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15 deputados se reelegem e nove exercerão primeiro mandato na AL

(Foto: publicação)

Os eleitores potiguares elegeram no 7 de outubro, os deputados estaduais que vão integrar a 62ª legislatura. Nove novos deputados estaduais foram eleitos e 15 candidatos com mandato renovaram os espaços no legislativo estadual.

Saiba quem serão nossos representantes à Assembleia Legislativa a partir de 2019 e suas respectivas votações:    

 

. Ezequiel (PSDB) – 58.221

. Gustavo Carvalho (PSDB) – 47.544

. Dr. Bernardo (Avante) – 42.049

. Tomba Farias (PSDB) – 41.249

. Nelter Queiroz (MDB) – 40.717

. Hermano Morais (MDB) – 38.053

. Galeno Torquato (PSD) – 34.532

. George Soares (PR) – 34.263

. Raimundo Fernandes (PSDB) – 33.965

. Cristiane Dantas (PPL) – 33.860

. Kelps (Solidariedade) – 33.819

. Getúlio Rêgo (DEM) – 33.477

. Isolda Dantas (PT) – 32.963

. Kleber Rodrigues (Avante) – 32.755

. Vivaldo Costa (PSD) – 32.638

. Albert Dickson (PROS) – 31.698

. Souza (PHS) – 31.097

. Coronel Azevedo (PSL) – 27.606

. José Dias (PSDB) – 27.275

. Francisco do PT (PT) – 23.448

. Eudiane Macedo (PTC) – 22.333

. Allyson Bezerra (Solidariedade) – 20.228

. Ubaldo Fernandes (PTC) – 20.148

. Sandro Pimentel (PSOL) – 19.158

Ao todo, nove deputados não estarão mais no legislativo estadual no próximo mandato: Gustavo Fernandes (PSDB), Ricardo Motta (PSB), Márcia Maia (PSDB), Carlos Augusto Maia (PCdoB), Larissa Rosado (PSDB), Jacó Jácome (PSD) não foram reeleitos pelo coeficiente eleitoral e pelo quantitativo de votos. O deputado Mineiro Lula (PT) conquistou uma vaga de deputado federal e os dois deputados estaduais Dison Lisboa (PSD) e José Adécio (DEM) por questões jurídicas.

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Grupo Rosado sai destroçado de eleições no primeiro turno

Do Blog do Carlos Santos

 

Clã encolhe sem eleger ninguém e tem sua força limitada em seu próprio espaço geopolítico original

 

O grupo político-familiar Rosado sai destroçado das eleições em primeiro turno do Rio Grande do Norte em 2018. Os números das urnas reduziram sua força eleitoral até mesmo em sua comuna, Mossoró, onde teve desempenho sofrível.

 

Reunificado pelo temor de ser engolido no pleito municipal de 2016, após mais de 30 anos de polarização, a “união” dos Rosados por necessidade não foi suficiente para sustentar pelo menos um mandato federal e outro estadual no pleito de 2018.


(Foto: publicação)

A partir de janeiro de 2019, esse clã terá apenas os mandatos de Rosalba Ciarlini Rosado (PP) e da sua prima e vereadora Sandra Rosado (PSDB). Uma volta ao passado em termos de poder, há 70 anos. Em 1948, o sogro de Rosalba – Dix-sept Rosado – era prefeito de Mossoró; Vingt-Rosado, pai de Sandra, vereador. Dix-duit Rosado, irmão de ambos, tinha sido eleito deputado estadual constituinte (1947 a 1951).

Os primos Beto, Larissa e Kadu

Candidato à reeleição à Câmara Federal e apoiado pela prefeita e tia-afim Rosalba Ciarlini, Beto Rosado ficou apenas na primeira suplência da “Coligação 100% RN”, nas eleições deste ano.

Já a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB), filha da ex-deputada federal e atual vereadora Sandra Rosado, somou a sua segunda derrota consecutiva à Assembleia Legislativa. Lá está desde 2017, graças a um acordo político engendrado pelo então deputado federal Henrique Alves (MDB).

Outro dissabor eleitoral veio da própria casa da prefeita Rosalba: seu filho Kadu Ciarlini (PP), integrante da chapa ao Governo do RN do ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT), foi derrotado em Mossoró. Pelo menos vai para o segundo turno, onde existe fio de esperança de conquista eleitoral.

Números

Em Mossoró, Beto Rosado empalmou apenas 16.241 votos (14,79%), o que lhe garantiu o primeiro lugar – mas não a reeleição. Trabalhava para obter 30 mil no município. Em 2014, quando se elegeu, obtivera 15.321 (15.37%) e ficara atrás de Sandra Rosado (então no PSB), que somou 18.271 (18,33%) àquela ocasião, não se reelegendo.

No estado, Beto alcançou 71.092 (4,42%). Em 2014, eleito, 64.445 (4,08%).

Quando à Larissa, a queda foi ainda maior. Também foi primeira colocada em Mossoró, mas atrofiou bastante. Teve 17.753 (15,08%) este ano. Em 2014, ela chegou a 24.585 (24,35%).

No cômputo geral no estado, a deputada amealhou 25.909 (1,54%). Em 2014, a parlamentar tinha somado 32.876 (1,98%).

Chapa da “Rosa” perde para adversária sem palanque

O caso mais representativo da desnutrição de poder dos Rosados, que por anos se dividiu nos neologismos “rosalbismo” (de Rosalba) e “rosadismo” (sob comando de Sandra), é a contenda ao governo estadual.

