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Pedro Ratts assume assessoria de comunicação do estado

Pedro Ratts (Foto: divulgação)

O governador Robinson Faria (PSD) nomeia nesta terça-feira (9), o publicitário Pedro Ratts como novo assessor de Comunicação do Governo do RN. Pedro substituirá a jornalista Juliska Azevedo, que estava na função desde 2015.

 

Pedro Ratts é publicitário, com 25 anos de experiência no mercado de comunicação, e foi presidente do Sindicato das Agências de Propaganda do RN.

Segundo informações chegadas ao blog, a substituição se deu em razão da pouca comunicação de Juliska com boa parte da imprensa do RN, o que vinha desagradando e muito o governador.

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Secretário municipal se destaca pelo seu ativismo pró-Bolsonaro

Eliéser Girão (Foto: divulgação)

Do Blog do Carlos Santos

O secretário de Segurança do município de Mossoró, general reformado Eliéser Girão, tem-se notabilizado paralelamente ao seu trabalho administrativo, por ações no estado de organização e defesa da postulação do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) à Presidência da República.

Nota da Chris:

Não era de se esperar outra postura de um general. Afinal, o senhor secretário Girão já mostrou por diversas situações na cidade – como atitudes nada democráticas no desfile de 07 de setembro passado – que tem um comportamento austero, o mesmo defendido pelo deputado federal Jair Bolsonaro.

Para nós não foi e nem é surpresa. O ditado “os opostos se atraem”, aqui não se aplica. São parecidíssimos em comportamento e combinam demais. Arroche Girão.

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Governo reúne bancada federal e apresenta ações de recuperação fiscal

(Foto: publicação/Demis Russo)

O governador Robinson Faria recebeu ontem, 04, na Governadoria, os deputados federais e senadores que compõem a bancada federal do Rio Grande do Norte. Robinson solicitou o apoio da bancada, para que seja cumprida uma agenda conjunta de ações junto ao Governo Federal em busca do reequilíbrio financeiro do Estado e da regularização, o mais rápido possível, do pagamento do servidor público Estadual. O governador solicitou ainda que a bancada apoie, junto aos deputados estaduais, a aprovação das medidas de austeridade que precisam ser votadas na Assembleia Legislativa.

O chefe do Executivo estadual fez um histórico do trabalho realizado em Brasília para a captação de recursos federais. Ele lembrou que o RN não foi beneficiado pela renegociação da dívida dos Estados com a União, porque é uma das unidades da federação com menor dívida. Por outro lado, busca apoio federal para restabelecer o fluxo de caixa.

Só salvaremos o Rio Grande do Norte juntos. Não quero ser o protagonista, acredito que todos nós temos um papel a cumprir”, afirmou o governador, ao agradecer a presença dos parlamentares. E acrescentou: “Essa união é muito importante para que o governo alcance nosso maior objetivo, colocar o pagamento dos servidores em dia”.

Durante a reunião, o governador também pediu o apoio da bancada para que se some ao governo no pleito feito à União de que o Rio Grande do Norte possa aplicar um montante do Fundeb que o Estado ganhou em ação judicial, no valor de R$ 1,7 bilhão, no pagamento de inativos da Educação. O uso em salários precisaria de uma liberação federal.

Participaram da reunião os senadores Garibaldi Filho, Fátima Bezerra e José Agripino Maia, além dos deputados federais Fábio Faria, Antônio Jácome, Walter Alves, Rogério Marinho, Zenaide Maia, Beto Rosado e Rafael Motta. O vice-governador, Fábio Dantas, também estava presente.

Informações da Assessoria de Comunicação.

