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Setor salineiro homenageia deputado Benes Leocádio durante almoço em Mossoró

Representantes da indústria salineira do Rio Grande do Norte promoveram, na última segunda-feira (7), um almoço no Requinte Buffet, em Mossoró, para homenagem ao deputado federal Benes Leocádio, que tem atuado em defesa dos interesses do setor no Congresso Nacional. O encontro aconteceu na Casa de Chá, no Requinte

O encontro reuniu representantes do segmento e contou com a participação de lideranças políticas do município. Benes registrou a homenagem em suas redes sociais e destacou a importância da indústria salineira para a economia potiguar.

Segundo o deputado, o setor é responsável por mais de 15 mil empregos no estado. Ele também citou a atuação parlamentar em torno do PLP 80/2026, proposta que, de acordo com Benes, busca reduzir custos logísticos e ampliar a competitividade da indústria salineira.

O parlamentar agradeceu especialmente a Airton Torres e Ceiça Praxedes, representantes do SIESAL, pela recepção e pelo reconhecimento. Também registrou a presença do presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Genilson Alves, dos vereadores Lucas das Malhas e Dr. Cubano, além de representantes das empresas REFIMOSAL, REPRASAL, CIASAL, CIMSAL, SALINOR e SERVSAL.

O encontro reforçou a aproximação entre o deputado e representantes de um dos setores considerados estratégicos para a economia do Rio Grande do Norte.

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Julgamento de Cabo Deyvison no TRE-RN pode ficar para depois das eleições

O julgamento que pode definir o futuro político do vereador Cabo Deyvison (PL) no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) pode ser adiado para depois das eleições de outubro. A avaliação é do advogado do parlamentar, Raphael Targino Gois, após o processo não ter sido levado a julgamento na sessão plenária desta quarta-feira (9).

A ação, movida pelo MDB Nacional, pede a cassação do mandato de Deyvison por suposta infidelidade partidária. O processo tramita no TRE-RN desde 4 de maio e estava incluído na pauta desta quarta, mas o desembargador eleitoral Eduardo Pinheiro não levou o caso à votação.

De acordo com a defesa, a retirada da pauta não significa que o processo será necessariamente julgado na próxima sessão. Também não há garantia de que o caso volte à pauta antes das eleições.

Com isso, a tendência apontada pelo advogado é que o julgamento fique para depois do processo eleitoral de outubro. Na prática, Cabo Deyvison permanece no exercício do mandato e poderá seguir normalmente com sua atuação política durante o período eleitoral.

A defesa também ressalta que o processo não trata de eventual prática de crime pelo vereador. Segundo Raphael Targino Gois, a discussão no TRE-RN é exclusivamente de natureza eleitoral e está relacionada à saída de Deyvison do MDB e à posterior filiação ao Partido Liberal.

“Ele não está sendo julgado porque cometeu uma infração, ele não cometeu nenhum delito”, afirmou o advogado à reportagem.

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Genilson reforça liderança e mostra força ao lado de seus candidatos

Na tarde e noite desta segunda-feira (7), feriado de 7 de Setembro, o presidente da Câmara de Mossoró, Genilson Alves, voltou a demonstrar força política e capacidade de mobilização ao lado dos seus candidatos nas eleições de 2026.

Ao lado do deputado federal Benes Leocádio (União Brasil) e da candidata a deputada estadual Cinthia Pinheiro (União Brasil), Genilson participou de uma agenda que evidenciou o tamanho do seu grupo e a força da sua liderança no cenário político mossoroense.

A campanha de Cinthia, especialmente, carrega uma digital muito forte de Genilson Alves. O presidente da Câmara tem colocado sua liderança, articulação e presença política à disposição do projeto, demonstrando que não está apenas apoiando uma candidatura, mas participando ativamente da construção desse caminho.

No campo político, Genilson também vem mantendo uma postura de lealdade ao grupo liderado pelo ex-prefeito Allyson Bezerra (União Brasil). Até aqui, sua atuação tem sido marcada pela permanência ao lado do projeto político que ajudou a construir. Tem sido fiel, fato. Ô…

A leitura que fica é clara: Genilson tem mostrado que sua liderança vai além da presidência da Câmara. Ele tem grupo, tem candidatos e tem disposição para colocar sua força política em campo.

