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Tibau terá segurança reforçada com viatura e videomonitoramento

Fábio Faria( Foto: publicação) 

Atendendo reivindicação do prefeito Josinaldo Marcos de Souza (Naldinho), de Tibau, município do litoral Norte potiguar, o deputado federal Fábio Faria (PSD) solicitou na Secretaria de Segurança Pública do Estado uma viatura 4×4 para reforçar o patrulhamento na praia, que começa a receber milhares de visitantes durante o verão.

Chegamos a ter mais de 100 mil pessoas na cidade já no mês de dezembro“, disse o gestor.

O prefeito Naldinho foi recebido pela secretária de Segurança do RN, Sheila Freitas, que se comprometeu a atender o pleito.

Na reunião, ele ainda disse que irá adquirir câmeras para instalar em pontos estratégicos do município, e para isso pediu integração com o sistema do Ciosp, para realizar o videomonitoramento. “Para podermos dar uma resposta mais rápida diante de uma ação e identificar mais facilmente quem está agindo“, ressaltou.

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Para Rogério Marinho (PSDB), o governador Robinson Faria (PSD) não tem conseguido fazer o dever de casa.

Rogério Marinho (Foto: publicação) 

O entrevistado do “6eis Perguntas” de hoje é o economista e deputado federal, em seu terceiro mandato, Rogério Marinho. Rogério reconhece que o RN está em colapso financeiro; e diz que o governo do PT foi um governo de equívocos. Quanto à reforma trabalhista e uma provável rejeição ao seu nome em 2018, Rogério diz que foi eleito em 2014 já defendo as reformas e que todo homem público deve está ciente das consequências de seus atos, sejam elas positivas ou negativas. Ao falar sobre ex-candidato a prefeito Tião Couto demostrou admiração pelo mesmo, sobretudo pela sua história de vida.  

Vejam:   

1- Deputado, o governador Robinson Faria sempre enfatizou em sua campanha eleitoral que seria o Governador da Segurança. No entanto, desde o início de sua gestão administrativa, o cidadão norte-rio-grandense se sente cada vez mais à mercê da própria sorte, pois é nítido que a segurança pública é um dos mais graves problemas do RN. Na sua opinião, a falta de segurança pública no Estado é um problema decorrente de falta de recursos financeiros ou provém da ausência de uma política pública efetiva, competente? É problema de falta de dinheiro ou de falta de gestão?

RM- O fato é que o problema da insegurança não é apenas no RN, ocorre em todo o Brasil. Os últimos 13 anos de gestão do PT fragilizaram bastante a segurança pública no país. Desde a questão das fronteiras, onde a falta de investimento permitiu entrada de drogas e armas em grandes quantidades, até o ataque do estado brasileiro ao instituto das famílias, que desarticulou e desagregou a sociedade brasileira em relação aos seus valores. O estatuto do desarmamento também contribuiu para a situação em que o Brasil se encontra. São 60 mil mortes por ano, isso mostra que quem está se armando são os bandidos e que as forças de segurança não conseguem responder a altura.

No Rio Grande do Norte temos uma mistura. O Estado está em colapso financeiro e o governador não tem conseguido fazer seu dever de casa no sentido de resolver as finanças públicas. Temos um Estado onde os demais poderes – Judiciário, Legislativo, Ministério Público – capturam boa parte das correntes líquidas, bem acima da média dos demais estados brasileiros. Ou seja, são ilhas em mar de dificuldades. Como esses poderes recebem duodécimo, seus funcionários não tem atraso, não passam dificuldades. Mas a administração pública central não tem estrutura de saúde, a educação é precária, não temos condições de segurança para conter essa situação. Aliado ao fato de que o próprio sistema de segurança pública está sucateado, com salários atrasados e sem condições de investir em melhorias. É uma situação ruim e crescente. O problema tem a ver com falta de recursos econômicos, mas também por dificuldades de gestão, já que governador não consegue arrumar a casa, precisa tomar medidas duras e necessárias, mas que desagradariam setores da sociedade. O fato dele querer agradar todo mundo,  acaba desagradando todos também.

