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CAPS AD III Mossoró é desqualificado por representante do Governo do Estado, e médico faz forte desagravo ao serviço

O médico psiquiatra Dr. Roncalli Guimarães, responsável pelo CAPS AD III Mossoró, publicou uma dura nota de repúdio contra a postura adotada durante reunião do Projeto Apost-RAPS, realizada nesta sexta-feira (4).

Segundo Roncalli, durante o encontro, que contou com a participação de representantes dos CAPS AD III de diferentes municípios do Rio Grande do Norte, da equipe do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, e de representantes da gestão estadual de Saúde Mental, o CAPS AD III Mossoró foi publicamente questionado e desqualificado quanto à forma como desenvolve suas atribuições.

O médico afirma que presenciou as colocações e considera ainda mais grave o fato de, segundo ele, a avaliação ter sido feita sem que a representação estadual tivesse realizado uma visita técnica ao serviço para conhecer, de perto, sua estrutura, rotina, equipe, perfil dos usuários e a complexidade dos atendimentos realizados diariamente.

Roncalli repudia, de forma contundente, a desqualificação pública do serviço e de seus trabalhadores por uma técnica que, segundo ele, desconhece a realidade do CAPS AD III Mossoró e, por isso, demonstra não ter qualificação para ocupar o cargo que exerce.

O médico, que conhece de perto a realidade da saúde mental de Mossoró e do Rio Grande do Norte, deixa claro que não é contrário a críticas, avaliações ou recomendações técnicas. O que repudia é a desqualificação pública de um serviço e de seus trabalhadores sem o devido conhecimento da realidade e sem qualquer visita técnica que pudesse fundamentar as críticas apresentadas.

O Blog da Chris publica, na íntegra, a nota de repúdio assinada pelo médico.

Veja nota na íntegra:

NOTA DE REPÚDIO

Em defesa do CAPS AD III Mossoró, de seus trabalhadores e do respeito institucional

Eu, Dr. Roncalli Guimarães, médico psiquiatra responsável pelo Centro de Atenção Psicossocial Alcool e outras Drogas III – CAPS AD III Mossoró/RN, venho a público manifestar meu repúdio e profunda indignação diante da forma desrespeitosa e desqualificadora com que o serviço foi tratado durante reunião realizada no âmbito do Projeto Apost-RAPS, no dia 04 de setembro de 2026, com a participação de representantes dos CAPS do Rio Grande do Norte, da equipe do Hospital Sírio-Libanês e de representação da gestão estadual de Saúde Mental.

Durante o encontro, presenciei o CAPS AD III Mossoró ser publicamente questionado quanto à sua atuação enquanto serviço CAPS AD III, por meio de afirmações que colocaram em dúvida a forma como desenvolvemos nossas atribuições e apontaram supostas falhas de maneira generalizada, diante de profissionais e representantes de serviços de diferentes municípios do Estado.

O que considero ainda mais grave é que tais afirmações foram realizadas sem conhecimento presencial e aprofundado da realidade do CAPS AD III Mossoró. Até o presente momento, não houve visita técnica ao serviço por parte da referida representação estadual que possibilitasse conhecer, in loco, nossa estrutura, rotina, equipe, perfil dos usuários, acolhimento integral, estratégias de cuidado, Projetos Terapêuticos Singulares, articulações com a Rede de Atenção Psicossocial e com a rede intersetorial, dificuldades, potencialidades e a complexidade das demandas atendidas diariamente.

Como desqualificar publicamente um serviço sem antes conhecer sua realidade?

Como afirmar que uma equipe “trabalha, mas não trabalha como CAPS AD III” sem conhecer de maneira aprofundada aquilo que seus profissionais realizam diariamente, sem acompanhar sua rotina e sem estabelecer previamente um processo de avaliação técnica, escuta e dialogo institucional com aqueles que constroem o serviço?

É justamente essa postura que repudio.

Não repudio a crítica técnica. Não repudio a avaliação. Não repudio a identificação de fragilidades. Repudio a desqualificação pública de um serviço sem o devido conhecimento de sua realidade.