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Rosalba copia Francisco José Júnior com gestão “Xing Ling”

Gestão municipal mossoroense tem período embaraçoso, pouco produtivo e parecido com antecessor

O Jornalista Carlos Santos, em seu blog, faz uma retrospectiva e analise do primeiro ano da gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) á frente da prefeitura de Mossoró. Texto sem retoques que o blog da Chris reproduz na íntegra. Vale à leitura:   

Do Blog do Carlos Santos 

A quarta gestão municipal de Rosalba Ciarlini (PP) fechou seu primeiro ano. Foram 365 dias de 2017, completados no último dia 31 de dezembro. Mas em resumo, pouco ou quase nada ela tem a apresentar. É um governo de continuidade e de faz-de-conta.

Rosalba segue os passos da administração Francisco José Júnior (o “Francisco”), seu antecessor. Em alguns pontos, chega ao requinte da perfeição na clonagem. Difícil saber qual dos dois é mais Xing Ling. Quem quiser que compre, mas nenhum tem garantia – é bom avisar.

Folha de São Paulo tomou Rosalba como um dos péssimos exemplos no início de novas gestões do país (Reprodução)

E se forem observados os principais pontos do seu “plano de governo”, registrado na campanha eleitoral 2016, será fácil perceber que tudo não passou de uma embromação eleitoreira.


O plano diz uma coisa, o governo é bem menos do que você imagina e não é nada do que chegou a ser propagado.

A propaganda é um espetáculo à parte, recheada de efeitos especiais, mentiras deslavadas e micos que beiram o ridículo. Beiram, não. São ridículos mesmos.


O diálogo em vídeo dela com “Betinha” (veja no boxe mais abaixo), é o top desse Sitcom (abreviatura da expressão inglesa situation comedy, “comédia de situação”) da gestão municipal.

Se Francisco José Júnior chegou à excrescência de “timbrar” caixões funerários para doação a mortos paupérrimos e preparar kits com produtos de limpeza para distribuir com mulheres humildes no Dia das Mães, Rosalba o superou com a gravação de um vídeo picaresco.


Nele, ela noticia o início da retomada de voos comerciais no Aeroporto Dix-sept Rosado, que nunca se realizou e que jamais poderia assumir para si, também por não ser mérito de seu governo e sim da administração estadual.


A esperteza voltou-se contra ela, que nunca mais lembrou o “feito”.


Em outra peça de marketing, divulgou em outubro que sua gestão comemorava “superação da crise nacional”, uma performance que nem o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, se jacta.


Propaganda de um mês e “realizações” que não se sustentam na realidade do cotidiano da cidade


O governo foi pródigo em se esconder da imprensa, omitir informações e se embaraçar até mesmo quando tinha tudo para tirar proveito de acertos. Comunica-se mal, porque parece mesmo vocacionado à mentira, à desfaçatez e ao ilusionismo.

A honestidade, vamos sublinhar, não foi o forte nesse primeiro ano de governo. Na verdade, andou longe de merecer medalha de ouro.


Folha dá destaque negativo

No afã de arrumar acomodação para parentes, aderentes, filhos de compadres e comadres, acabou despertando o interesse da imprensa nacional logo no começo da administração: Rosalba segue luta contra o desemprego (em sua família).


A Folha de São Paulo destacou os excessos da prefeita logo no dia 9 de janeiro de 2017, poucos dias após assumir administração.

Um pouco adiante, março, mais um deslize do governo.


Rosina Ciarlini, irmã da prefeita, chegou a ponto de “assumir” a direção da Escola de Artes da Prefeitura Municipal de Mossoró, com direito a sentar na cadeira de chefia e ser saudada por “subordinados”, sem ter portaria correspondente à nomeação – dupla ilegalidade: Irmã de Rosalba ‘assume’ cargo sem portaria; prefeitura nega.


Descoberta, Rosina esgueirou-se e saiu de fininho da cadeira, do cargo e da cidade.

Rosina foi fotografada em sua sala como “diretora”, sem ter qualquer nomeação (Foto: reprodução)


O desgaste não ficou nesse patamar. A prefeita foi destaque no âmbito nacional em noticiários comprometedores.