2- Deputado, como relator do Projeto da Reforma Trabalhista, o senhor em algum momento temeu pela desaprovação popular, por alguma rejeição ao seu nome, por um eventual insucesso eleitoral como consequência da defesa dessa Reforma?

RM- Eu fui eleito pelo povo do RN com mais de 80 mil votos em 2014 e por ocasião da minha eleição defendi publicamente a necessidade de reformas. Disse que o governo da época era de equívocos, que o PT errava na politica econômica, que o excesso de interferência no Estado gerava distorções da econômica. O fato de estarmos como relator de um projeto tão importante se enquadra na proposta que fizemos aos eleitores do Estado em 2014. Ademais, qualquer homem público precisa ter consciência de que suas ações terão consequências, positivas ou negativas. Precisamos ter coragem de ter essas posições. Não tenho dúvida de que a modernização será extremamente importante para o país. O Brasil precisa se modernizar, sair do século 20 para o 21, precisa incorporar novas formas de contratação, como fizemos no projeto, e é evidente que o tempo é o senhor da razão. Ao longo dos próximos dois anos, os trabalhadores verão que a reforma os favorece, favorece a geração de empregos, a segurança jurídica, a produtividade no país, formaliza uma série de situações que estão atualmente precarizadas, aumenta a arrecadação e gera empregabilidade.

3 – Ainda em relação a Reforma Trabalhista, ela não recebe críticas apenas dos sindicatos, mas também de órgãos da Justiça do Trabalho. A que o senhor atribui essas críticas?

RM- O Brasil há muito tempo foi apropriado por corporações, que se acham donas do nosso país. Tenho recebido críticas à reforma principalmente de associações e sindicatos, que não representam o conjunto dos operadores do Direto. Temos juízes, desembargadores, ministros, membros do MP que entendem e aplaudem a reforma, como há o contrário. Na democracia é salutar que exista o contraditório. O que não é razoável, é que após a aprovação da reforma, alguns membros do Judiciário se neguem a aplicar a lei. A esses, precisaremos recorrer até ao próprio Judiciário para garantir a segurança jurídica do país.

4 – O senhor votou a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e votou pelo arquivamento da denúncia contra Michel Temer. O senhor agiu por conveniência nestas votações?

RM- O RN me conhece, sabe que faço oposição a Lula e Dilma há pelo menos uma dezena de anos. Tenho combatido as políticas equivocadas, os desastres cometidos contra o país, a forma como o país era tratado, o fisiologismo, patrimonialismo, prática exacerbada do governo do PT. Me senti absolutamente tranquilo e convencido que o impeachment de Dilma era a oportunidade de colocarmos o país no rumo, tirando as sandices cometidas pelo PT. No caso do presidente Michel Temer está claro hoje que o que pensávamos na época era verdadeiro. Iríamos retirar um presidente por delação de um réu confesso que montou uma estratégia clara para derrubar um governo. Nossa convicção foi muito forte, preferimos pagar o preço da impopularidade do que deixarmos o país, num momento de retomada de crescimento econômico, em situação de absoluta instabilidade política e de reversão dos índices econômicos que já surgiam na época. Defendo uma agenda de reformas, o PSDB colocou essa agenda na mesa. O Brasil passa por um momento que é o pior da sua história republicana, desde 1901 não se tem notícia desse desastre econômico deixado pelo PT. Tivemos queda de quase 10% do PIB em 2015 e 2016. Começamos a retomar a economia após retirada de Dilma do poder. Não podia ajudar no retrocesso econômico do país e por isso votei pela permanência de Temer, até porque, após 2019 ele será processado e terá condições de se defender na primeira instância. Minha posição foi sempre a favor do país.

5- Deputado, o PSDB terá candidato próprio ao Governo do Rio Grande do Norte nas eleições de 2018, ou, a exemplo do que fez nas últimas campanhas eleitorais, irá apoiar algum candidato de outro partido, numa composição multipartidária?

