembrar o Maluco Beleza

(Foto: publicação)

Hoje, 16 de março, tem apresentação do cover Ricardo Seixas cantando os sucessos do Maluco Beleza, Raul Seixas, no Shopping Boulevard.

A janela será de responsabilidade da banda mossoroense Alfredo & Os Caras.  

Será uma tarde de Pop rock dos melhores. Começa às 15h.

Vamos?

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