Em abril, seu nome apareceu entre beneficiados de suposta propina no escândalo da Operação Lava Jato, delações relacionadas a executivos da Construtora Norberto Odebrecht (Robinson, Rosalba e Fábio Faria são investigados por três crimes). Seu apelido na lista da mega corporação do crime era “Carrossel”.

O caso mais notório de situação suspeitíssima é o enredo para contratação de empresa para fazer limpeza urbana na cidade.


Milhões sem licitação


Assegurou contratos que chegam a 48,03% de reajuste, sem qualquer licitação e renovou com outras empresas – também sem licitação -, quando o compromisso era de “revisão de todos os contratos deixados” pelo ex-prefeito (Rosalba pagará mais de R$ 28 milhões à empresa sem licitação).


Outro “enrolation” aparece ao contratar mais de 550 pessoas para postos comissionados, ao longo do ano, apesar de ter baixado um decreto no início do governo, que prometia redução “em até 50%” dos cargos (Rosalba garante, até aqui, 555 pessoas em cargos comissionados).


O agravante, é que a própria prefeita não soube até hoje informar quantos cargos estariam disponíveis na prefeitura e nenhum secretário é capaz de esclarecer esse mistério sepulcral.


Jornal Nacional mostrou Rosalba Ciarlini, ou “Carrossel, como uma das implicadas no esquema (Foto: reprodução)


O Tribunal de Contas do Estado (TCE) emitiu alerta à Rosalba em julho, para que ela reduzisse folha de pessoal: Prefeitura gasta mais de 60% de receita com folha de pessoal. Um pouco antes, em maio, ela tinha criado a Secretaria Municipal da Cultura, onde aboletou cerca de 41 ‘chefes’ e nenhum ‘índio’ (Cultura se reforça com multidão de ‘caciques’).

Por falar em cargos, o nepotismo foi outra marca do governo e não se resume à Rosina Ciarlini. São empregos da parentela que escorrem por todos os escalões, sem que ninguém seja importunado. Quem saiu, foi porque quis. Caso do filho Kadu Ciarlini (veja AQUI), então chefe de Gabinete, que se cansou do cargo e deu adeus dia 20 de março, com menos de três meses na antessala da mãe.


No caso de Yuri Tasso Pinto, não. Uma exceção. Foi exonerado por recomendação legal em março (veja AQUI), mas segue dando as cartas na pasta da Infraestrutura, onde sua mulher Kátia Pinto é titular. Contudo, ele manda.


Pelo menos em termos de cobrança de imposto e criação de outros, arrocho em fiscalização de trânsito, o governo da “Rosa” não tem comparativos. Foram mais de 23 mil multas imposta a condutores de veículos automotivos, até setembro de 2017, ao contrário de pouco mais de 8 mil em todo ano de 2016.


Ainda teve agilidade para desfechar um golpe digno de MMA, no queixo e bolso do contribuinte. O reajuste do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em alguns casos passou de 600%. Tudo “dentro da lei”, claro.


Servidor público sem reajuste


O projeto de lei que incluiu prestadores de serviços autônomos como manicures, tatuadores, cabeleireiros etc. no rol de contribuinte, foi mais uma derrapada. Apesar de ser uma matéria para alinhar decisão fiscal federal, a prefeitura deu um show de desinformação, concorrendo para que a versão de voracidade tributária imperasse.


O mesmo aconteceu sobre o projeto que leva a prefeitura a “fichar” contribuintes inadimplentes em cadastros nacionais de calotes, como Serasa e Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).


Bom não esquecer o aumento na tarifa de coletivos urbanos, adotado para entrar em vigor no início de 2018.


A sua relação com o servidor municipal, foi sinuosa neste primeiro ano. Enfrentou greves e negou reajuste, além de chegar a impedir manifestantes de acomodarem barracas á calçada da sede da municipalidade, que os protegessem do sol: quanta intolerância.