Como médico psiquiatra responsável pelo CAPS AD III Mossoró, reconheço que nenhum serviço está isento de dificuldades e que todo equipamento da Rede de Atenção Psicossocial deve estar permanentemente aberto à avaliação, à supervisão e ao aprimoramento de suas práticas. Reconhecemos nossas responsabilidades e estamos disponíveis para discutir e corrigir aquilo que tecnicamente necessite de aperfeiçoamento.

Entretanto, avaliação técnica pressupõe conhecimento, escuta, diálogo, fundamentação e responsabilidade.

Não considero aceitável reduzir o trabalho de uma equipe ou colocar em dúvida sua identidade enquanto CAPS AD III a partir de uma compreensão parcial de sua realidade, especialmente em um espaço estadual no qual estavam reunidos representantes de diversos serviços.

O CAPS AD III Mossoró funciona 24 horas por dia. Nossa equipe vivencia diariamente situações de elevada complexidade relacionadas ao uso de álcool e outras drogas, vulnerabilidade social, rompimento de vínculos familiares, situações de rua, comorbidades clínicas e psiquiátricas e inúmeras outras demandas que exigem articulação permanente com diferentes pontos da Rede de Atenção Psicossocial e da rede intersetorial.

Nesse contexto, desenvolvemos ações de acolhimento, acompanhamento multiprofissional, acolhimento integral, construção e acompanhamento de Projetos Terapêuticos Singulares, estratégias de redução de danos, atendimento e orientação as familias, atividades terapêuticas, articulação territorial e intersetorial e ações voltadas à autonomia e à reinserção social dos usuários.

Conheço de perto o trabalho desenvolvido no CAPS AD III Mossoró. Conheço os desafios enfrentados pela equipe, a complexidade dos casos atendidos e o empenho dos profissionais

que sustentam diariamente o cuidado ofertado à população. Por trás de cada atendimento, de cada acolhimento e de cada situação de crise existem trabalhadores comprometidos e usuários que dependem desse serviço.

Por isso, não recebi o ocorrido como uma simples divergência técnica. As colocações provocaram constrangimento, indignação e sentimento de desrespeito institucional entre profissionais que diariamente assumem a responsabilidade pelo cuidado de uma população extremamente vulnerável.

Reconheço o papel fundamental da gestão estadual no fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial. Justamente por ocupar esse lugar, entendo que suas representações devem fomentar cooperação, apoio institucional, diálogo, qualificação e construção conjunta, especialmente antes de emitir avaliações públicas capazes de atingir a credibilidade de um serviço e de seus trabalhadores.

Se existem fragilidades no CAPS AD III Mossoró, quero discuti-las. Se existem recomendações técnicas, quero conhecê-las. Se existem processos que precisam ser modificados, estamos disponíveis para construí-los coletivamente.

Mas considero indispensável que qualquer avaliação sobre o nosso trabalho seja realizadacom conhecimento da realidade, fundamentação técnica, escuta dos profissionais e respeito institucional.

Diante disso, convido formalmente a representação da Saúde Mental do Estado do Rio Grande do Norte a conhecer presencialmente o CAPS AD III Mossoró, acompanhar sua dinâmica de funcionamento e dialogar diretamente comigo e com os profissionais que constroem diariamente o cuidado ofertado à população.

Estamos de portas abertas para avaliação, orientação, diálogo e construção.

O que não posso aceitar é que desconhecimento seja transformado em julgamento e que julgamento seja apresentado publicamente como avaliação de um serviço.

Reafirmo meu compromisso, enquanto médico psiquiatra responsável pelo CAPS AD III Mossoró, com o Sistema Único de Saúde, com os princípios da atenção psicossocial, com o cuidado em liberdade, com a redução de danos e, sobretudo, com os usuários e familiares que diariamente confiam em nosso trabalho.

Defender o CAPS AD III Mossoró não significa afirmar que somos um serviço sem falhas. Significa exigir que nossas fragilidades sejam discutidas com responsabilidade, conhecimento técnico e respeito, e que o trabalho desenvolvido por nossos profissionais seja reconhecido e tratado com a dignidade que qualquer serviço público e qualquer trabalhador do SUS merece.