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Retratação pública: servidora pede desculpas ao Dr. Roncalli e profissionais do CAPS ADIII

A servidora estadual da área de Saúde Mental apresentou um pedido formal de retratação e desculpas direcionado ao médico psiquiatra Dr. Roncalli Cunha e aos técnicos do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas – CAPS AD III, de Mossoró.

A manifestação diz respeito a um episódio ocorrido durante uma reunião da APOSTRAPS, realizada no dia 4 de setembro de 2026.

No documento, a servidora reconhece que, diante de uma divergência de opiniões, utilizou palavras e uma forma de manifestação que acabaram causando desconforto e sendo compreendidas como ofensivas.

Ela afirma que sua reação ocorreu em meio ao seu forte envolvimento com a política pública de Saúde Mental, mas deixa claro que isso não justifica a forma como se manifestou.

No pedido, também reafirma seu respeito pelo Dr. Roncalli e pela equipe do CAPS AD III, reconhece a importância do diálogo, da ética e da cordialidade e manifesta o desejo de superar o episódio.

Ao final, defende que o ocorrido seja deixado como um “episódio infeliz” e que prevaleçam a união e a cooperação em torno de um objetivo maior: a defesa da Saúde Mental e da Rede de Atenção Psicossocial.

Leia o pedido de retratação e desculpas na íntegra:

PEDIDO DE RETRATAÇÃO E DESCULPAS

Ao Sr. Dr. Roncalli Cunha e aos técnicos do Centro de Atenção Psicossocial do tipo III para pessoas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas de Mossoró/RN,

Venho, por meio desta, apresentar minhas sinceras desculpas e minha retratação em razão dos fatos ocorridos durante a reunião do APOSTRAPS, realizada no dia 04 de setembro de 2026.

Na medida que nos imbuimos da política pública de saúde mental e nos comprometemos com a sua defesa e seu fomento por anos, nos tornamos cada vez mais imersos em suas complexidades e cada vez mais nos posicionamos diante dos enfrentamentos e dos debates que ocasionam e isso por vezes, nos faz ter defesas apaixonada, nos faz reagir de forma a tomar atitudes firmes, intensas e determinadas, movidas por um forte sentimento de entusiasmo ou convicção profunda. E é justamente nessa entrega demasiada que anula a hesitação, fazendo com que a pessoa dedique o máximo de sua força e foco para atingir um objetivo, que o ímpeto ultrapassa determinadas fronteiras e torma contornos de rusga e desavença que podem parecer um ataque pessoal.

Naquela ocasião, diante de posicionamentos e manifestações com os quais não concordava, expressei minha discordância de maneira inadequada em razão dessa paixão toda que tenho pela política de saúde mental e pela ansiedade de vê-la prosperar nessa região de saúde que atuo, utilizei descuidadamente as palavras e uma forma de manifestação aguerrida que acabaram ocasionando desconforto e sendo compreendidas como ofensivas. 

Reconheço que divergências de opiniões são naturais, especialmente em ambientes profissionais, mas devem sempre ser conduzidas com respeito, equilíbrio, cordialidade e urbanidade. Por isso, lamento sinceramente qualquer constrangimento, desconforto ou sentimento de ofensa que minha manifestação possa ter causado. Mas certamente essa não era minha intenção.

Esclareço que minha atitude decorreu exclusivamente de uma divergência de entendimento em relação ao assunto que estava sendo discutido, não tendo sido pretensão pessoal minha desrespeitar, menosprezar ou atingir a honra, a dignidade ou a atuação profissional do Dr. Roncalli Cunha e da equipe do CAPS AD III de Mossoró/RN que se fizeram presentes à reunião.

O ambiente de uma reunião fechada apenas para técnicos convidados também me influenciaram a descuidar com as palavras e agir com rapidez, por impulso, sem refletir muito no modo como estava dizendo. Mas de forma alguma quero com isso justificar ter agido assim. Reconheço que do jeito que procedi não serve ao propósito pretendido e que carece da reparação nos termos desse pedido formal.

O pedido de desculpas serve para ser usado justamente quando necessário, no intuito de mitigando danos, apaziguar o conflito e restabelecendo a possibiidade de novo recomeço com profissionalismo e confiança entre as partes envolvidas. A retratação é o modo de retomar a convivência sadia, a parceria e colocar o que por princípio já sabemos ser muito maior que é a política pública de saúde mental e sua implementação. Somos trabalhadores do mesma materia prima e lutamos lado a lado para alcançar o mesmo fim. Então precisamos de união e cooperação.