Pelo menos conseguiu em poucos meses reduzir atrasos salariais e fechar folha com pequenas oscilações de datas, privilegiando funcionários de carreira e comissionados. Os terceirizados seguem na penúria. Há casos de gente que não recebe há sete meses, uma situação humilhante e cruel.


Símbolo desse massacre foi o choro da terceirizada Ariosnilda Firmino (Terceirizada pede salário para pelo menos ter o que comer), numa reunião na Câmara Municipal de Mossoró, em dezembro.

Unidades de saúde, escolas e outros equipamentos públicos foram alvos de seguidos assaltos, arrastões e arrombamentos, que fugiram ao controle da municipalidade.


Ortopedia, desabastecimento e insulina


Antes, uma de suas primeiras medidas foi conter despesas na área de segurança, fechando todas as unidades da Base Integrada Cidadã (BIC), criada na gestão Cláudia Regina (DEM) e expandida por Francisco José Júnior.


Queixa ensurdecedora é quanto ao fechamento da Ortopedia do município, deixando centenas de pessoas com ameaças de sequelas ósseas. Contabilize-se como desapontamento maior, o desabastecimento das Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) e Unidades Básicas de Saúde (UBS’s), cenário igual ou pior ao deixado pelo ex-prefeito, além da irregularidade na distribuição de insulinas.


Insegurança, falta de médicos e outros problemas constam de um balanço apresentado na Câmara Municipal pelo vereador Petras Vinícius (DEM) – Relatório detalha sucateamento da Saúde em Mossoró, feito em setembro e publicado em primeira mão por nossa página.


Final de ano com exageros e inverdades


Alardeou-se que 400 cirurgias ortopédicas seriam feitas por mês sob a batuta da prefeitura, em parceria com o Governo do Estado. Outra ação meia-boca. Pouco mais de 166 foram realizadas em cerca de dois meses.


Para fechar o ano, Rosalba Ciarlini voltou a marcar posição no mundo fantasioso em que vive ao lado de seus militantes-amestrados. Terminou como havia começado. São pelo menos dois episódios que se destacam.


Em solenidade do setor empresarial da cidade no Teatro Municipal Dix-huit Rosado, no dia 26 de dezembro, disparou: “Mossoró é uma referência em Educação, Saúde e Cultura“.


Sobre Saúde, o que acontece nas UPA’s e UBS’s fala por si. A Educação é um desastre continuado governo após governo. Qualquer dúvida, veja AQUI dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e as avaliações devastadoras do setor em termos de estado e Brasil.

 Interdições e acidentes marcaram Cidade Junina

A Cultura, apelo propagandístico que se vendeu para Mossoró ser uma “capital” no estado e país, acabou desabando com seu último baluarte, o “Mossoró Cidade Junina”. O que ela promoveu em 2017 foi o mais desorganizado e mixuruca dos últimos anos: Bombeiros interditam Cidade Junina; Prefeitura se esquiva.


O Governo Rosalba Ciarlini conseguiu a proeza de fazer esse patrimônio imaterial do mossoroense se transformar num evento paroquial: Apesar de forte potencial, Cidade Junina virou “festa caseira”, como apontou pesquisa encomendada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN).


No sábado (30 de dezembro), a última cena vexatória de 2017. A prefeita autoproclamou que graças a iniciativa sua, tropas federais desembarcavam àquele dia na cidade, para dar segurança ao município em face de movimento de paralisação das polícias Militar e Civil.


– As tropas vieram após solicitação  enviada pela prefeita Rosalba Ciarlini ao Governo Federal – disse matéria da Assessoria de Comunicação da Prefeitura, sem atentar que a prerrogativa do pedido é exclusiva do governador, cabendo ao presidente da República acatar ou não, o que ocorreu, sem qualquer ingerência da prefeita – que de novo tentou se apropriar de louros alheios.