Mossoró/RN, 04 de setembro de 2026.

Dr. Roncalli Guimarães 

Médico Psiquiatra responsável pelo CAPS AD III-Mossoró-RN 

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OncologyGroup e Nossa Clínica inauguram unidade de referência em oncologia em Mossoró

Mossoró ganhou, nesta sexta-feira (4), uma nova referência em atendimento oncológico. O OncologyGroup, referência em oncologia e hematologia no Rio Grande do Norte, inaugurou, em parceria com a Nossa Clínica, sua nova unidade na cidade.

O evento, realizado na noite desta sexta-feira, foi bastante prestigiado e reuniu autoridades, médicos, profissionais da saúde, representantes da imprensa e convidados da sociedade mossoroense.

Localizada na Rua João Marcelino, 1901, no bairro Nova Betânia, a unidade OncologyGroup – Nossa Clínica nasce da união entre a experiência e a tradição da Nossa Clínica na região e a expertise do OncologyGroup em oncologia e hematologia. A proposta é oferecer aos pacientes de Mossoró e de toda a região Oeste acesso a atendimento especializado, tecnologia e protocolos modernos de tratamento, com uma abordagem humanizada e integrada.

O momento simbólico da inauguração foi marcado pelo corte da fita, realizado pelo representante da Nossa Clínica, Dr. Cláudio Montenegro, ao lado dos médicos do OncologyGroup, Dra. Danielli Matias e Dr. Cláudio Macedo, que representam a equipe responsável pela atuação da nova unidade.

Para a oncologista e sócia do OncologyGroup, Dra. Danielli Matias, a chegada da unidade representa um importante avanço para a assistência à saúde na região. “A chegada do Oncology Group representa um avanço importante para a saúde da região, e principalmente para os pacientes e para as suas famílias. Durante muito tempo, muitos pacientes precisaram enfrentar longas viagens até Natal em busca de tratamentos mais especializados. E sabemos que, quando uma pessoa está passando por um momento delicado da vida, enfrentando uma doença oncológica, ter que se deslocar para outra cidade torna tudo ainda mais difícil”, destacou.

Segundo a médica, oferecer tratamento oncológico de excelência em Mossoró significa proporcionar mais conforto e acolhimento aos pacientes, sem abrir mão da qualidade da assistência. “A chegada dessa nova unidade significa que nossos pacientes poderão contar com uma assistência cada vez mais completa, qualificada e próxima de casa. Significa estar perto da família, de sua rede de apoio e das pessoas que fazem parte da sua vida, sem abrir mão da qualidade, da tecnologia, da segurança e da excelência que podemos trazer junto à Nossa Clínica aqui em Mossoró”, afirmou.

A nova unidade reúne uma estrutura voltada ao cuidado integral do paciente oncológico, com atendimento multidisciplinar e suporte de profissionais especializados, incluindo oncologistas, enfermeiros, psicólogos e nutricionistas. O modelo busca oferecer uma jornada de cuidado mais integrada, desde o diagnóstico até o acompanhamento e tratamento.

A parceria também fortalece a interiorização da assistência especializada e amplia as possibilidades de acesso da população do Oeste potiguar a tratamentos de alta complexidade, reduzindo a necessidade de deslocamentos para outros centros.

Nota da Chris:

Parabéns aos amigos Cláudio Montenegro e Fábia, proprietários da Nossa Clínica, pela inauguração desse espaço tão especial em Mossoró. Um projeto que chega para somar à saúde de Mossoró, com cuidado, excelência e inovação. Muito sucesso nessa nova parceria com o OncologyGroup! 

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Olavo Hamilton é eleito para a Academia Mossoroense de Letras

O advogado, escritor e professor universitário Olavo Hamilton foi eleito, nesta sexta-feira (4), para ocupar a Cadeira nº 01 da Academia Mossoroense de Letras (AMOL).

A cadeira tem como patrono Jonas Reginaldo da Rocha e foi anteriormente ocupada pelo escritor Luís Alves Neto.

A eleição representa um importante reconhecimento à trajetória de Olavo Hamilton, que tem atuação destacada na advocacia, na docência e na produção literária e intelectual.