RM- Diante do quadro político nacional e estadual, não dá para fazer prognósticos, porque a situação está mutável. Mas o PSDB tem mais de 20 prefeitos, gestores de cidades importantes, de colégios eleitorais relevantes, tem mais de 150 vereadores, lideranças políticas importantes nos 167 municípios potiguares, tem 5 deputados estaduais – inclusive o presidente da Assembleia Legislativa, conta comigo como deputado federal, está entre os 3 maiores do Estado e ainda terá uma importante candidatura a presidente da República. Então é normal que tenhamos a pretensão de disputar o pleito majoritário. É nossa intenção que isso aconteça, é nosso objetivo, mas isso dependerá da conjuntura política.

6- Em relação ao empresário Tião Couto, ex-candidato a prefeito de Mossoró, ele terá que espaços no PSDB nas eleições de 2018? Como anda a relação dele com os líderes do partido no estado, especialmente o senhor?

RM- Tião é uma das surpresas positivas que a política do Estado nos trouxe. É um empresário sério, vencedor, homem de bem, com história belíssima de superação e esforço pessoal, que gera empregos, faz e executa. Tem perfil de empreendedor, que é o que a população está querendo. No partido ele tem qualquer espaço. Poderá ser candidato a governador, ao Senado, a deputado federal. Depende muito mais da posição dele do que do próprio partido. As candidaturas precisam ser viabilizadas e Tião entende perfeitamente essa situação e tem trabalhado, percorrido o RN conhecendo experiências exitosas em todas as áreas, está se preparando para disputar a eleição e é um membro valioso do nosso partido. Nossa relação é a melhor possível, tenho confiança, admiração e respeito por Tião, é um quadro que o RN vai conhecer, a exemplo de Mossoró, e vai se surpreender com seus valores e a capacidade de Tião.

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Governo anuncia pagamento para esta terça-feira, 19.

O Governo do RN deposita amanhã (19) o pagamento dos servidores ativos, aposentados e pensionistas que recebem entre R$ 3 mil e R$ 4 mil. O montante pago será de R$ 51.370.510,23.

Com isso, 80,49% do funcionalismo público terá recebido integralmente seus vencimentos, o que dá um valor total de R$ 190.925.074,92.

No último dia 9 foram pagos os salários de quem recebe até R$ 3 mil. Servidores da Educação e dos órgãos da administração indireta com arrecadação própria também já receberam.

O pagamento dos servidores que ganham acima de R$ 4 mil será realizado o mais breve possível, a partir da disponibilidade de recursos.

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Cortejo da Liberdade será na Avenida Rio Branco

(Foto: publicação) 

O tradicional Cortejo da Liberdade do dia 30 de Setembro tem novo endereço. O desfile agora será realizado no Corredor Cultural Professor Antônio Gonzaga Chimbinho, na Avenida Rio Branco, saindo da Praça de Esporte.

O cortejo começa às 19h, saindo da Rua Felipe Camarão e indo até a Avenida Augusto Severo.

O secretário municipal de Cultura, Eduardo  Falcão, informa que serão realizados os cortejos militar, institucional, cultural e festivo.

Outra novidade é o encerramento do Cortejo da Liberdade com show da cantora baiana Margareth Menezes em cima de trio elétrico, percorrendo todo o circuito do Corredor Cultural durante três horas. “Escolhemos uma artista que canta músicas com letras e ritmos da cultura afro-brasileira, já que estaremos comemorando a libertação dos escravos em Mossoró“, destaca Eduardo Falcão.

Neste ano, os quatro atos históricos celebrados durante o mês de setembro serão apresentados através de uma parceria público-privada com o Circo Grock. As encenações ocorrem na Praça de Eventos, com apresentações para estudantes da rede municipal de ensino e universidades.

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Filho do ex-prefeito João Newton se mostra insatisfeito com homenagem da prefeitura

(Foto: publicação)

Do Blog do Tio Colorau

No último dia 17 de março faleceu em Mossoró o ex-prefeito João Newton da Escóssia, aos 90 anos de idade, um homem que escreveu sua história com moral, retidão e lisura. Elegeu-se deputado estadual em 1974 e prefeito de Mossoró em 1976, ficando no cargo até 1982.

Na vida pública ficou conhecido pelo apelido de “João Não”, isso por sempre negar pedidos que favoreciam este ou aquele em detrimento da coletividade. A honestidade é a qualidade mais apontada pelos que o conheceram e sabem de sua história.