No lucro

Mesmo assim, após um ano administrativamente pífio, o prejuízo da “Rosa” é relativamente menor do que deveria registrar, do ponto de vista político. Ela conta a seu favor com um capital próprio alimentado pelo populismo, que é uma de suas principais marcas, além da ausência de uma oposição minimamente ativa e organizada.


Nessa contabilidade, aparece ainda o próprio perfil indolente, alheio e acrítico da maioria da população, que se acostumou em ser vaquinha de presépio e apenas ruminar lamentações nas calçadas ou aqui e ali nas redes sociais. Inclua nessa avaliação, o papel da maioria da mídia, que é generosa em elogios e aquiescente, bem ao contrário do linchamento impiedoso que promoveu contra Francisco José Júnior.


Sem caráter administrativo inventivo, órfã de qualquer traço de governança ágil, transparente e ousada, repetindo fórmula de sempre para fazer o convencional ou nem isso, Rosalba Ciarlini sobrevive ao realismo da modernidade. Difícil prever se Mossoró escapará desse atraso.


Por enquanto, seu governo é quase tudo aquilo que dizia em campanha e fala após empossada, sobre o sucessor, sua inspiração constante no retrovisor da gestão municipal. Problema mais delicado vive quem vai mais atrás (como sempre) nessa viagem arriscada: o povo-gado, a massa-gente de que nos falava o professor/ex-senador Darcy Ribeiro.


Boa sorte, Mossoró! Você vai precisar.


Nota da Chris:  

Retrospectiva sem retoques. 

Ainda há quem diga que a prefeita Rosalba Ciarlini é uma SENHORA gestora. Onde? Diante desta postagem o que podemos ver é que a prefeita não fez, não faz e não sabe fazer. 

Minha Mossoró, o que estão fazendo com você.

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Ex-deputado aponta saída para a crise econômica do Rio Grande do Norte.

Ney Lopes (Foto: reprodução)  

Em artigo, o ex-deputado federal Ney Lopes faz uma analise da atual crise econômica do estado do Rio Grande do Norte, e defende que a única solução possível, de imediato, é o uso de recursos federais. Ney Lopes alicerça seus argumentos em artigos da Constituição Federal. Vale à leitura:

Não foi feliz o ministro Raul Jungmann, quando em entrevista deu claro “recado” ao Rio Grande do Norte, afirmando que o Estado deve retomar a segurança pública sobre si mesmo.

Disse, apenas, o óbvio ululante.

Nunca se discutiu que o RN deva fugir dessa responsabilidade, consignada na Constituição.

O Estado deve assumi-la, somente após o cenário atual de excepcionalidade ser resolvido.

Não se trata de clamar piedade à União.

É dever do governo federal, quando abalada à federação, por qualquer motivo, encontrar solução, segundo dispõe a Constituição.

Entretanto, o ministro Raul Jungmann repetiu, com outras palavras, o governo Michel Temer: “te vira RN. Encontre a saída sozinho. Nós mandamos as forças armadas. Mas, elas irão sair do estado e vocês que se virem…”.

Em verdade, nesse episódio o Presidente Temer dá com uma mão e tira com a outra.

De um lado, libera contingentes militares, temporariamente.

De outro, retira a possibilidade de saída para a crise, na medida em que o Ministério da Fazenda se nega a cumprir a decisão do TCU, temendo mera “advertência”, imprópria e descabida, de um procurador federal, que foi vencido no plenário do TCU, quando aprovada a decisão de liberar os recursos para o RN, por maioria.

Como um procurador se insurge contra o seu próprio Tribunal e intimida um governo?

Não se nega que existam responsáveis atuais e no passado pelo caos do RN.

Todavia, a realidade mostra que esse não é o momento de “caça as bruxas”, sem prejuízo de que se apurem possíveis ações ou omissões, que deram causa a catástrofe atual.