Com a eleição, Olavo Hamilton passa a integrar uma das mais tradicionais instituições literárias de Mossoró, ampliando sua contribuição para a cultura, a literatura e o pensamento intelectual do município.

Nota da Chris:

Notícia maravilhosa e uma conquista mais do que merecida. Competente, dedicado e um grande profissional, você honra a advocacia, a docência e a literatura. Parabéns, amigo!

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Restaurante em Mossoró pode ser multado em até R$ 8 mil por propaganda eleitoral irregular

Um restaurante de Mossoró chamou atenção nesta sexta-feira (4) pela presença de elementos que remetem diretamente à campanha política dentro do estabelecimento.

Segundo a legislação eleitoral, estabelecimentos comerciais, mesmo sendo propriedades privadas, são considerados bens de uso comum para fins eleitorais. Por isso, a utilização do espaço para propaganda de candidatos ou partidos pode caracterizar irregularidade.

No local, chama atenção a decoração e a presença de funcionários usando camisas da Seleção Brasileira, além de adesivos e outros elementos associados ao bolsonarismo. A cena, para quem chega ao estabelecimento, passa facilmente a impressão de estar entrando em um verdadeiro comitê político.

A legislação eleitoral prevê que a propaganda irregular em locais de uso comum pode gerar notificação para retirada do material e multa de até R$ 8 mil, conforme o caso.

A pergunta é simples: pode transformar restaurante em espaço de campanha eleitoral?

Se a regra vale para uns, precisa valer para todos. E cabe à Justiça Eleitoral fiscalizar.

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MP apura desmonte de laboratório público enquanto contrato de R$ 1,8 milhão cresce na gestão Allyson Bezerra

Do Blog do Dina

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) instaurou inquérito civil para apurar um suposto desmantelamento das atividades laboratoriais do PAM Bom Jardim, em Mossoró, e a possível transferência da demanda de exames da rede pública municipal para laboratórios privados.

A investigação foi instaurada pela 1ª Promotoria de Justiça de Mossoró, por meio de portaria assinada pelo promotor Rodrigo Pessoa de Morais. O procedimento apura, entre outros pontos, eventual “sucateamento” do laboratório público, possíveis remoções injustificadas de bioquímicos efetivos e a terceirização da realização de exames para empresas privadas e conveniadas.

O caso chama atenção porque, no mesmo período, o Fundo Municipal de Saúde de Mossoró efetuou pagamentos que somam R$ 1.897.193,61 à empresa L A Melo Martins Análises Clínicas, nome fantasia Lablam, contratada por meio de inexigibilidade.

Os pagamentos foram realizados entre maio de 2025 e agosto de 2026, referentes a faturas emitidas desde fevereiro de 2025.

Contrato saltou de R$ 6 mil para mais de R$ 205 mil

Documentos consultados apontam um crescimento expressivo no valor das faturas apresentadas pela Lablam.

A primeira fatura registrada, referente a fevereiro de 2025, foi de R$ 6.033,97. Em julho de 2026, o valor chegou a R$ 205.280,59, aproximadamente 34 vezes o montante inicial.

Segundo o levantamento, a Lablam concentrou cerca de 98% dos valores pagos pelo Fundo Municipal de Saúde entre os fornecedores identificados com atividades relacionadas a análises ou laboratório.

O contrato tem valor estimado de R$ 2.855.256,60 e foi renovado em dezembro de 2025 por mais 12 meses.

Enquanto isso, laboratório público enfrentava falta de insumos

A situação contrasta com o cenário encontrado no laboratório do PAM Bom Jardim.

Em março de 2025, o Blog do Barreto relatou que a unidade contava com 15 bioquímicos efetivos, mas oferecia apenas quatro tipos de exames devido à falta de insumos.

Agora, o MPRN decidiu aprofundar a apuração. A promotoria determinou que a direção do PAM apresente informações sobre equipamentos, servidores, funcionamento do laboratório e falta de insumos.

A Central de Apoio Técnico Especializado (CATE), do próprio Ministério Público, também deverá realizar vistoria para verificar as condições físicas da unidade, os equipamentos disponíveis e a rotina de exames efetivamente realizada.