Na última quinta-feira (14) a prefeitura o homenageou dando seu nome a um auditório na autarquia PREVI-Mossoró. A cerimônia contou com quatro dos seus nove filhos.

O professor universitário aposentado Carlos Escóssia, o filho homem mais velho de João Newton, não compareceu ao ato em sinal de protesto. “Pela história de meu pai, ele merecia uma homenagem maior do que uma simples sala num prédio de uma autarquia, prédio este que até alugado é”, disse-me.

De fato, Carlos Escóssia tem razão. A homenagem feita pela prefeitura não está à altura do que representou o ex-deputado e ex-prefeito João Newton da Escóssia.

O professor Carlos Escóssia frisou, contudo, que a insatisfação é uma posição pessoal sua, e que ela não representa necessariamente a posição dos seus irmãos e demais familiares do senhor João Newton.

Não citarei nomes, mas há prédios e logradouros públicos em Mossoró com nomes de pessoas que representaram para a cidade bem menos do que o senhor João Newton da Escóssia.

O ex-prefeito merecia uma homenagem digna do que ele representou.

Nota da Chris:

Homenagem fraca por demais. Tem certos  “agrados” que é melhor não fazer e nem tentar.

Concordamos com o filho do “homenageado”, Carlos Escóssia, homenagem fraca, medíocre e muito aquém do que o senhor João Newton representou para Mossoró. Uma sala em um prédio alugado?

Uma pergunta: o órgão saindo dali e em outro não tendo sala para auditório, para onde vai a homenagem? Vergonha!   

De quem terá sido essa brilhante ideia? Em tendo saído de alguém do PREVI-Mossoró não nos causa estranheza, sobretudo por causa de algumas pessoas que lá estão e permanecem desde a administração passada. O mais intrigante é que os novos parecem que estão sendo contaminados.

Em tendo sido ideia do Palácio da Resistência, só temos uma coisa a dizer: “A Rosa fez e a Rosa sabe fazer…”.

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Escola Municipal Celina Guimarães é destaque no XII Festuern

(Foto: publicação) 

A Escola Municipal Celina Guimarães, no bairro Barrocas, foi destaque no XII Festuern, realizado de 11 a 13 de setembro, no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado. A escola chamou a atenção não só por ser a única representante da Rede Municipal de Ensino no Festuern, mas principalmente pelo tema escolhido para a encenação.

Os mais de 20 alunos da escola levaram para o palco do teatro a peça “Alice na República dos Ratos” que mostrava a personagem convivendo com os problemas gerados pela crise política e social do país. A história misturava ficção com realidade de um Brasil cada vez mais maltratado pela corrupção.

Cumprimos o nosso papel de promover emoção e cidadania ao público que teve oportunidade de prestigiar o nosso grupo de teatro. Nosso maior objetivo era tocar os corações das pessoas“, disse o professor de Lingua Portuguesa e coordenador da Cia. Estopim de Teatro, Alexandre Neves.

A escola foi agraciada com troféu e certificado de participação no evento promovido pela pro reitoria de extensão da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). “

Informação da Prefeitura Municipal de Mossoró.

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Mossoró Mais Cidadã chega nesta sexta-feira ao Belo Horizonte

Na próxima sexta-feira, 15, a Prefeitura de Mossoró vai iniciar o projeto ‘Mossoró Mais Cidadã’, que consiste na disponibilização de serviços de várias secretarias, de forma que estes cheguem mais próximos à população dos mais diversos bairros. Esta primeira edição vai acontecer na Escola Estadual Raimundo Gurgel, no Bairro Belo Horizonte.

Na ocasião, a Secretaria Municipal do Desenvolvimento Social e Juventude vai ofertar os serviços de Cadastro Único, Bolsa Família, Cadastro e atualização do NIS, serviços comunitários, Plantão Social, inscrições para o Casamento Coletivo, 2ª via de Registro, oficinas de pinturas e dinâmicas, corte de cabelo e escova, entre outros.