A única saída será a aplicação de recursos financeiros, que em curto prazo saldem os compromissos salariais dos servidores públicos, em pânico coletivo.

De onde virão esses recursos? Da União é claro.

A lei de responsabilidade fiscal existe e deve ser cumprida.

Porém, ela se aplica somente em situações de normalidade social. Quando inexista tal conjuntura caracteriza-se a excepcionalidade.

Além do TCU, o Tribunal de Justiça do RN decidiu com elogiável senso de prioridade social, autorizando uso de recurso federal já alocado ao Estado para normalização dos pagamentos em atraso de servidores públicos.

Está claríssimo que ambas as decisões consideraram o estado de emergência do Rio Grande do Norte e encontraram caminhos de “exceção à lei de responsabilidade fiscal”, para evitar o agravamento da crise social.

Caso o governo Temer, no estilo Pôncio Pilatos, continue a negar-se no cumprimento da decisão do TCU, espera-se coragem para propor a “última saída”, que será a decretação e execução da intervenção federal (art. 84, X da CF), com os recursos federais afinal liberados.

O artigo 34, V, da CF permite intervenção espontânea do Presidente em casos da necessidade de defesa das finanças públicas, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional (art. 90, I e II da CF).

É a hipótese atual do RN.

Essa medida não terá que obrigatoriamente afastar o Governador do RN.

Poderá haver intervenção sem afastamento do Governador, cingindo-se o decreto de intervenção, apenas a especificação da amplitude, o prazo e as condições de execução, sem a nomeação de interventor.

 Cessados os motivos da intervenção, as autoridades porventura afastadas de seus cargos a estes voltarão, salvo impedimento legal (art. 36, §4º da CF).

Está exposta a realidade atual do RN.

Não há mais tempo a perder.

Nota da Chris:

O texto está claríssimo como as águas de Maragogi e não merece retoques. Agora é só aplicar tudo o que foi dito, com urgência, sempre com respaldo da Constituição Federal.

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Governo anuncia para sábado o restante do pagamento do mês de novembro

O Governo do RN anunciou que encerrará a folha de pagamento do mês de novembro no próximo sábado, 06, ou seja, vai pagar os salários de quem ganha acima de R$ 4 mil.

O Governo permanece com o trabalho para a confirmação de receitas para anunciar os pagamentos de dezembro e 13º salário o mais breve possível.

Informações da Assessoria de Comunicação.

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Presidente da Câmara Municipal emite nota sobre retorno de verba indenizatória e pagamento do terço de férias aos vereadores.

Izabel Montenegro (Foto: publicação) 

A presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro (PMDB), emitiu nota esclarecendo à população mossoroense possível retorno da Verba Indenizatória para os vereadores, que desta vez teve como autores do referido projeto os vereadores João gentil (PV) e Genilson Alves (PMN).

A vereadora esclarece, e reintegra o que já tinha dito em entrevista na manhã desta terça-feira, 03, ao programa Super Manhã Difusora, que só autoriza o pagamento da verba caso haja recursos disponíveis no orçamento próprio da Câmara ou determinação do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Na mesma nota, Izabel ainda explica sobre a aprovação da legislação que legaliza o pagamento do terço de férias aos vereadores. Vejam:

Nota de Esclarecimento à população mossoroense:

Em respeito a transparência dos seus atos e para o devido conhecimento da população, a Câmara Municipal de Mossoró vem esclarecer sobre questionamentos feitos em alguns órgãos de mídia quanto a legislação aprovada nesta Casa criando a verba indenizatória e legalizando o pagamento do terço de férias aos vereadores.

1.    A verba indenizatória seguiu os mesmos moldes do que hoje é feito no Senado, na Câmara dos Deputados e nas Assembleias Legislativas, procedimento esse aprovado pelos Tribunais de Contas, uma vez que constitui o direito de ressarcimento às despesas não cobertas para o desempenho do mandato parlamentar.