Contratação ocorreu na gestão Allyson Bezerra

O Contrato nº 18/2024 foi firmado durante a gestão do então prefeito Allyson Bezerra, mas a documentação oficial indica que a contratação foi realizada no âmbito do Fundo Municipal de Saúde.

A defesa do ex-prefeito afirmou ao Blog do Dina que Allyson não teve acesso ao procedimento investigatório e sustentou que as contratações do município foram descentralizadas para os secretários por meio de legislação municipal de 2021.

A própria reportagem ressalta que a portaria do MPRN não cita Allyson Bezerra individualmente como investigado e atribui os fatos apurados à Secretaria Municipal de Saúde.

Parentesco também aparece na documentação

A Lablam pertence a Luís Antonio Melo Martins, empresário individual e único titular da empresa, que possui capital social de R$ 50 mil.

O nome da empresa já havia aparecido em reportagem anterior devido ao parentesco entre Luís Antonio e Rodrigo Forte, que ocupou funções na administração municipal. O parentesco foi confirmado pelo próprio Forte à época.

Os documentos analisados apontam ainda que Forte ocupou posteriormente o cargo de secretário de Gestão de Pessoas e, desde junho de 2026, preside o Previ-Mossoró.

Lablam também aparece em material apreendido pela PF

Outro ponto levantado pela reportagem envolve a Operação Mederi, deflagrada pela Polícia Federal em janeiro de 2026 para investigar suspeitas de fraudes na área da saúde.

Durante a operação, uma nota fiscal emitida pela Melo Martins Análises Clínicas contra a Prefeitura de Mossoró apareceu entre documentos apreendidos em material relacionado ao núcleo investigado em Paraú.

A reportagem ressalta, contudo, que a Lablam não é apontada como alvo do mandado de busca, não é nominalmente investigada nas peças analisadas e não há, nos documentos citados, atribuição de participação da empresa no esquema investigado pela PF.

O aparecimento da nota nos autos, portanto, levanta questionamentos que ainda não foram esclarecidos.

Perguntas ainda sem resposta

Entre os principais pontos que deverão ser esclarecidos estão:

  • * Por que a capacidade do laboratório público teria diminuído enquanto os pagamentos ao laboratório privado aumentaram?
    * Quantos laboratórios participaram ou se habilitaram no chamamento público?
    * Quantos bioquímicos foram removidos do PAM Bom Jardim e por quais motivos?
    * Quem determinou essas remoções?
    * Por que o contrato continuou sendo executado após a Operação Mederi?
    * Houve auditoria ou revisão do contrato por parte do município?
    * Por que a rede própria não absorveu parte da demanda de exames?

O inquérito civil segue em andamento. A direção do PAM deverá prestar informações ao Ministério Público, e a CATE deverá realizar a vistoria técnica determinada pela promotoria.

O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Mossoró, da Secretaria Municipal de Saúde, de Rodrigo Forte, da Lablam e de Jacqueline Morgana Dantas Montenegro.

Importante: até o momento, o inquérito do MPRN apura os fatos e não representa, por si só, conclusão de irregularidade ou responsabilidade individual do ex-prefeito Allyson Bezerra.

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Escultura gigante de garrafa dá boas-vindas aos visitantes do 5º Festival Gastronômico de Tibau

A Prefeitura de Tibau prepara uma novidade para receber o público no 5º Festival Gastronômico e Cultural. A partir desta sexta-feira (4), uma escultura gigante em formato de garrafa, preenchida com areia colorida, será instalada na entrada da Arena de Eventos.

A estrutura foi pensada para representar as cores, a cultura e a identidade da região, além de se transformar em um cenário para fotos e registros dos visitantes.

O festival segue até domingo (6), reunindo programação musical, vila gastronômica, artesanato e experiências culturais durante o feriadão.

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Zé Peixeiro desiste de candidatura e declara apoio a João Maia

O ex-vereador de Mossoró Zé Peixeiro anunciou, nesta quinta-feira (3), a desistência de sua candidatura a deputado federal pelo PSDB e declarou apoio à reeleição do deputado João Maia (Progressistas).