Então reitero meu respeito pelos profissionais que se sentiram atingidos e reconheço que, mesmo diante de opiniões divergentes, é fundamental preservar o diálogo, a ética e o respeito mútuo. Considero importante reconhecer quando uma manifestação não ocorre da melhor maneira e, por isso, faço esta retratação de forma espontânea e sincera.

Peço, portanto, minhas mais sinceras desculpas pelo ocorrido e reafirmo meu desejo de que possamos superar esse episódio de maneira cordial, respeitosa e profissional e possamos focar no que mais interessa que é a saude mental e a rede de atenção psicossocial.

Desejo que esta retratação seja recebida como um gesto genuíno de reconhecimento, acima de qualquer divergência, colocando-me à disposição para que prevaleçam o diálogo, a serenidade e a boa fé no nosso trabalho e nosso bem-estar emocional e profissional. Toda a luta em torno de uma demanda complexa nos desgasta, drena nossa energia mental e emocional, reduzindo drasticamente a nossa capacidade de autorregulação. Quando estamos por isso mais sensíveis diminui nossa paciência e nos deixa muito mais suscetíveis a reagir de forma defensiva ou impulsiva a qualquer atrito com as pessoas ao redor.

Portanto deixemos isso como um epsódio infeliz que se torne passado e que nenhum de nós gostaria que tivesse acontecido, que sirva de lição e nos deixe ao invés de triste mais experientes, visto que aprendemos muito mais com os erro que os acertos, afinal de contas uma das nossa principais necessidades nessa lida é mitigar a crise, é dar contornos ao sofrimento mental e não criar crises, desavenças ou sofrimentos. Sendo assim veremos essa página e alcemos um outro patamar pois nossa luta é a luta por uma sociedade antimanicomial.

Mossoró/RN, 09 de setembro de 2026

Suzany Raquel Soares de Sousa

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Cratera no Centro de Mossoró vira retrato do abandono

Vamos de abandono, descaso…

O Blog da Chris recebeu imagens e mensagens de um webleitor denunciando uma verdadeira cratera na Avenida Dr Almir de Almeida Castro, em pleno centro de Mossoró. Rua da Cosern e do Parque Municipal.

Segundo o relato enviado ao blog, a prefeitura teria asfaltado a via até o início do terreno do ex-deputado Betinho Rosado. Depois disso, ficou a cratera. E que cratera!

Ainda de acordo com o webleitor, o problema existe desde o início da primeira gestão do então prefeito Allyson Bezerra, hoje candidato ao Governo do Rio Grande do Norte.

Anos se passaram. Gestão mudou, discurso mudou, eleição chegou… e o buraco continua lá. No centro da cidade. Em uma área de circulação. À vista de todo mundo.

É difícil explicar como uma cratera desse tamanho consegue permanecer tanto tempo sem uma solução definitiva. Enquanto se fala em obras, gestão modelo e avanços, o cidadão continua tendo que conviver com isso.

Nota da Chris:

Fica a pergunta: Cadê a solução? Ou será que esse buraco já entrou para o patrimônio histórico de Mossoró? Ê, ê…

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Cinthia Pinheiro recebe R$ 1,25 milhão do Fundo Eleitoral, mais que um deputado federal

Cinthia Pinheiro, candidata a deputada estadual pelo União Brasil e mulher do candidato ao Governo do RN, Allyson Bezerra, aparece com R$ 1,25 milhão em recursos do Fundo Eleitoral.

Para efeito de comparação, o deputado federal Benes Leocádio, também do União Brasil, aparece com R$ 1 milhão em recursos partidários.

A pergunta é simples: qual foi o critério utilizado pelo partido para definir esses valores?

Porque, quando o dinheiro é público, a distribuição deixa de ser apenas uma questão interna partidária. Vira assunto de interesse público.

E tem outro detalhe que não passa despercebido: a imprensa costuma fazer muito barulho quando os recursos vão para candidatos de determinados partidos ou grupos. Mas, quando a conta envolve o próprio União Brasil, o silêncio parece ser bem maior. Por que será?

Não há nada de errado, por si só, em um partido destinar recursos a uma candidatura. A legislação permite e estabelece regras para essa distribuição. Mas transparência vale para todos.

Se existe explicação para Cinthia receber mais que um deputado federal da própria legenda, que se explique. Porque, na política, quando os números não fecham para o público, começam a sobrar perguntas.

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