2.    Diferente da antiga verba de gabinete, extinta nessa Casa, onde o vereador se transformava em ordenador de despesa, no processo indenizatório só há ressarcimento se houver despesa regulamentada em lei não coberta de outra forma pelo Legislativo.

3.    Há uma posição anunciada pela Mesa Diretora aos demais vereadores de que, embora aprovada, a verba indenizatória só será utilizada no caso de haver recursos disponíveis no orçamento próprio da Câmara e mediante consulta prévia sobre os procedimentos ao TCE/RN.

4.    Com relação ao pagamento do terço de férias aos vereadores, a medida está em consonância com decisão do STF que reconheceu o direito ao pagamento de férias e décimo terceiro salário aos ocupantes de cargos públicos. Para tal, o STF entendeu que o ocupante de cargo público está no exercício de uma função desempenhando um trabalho como qualquer outro trabalhador e atribuiu às Câmaras Municipais a prerrogativa de regulamentar o benefício aos parlamentares, através de projeto de lei específico.

5.    O MAIS IMPORTANTE é informar ao público que embora com a possibilidade de uso da verba indenizatória ou com o pagamento do terço de férias, a Câmara Municipal não utilizará um centavo a mais do que a sua dotação orçamentária atual prevista em lei, adequando-se as novas despesas dentro deste limite, não acarretando tais medidas em nenhum acréscimo ao erário.

Atenciosamente,

Izabel Montenegro

Presidente da Câmara Municipal de Mossoró

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Tarcísio Maia começa 2018 com promessa de ganhar novos leitos de UTI

O deputado Manoel Cunha Neto, “Souza” (PHS), foi informado no final da manhã da última sexta-feira (29), que o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) terá em breve obras para ganhar 20 novos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI’s). O Governo do Estado assinou contratos e ordens de serviços que também vão ensejar mais 20 leitos no Hospital Walfredo Gurgel (HWG) em Natal.

Em 2015, no primeiro ano do seu mandato, Souza destinou todas as suas emendas, no valor de R$ 1 milhão e 800 mil, para o Hospital Regional Tarcísio Maia em Mossoró, para viabilizar esse benefício. Toda uma região de mais de 800 mil habitantes e mais de 50 municípios são beneficiados com o investimento.

Lembrei que desde então temos diligenciado para liberação desses recursos à obra. Mas esta semana, o secretário de Estado da Saúde Pública, George Antunes, em mais uma cobrança minha, havia me tranquilizado. E agora recebo essa notícia excelente. Fui informado que o cronograma da obra deve ter início ainda em janeiro de 2018, podendo ser entregue por volta de outubro do mesmo ano“. Afirmou Souza.

Nota da Chris:

Torcemos que não fique apenas na promessa. Aguardemos!

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Judiciário suspende remanejamento de recursos da saúde

Do Portal No Ar

O juiz Eduardo Dantas, da 14ª Vara Federal, proibiu o Estado de fazer o remanejamento de R$ 225 milhões da Saúde para o pagamento de salários de servidores públicos. Dantas atendeu a um pedido da Advocacia Geral da União (AGU) e a decisão foi dada no plantão judiciário desta segunda (1).

O dinheiro é originalmente destinado aos repasses para as áreas de média e alta complexidades ambulatoriais.

O uso do dinheiro da saúde tinha sido determinado pelo desembargador Cornélio Alves, do TJRN.

Assim, segue o drama dos servidores que estão com salários e 13º atrasados, uma vez que não há, até agora, nenhuma alternativa para prover o pagamento.

A AGU argumentou que verbas federais não podem ter o seu uso determinado pela justiça estadual, além de ser irregular o uso de repasses voluntário para pagar servidores.

Nota da Chris:

Resultado: servidores frustrados. Situação difícil essa que passa o estado do RN. Está na hora de nossos políticos unirem forças e esforços, urgente, para resolver essa situação absurda.