Com uma trajetória marcada por votações expressivas e forte presença política em Mossoró, Zé Peixeiro afirmou que decidiu deixar a disputa após o partido não cumprir compromissos assumidos para viabilizar sua candidatura.

A saída representa um reforço para o projeto de João Maia no município e também pode aumentar a pressão sobre a nominata federal do PSDB, que é comandado no Rio Grande do Norte pelo presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira.

Durante o encontro, Zé Peixeiro também apresentou a João Maia uma pauta de interesse de Mossoró: a luta pela construção do Santuário de Santa Luzia, projeto que pode fortalecer o turismo religioso e movimentar a economia local.

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Adjuto Dias reúne lideranças de 50 municípios e mostra força política em Natal

O deputado estadual Adjuto Dias (PL), candidato à reeleição, deu uma demonstração de força política na noite desta segunda-feira (31), em Natal.

Lideranças, aliados e apoiadores de cerca de 50 municípios do Rio Grande do Norte participaram da mobilização. Na disputa proporcional, em que capilaridade e presença nos municípios são fundamentais, a participação de representantes de diferentes regiões demonstrou a dimensão da articulação construída pelo deputado.

Durante o encontro, Adjuto fez um balanço do primeiro mandato e reforçou sua postura de oposição ao Governo Fátima Bezerra. Lembrou a fiscalização da gestão, os votos contrários ao aumento de impostos e afirmou que pagou um preço político por sua atuação.

“Tive muitas dificuldades nesses quatro anos como deputado de oposição. Fiscalizei o que precisava ser fiscalizado, votei contra o aumento de impostos. Paguei um preço muito caro por isso”, afirmou.

Álvaro Dias fez uma defesa enfática da reeleição do deputado.

“Nós temos aqui um grande deputado estadual que não se dobrou, não se vendeu, não se dobrou às pressões do desgoverno Fátima Bezerra”, declarou.

O encontro também reuniu nomes da chapa de oposição no Estado. Estiveram presentes o candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL); o candidato ao Senado, Coronel Hélio (PL); a candidata a deputada federal Nina Souza (PL); e a vice-prefeita de Natal, Joanna Guerra.

A mobilização reforçou a candidatura à reeleição e mostrou a articulação de Adjuto em diferentes regiões do Rio Grande do Norte.

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Mau cheiro e sujeira tomam conta da Cobal em Mossoró

Apesar dos milhões gastos na reforma da Central de Abastecimento Prefeito Raimundo Soares (COBAL), localizada no Centro de Mossoró, o que chega ao Blog da Chris é bem diferente da imagem de um mercado que deveria oferecer condições dignas para comerciantes e consumidores.

Um webleitor entrou em contato com o Blog e enviou mensagem, fotos mostrando sujeira e falta de limpeza, e fala do mau cheiro no local.

E aí fica a pergunta: cadê a fiscalização? Cadê a manutenção? Cadê a Prefeitura?

Não adianta gastar milhões em reforma e deixar o equipamento público entregue à sujeira depois.

Seria importante que os órgãos responsáveis pela fiscalização sanitária, como a Covisa, fossem até o local verificar de perto a situação.

Nota da Chris:

A Mossoró da propaganda parece uma. A Mossoró real é outra. A população paga a conta e merece respeito. Prefeitura de Mossoró, limpeza também é obrigação.

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Gustavo Soares é recebido pela reitora da UERN nesta quinta-feira

O ex-prefeito de Assú e candidato a  deputado estadual Gustavo Soares será recebido nesta quinta-feira (3), às 15h30, no gabinete da Reitora da UERN, Cicília Maia, em Mossoró, para um encontro voltado ao diálogo e à discussão de ideias para o futuro.

A agenda deve reunir apoiadores e pessoas interessadas em contribuir com um projeto político que tem como foco a união, o diálogo e a construção de novas perspectivas para o Rio Grande do Norte.

O encontro será marcado pelo diálogo e pelo fortalecimento de ideias e iniciativas em apoio à universidade, reforçando a importância da instituição para o desenvolvimento de Mossoró e do Rio Grande do Norte.

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