A ação ainda contará com serviços do Desenvolvimento Econômico, Previ, Procuradoria, Procon, Prática Jurídica da UNP, Saúde, Serviços Urbanos, entre outros.

Informações da Prefeitura Municipal de Mossoró.

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Prefeitura de Mossoró quer transformar o fantasma da greve em greve fantasma.

(Foto: web)

Do Blog do Tio Colorau

 

Diante de deflagrações de greves por parte de servidores públicos, os gestores possuem alguns procedimentos padrões, ou dizem que a greve é ilegal, ou dizem que ofereceram propostas e as categorias não aceitaram ou então dizem que estão impedidos de dar o aumento pleiteado em razão dos limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

 

A prefeitura de Mossoró, contudo, resolveu inovar. O lançamento é simplesmente alegar que a greve não existe. Como assim não existe? Vão contratar o ilusionista David Copperfield (foto) para sumir com os grevistas, assim como ele fez com a Estátua da Liberdade, em 1983?

 

Não adianta pedir aos apaniguados que divulguem nas redes sociais que a greve não existe. Ela existe e é real. A paralisação dos servidores está sendo sentida por todas as famílias atendidas pelos agentes de saúde e de endemias, pelos munícipes que precisam de atendimentos nas UBSs, por alunos matriculados na rede municipal de ensino etc

 

Em entrevista à Rádio Rural AM, hoje cedo, a presidente do Sindiserpum, Marleide Cunha, taxou como IMORAL a tentativa da prefeitura de dizer que a greve não existe. Em seguida ela relatou os serviços que não estão funcionando e as tentativas frustadas de acordo entre servidores e a atual gestão. Por fim, clamou para que a prefeita olhe para os servidores efetivos.

 

Ora, se a greve não existe, por que os diretores estão ameaçando os servidores para voltarem ao trabalho?

 

Bem que a prefeitura deveria parar com essa lorota de que a greve não existe e tentar um diálogo com os sofridos servidores ocupantes de cargos efetivos.

 

Encerro como uma conhecida frase atribuída ao ex-presidente Abraham Lincoln, mas na realidade de autoria desconhecida:

 

“Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo”.

 

Ainda mais em tempos de redes sociais…

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Beto Rosado diz que a Reforma Trabalhista foi um grande avanço para o país.

beto Rosado (Foto: publicação/web) 

Filho do ex-deputado Betinho Rosado e Mary Simone, formado em Agronomia, Beto está em seu primeiro mandato de deputado federal.

O deputado Beto Rosado (PP) aceitou nosso convite e hoje é o entrevistado do nosso quadro “6eis Perguntas”. “É preciso entender também que quando falamos em segurança pública, também estamos falando de um problema social. Faltam oportunidades”, (Segurança); “Não dei atestado de honestidade, o presidente será julgado em seu tempo. (sobre a votação pelo arquivamento do processo contra o presidente Michel Temer); “Rosalba está colocando ordem na casa”, (sobre a administração municipal)… isso é só um pouco da nossa conversa com o deputado, que desde o primeiro momento se mostrou solícito ao nosso convite.

Vamos à leitura…

1- Deputado, o governador Robinson Faria sempre enfatizou em sua campanha eleitoral que seria o Governador da Segurança. No entanto, desde o início de sua gestão administrativa, é nítido que a segurança pública é um dos mais graves problemas do RN. Na sua opinião, a falta de segurança pública no Estado é um problema decorrente de falta de recursos financeiros ou provém da ausência de uma política pública efetiva, competente? É problema de falta de dinheiro ou de falta de gestão?

BR- A falta de segurança pública é um problema nacional. Entendemos que, historicamente, faltam recursos suficientes para o setor, além de má gestão desses recursos quando destinados para os estados. No Rio Grande do Norte tivemos alguns agravantes como a guerra entre facções e as sucessivas fugas que potencializaram a insegurança no nosso estado. Mas, isso não significa que o governo está inerte. É preciso entender também que quando falamos em segurança pública, também estamos falando de um problema social. Faltam oportunidades. Em 2017 chegamos a marca de 13 milhões de desempregados no país. Precisamos lutar para tirar o país da crise econômica. Um grande avanço foi a reforma trabalhista que aprovamos na câmara.

2- O senhor votou a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e votou pelo arquivamento da denúncia contra Michel Temer. O senhor agiu por conveniência nestas votações?

BR- Não há conveniência particular e sim coletiva. Julgamos atos de improbidade administrativa no governo anterior que levaram o país para uma profunda crise econômica. A denúncia do presidente Temer é um voto delicado, haja vista a profunda impopularidade do presidente. Tínhamos o risco de ter mais dois presidentes antes das eleições do próximo ano, escolhidos sem participação popular.  O que busquei foi garantir alguma possibilidade de estabilidade econômica. Não dei atestado de honestidade, o presidente será julgado em seu tempo.

3- Sobre a Reforma Trabalhista, ela não recebe críticas apenas dos sindicatos, mas também de órgãos da Justiça do Trabalho e grande parte da população ficou contra essa reforma. O senhor em algum momento temeu pela desaprovação popular, por alguma rejeição ao seu nome, por um eventual insucesso eleitoral como consequência do voto a favor e defesa dessa Reforma?

BR- A reforma trabalhista foi um grande avanço. Hoje temos 13 milhões de desempregados sonhando por uma oportunidade de trabalho que virá através da flexibilização que criamos. Sindicatos são importantes sim e eles defendem o coletivo. Porém eles têm que compreender esse delicado momento que vivemos e defender coletivamente não apenas o trabalhador empregado mas também aquele que está perdendo o emprego por excesso de regras e penalidades. A justiça do trabalho já reclama das relações do trabalhador com o empregador, pela nova lei muitos acordos não precisarão passar pela justiça. Obviamente temo pela rejeição de qualquer ação do meu mandato, o tempo dirá sobre decisões acertadas ou não. Democracia é o eleitor poder escolher a continuidade ou não do trabalho do político.

4- Como o senhor analisa os primeiros oito meses da gestão de Rosalba Ciarlini (PP), ela está correspondendo às expectativas?

BR- Rosalba está colocando ordem na casa. Os gastos com o funcionalismo na gestão anterior comprometeram o orçamento municipal. Numa situação como esta, os primeiros meses sempre são mais duros, mas Rosalba mostra muita competência, tem pulso firme na organização financeira. Isso colocará Mossoró no eixo do desenvolvimento. Estou trabalhando em parceria com a prefeita para garantir emprego, renda e serviços de qualidade no município.

5- Em conversa com o blog da Chris o senhor disse que dará mais atenção a sua cidade, Mossoró. Em que sentido essa atenção será mais ostensiva?

BR- Em vários pontos. Cito que quando discutimos alguns ajustes fiscais em 2015, na câmara lutei e consegui uma alíquota especial para empresas de call center – a exemplo da A&C que temos aqui em Mossoró, garantindo o crescimento de empregos. Hoje temos 5 mil empregos gerados por essa empresa em nossa cidade. O setor salineiro também tem minha atenção. O sal brasileiro possui uma proteção de mercado pela disputa com o sal do Chile. Essa medida está perdendo a validade agora em 2017. Fiz uma atuação importante com o ministro Padilha, presidente do conselho que julgou a manutenção dessa medida, e conseguimos garantir por mais 4 anos a proteção do nosso sal. Isso é garantir a sustentabilidade do mercado que mais emprega em nossa região. Recentemente o presidente foi à China tratar de acordos comerciais com o país. Conseguimos incluir na pauta de negociações a entrada do nosso melão no mercado chinês. Com ‘isso, poderemos dobrar toda nossa produção, gerando milhares de empregos para Mossoró e região. Além dessas ações temos muitos recursos sendo alocados em nosso município, principalmente na área da saúde. Aproveito o espaço para convidar a população de Mossoró a acompanhar nossa atuação parlamentar através do nosso site: www.betorosado.com.br e das nossas redes sociais.

6- Em recente entrevista à revista Veja, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) disse que às vezes chega a omitir sua qualidade de senador, isso por causa da revolta da população com a classe política. Como o senhor observa essa situação?

OBS- O deputado Beto Rosado não respondeu a essa pergunta justificando que não leu a entrevista do senador Tasso Jeireissati.