A chapa Carlos Eduardo Alves-Kadu Ciarlini foi derrotada por Fátima Bezerra (PT)-Antenor Roberto (PCdoB) em Mossoró, mesmo com avassaladora força da estrutura do município e o capital político da “Rosa”. Importante ser destacado, que Fátima-Antenor não teve sequer um palanque representativo e escassas vezes “passou” pela cidade no primeiro turno.

Mesmo assim, venceu o pleito local com 46.634 (43,02%). Carlos-Kadu totalizou 37.243 (34,36%). Maioria de 9,391 votos (8,66%). O estrago foi até ameno, que se diga. Não fosse o intenso trabalho do governismo municipal na periferia e zona rural, seria bem pior.


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Possível reviravolta entre os eleitos para a Câmara dos Deputados

Mineiro e Beto Rosado (Foto: publicação)

Uma luz no fim do túnel para o Rosalbismo.  O grupo da prefeita Rosalba Cairlini (PP) amanheceu otimista em relação a situação do deputado federal Beto Rosado (PP).

 

A justificativa é que a Coligação 100% RN I, a qual faz parte o deputado Beto Rosado, teve os registros de candidaturas de Kerinho (PDT) e Jumária Mota (Pode) indeferidos pela Justiça Eleitoral. Os dois juntos somaram 15.621 votos.

 

Kerinho, segundo informações colhidas pelo blog, teve sua candidatura indeferida porque o mesmo não apresentou a declaração de escolaridade. Mas, já recorreu e apresentou o comprovante.

 

Ou seja, a coligação do PT obteve um total de 308.794 votos e a do deputado Beto Rosado, 299.882, sem os votos dos dois, Kerinho e Jumaria que somaram 15.621 votos. Sendo computados o votação dos indeferidos, a coligação 100% RN I passaria para 315.503 conseguindo eleger um deputado federal. 

 

Em acontecendo, sairá Mineiro e entrará o deputado Beto Rosado.

O Rosalbismo amanheceu a segunda-feira confiante nesta reviravolta. Aguardemos!

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MPP requer a cassação de registros de candidaturas de 19 candidatos

(Foto: publicação)

Parlamentares utilizaram doação de viaturas com recursos da Assembleia para promoção pessoal e candidaturas podem ter seus registros cassados pela Justiça Eleitoral

O Ministério Público Eleitoral representou contra 19 deputados estaduais do Rio Grande do Norte por condutava vedada. Em abril deste ano, a Assembleia Legislativa do RN (Alern) fez a doação de 50 viaturas policiais ao Governo do Estado, com recursos do próprio Legislativo. No entanto, o ato se transformou em promoção pessoal dos parlamentares, que puderam definir até mesmo para onde os veículos iriam, beneficiando seus redutos eleitorais e desequilibrando – com uso de dinheiro público – a campanha em relação aos adversários.

Constam como representados nas ações os deputados estaduais Ezequiel Ferreira de Souza (presidente da Assembleia), Albert Dickson, Carlos Augusto Maia, Cristiane Dantas, Dison Lisboa, Galeno Torquato, George Soares, Getúlio Rêgo, Gustavo Carvalho, Gustavo Fernandes, Hermano Morais, Jacó Jácome, José Dias, Larissa Rosado, Manoel Souza Neto, Márcia Maia, Nelter Queiroz, Tomba Farias e Vivaldo Costa.

“O que enseja a presente demanda não é a aquisição nem a doação das viaturas em si – formalmente lícitas e certamente bem-vindas ao Estado, mormente num momento de caos na segurança pública e no sistema penitenciário –, mas o uso promocional que se fez disso, quando da entrega de cada uma das viaturas, em prol das candidaturas de quase todos os deputados estaduais da Alern. Esse uso promocional sempre esteve embutido nessa doação”, resume a representação do MP Eleitoral.

Com a prática, no entender do MP os parlamentares “largaram na frente na corrida eleitoral de 2018”, pois os demais concorrentes não puderam dispor de dinheiro público para “presentear” a população. Ao todo, foram gastos aproximadamente R$ 5 milhões.

Interesse público
Ao “carimbar” a destinação das viaturas para seus redutos eleitorais, os deputados – além de fazerem uso promocional da doação – impediram que as autoridades de segurança pudessem utilizá-las conforme a necessidade, levando em conta argumentos técnicos e não políticos, escolhendo por exemplo as áreas de maior incidência de crimes, ou os serviços que mais demandavam tais veículos. Alguns parlamentares, inclusive, afirmaram ter tomado suas decisões com base no pedido de prefeitos.

Assim, o interesse público, mais uma vez, deu lugar às intenções eleitorais implícitas daqueles que deveriam ser os representantes do povo”, reforça o MP Eleitoral. De acordo com a representação, a atitude dos parlamentares configurou a conduta vedada prevista no art. 73, IV, da Lei nº 9.504/97 (a Lei das Eleições), que proíbe aos agentes públicos fazer uso promocional da distribuição gratuita de “bens e serviços de caráter social custeados ou subvencionados pelo Poder Público“.

Propaganda
O uso “eleitoreiro” das doações se deu, em geral, tanto no momento da entrega, quanto posteriormente, através de fotos, vídeos e mensagens (em redes sociais, páginas pessoais e blogs de internet e até na propaganda de rádio e TV), que atribuíam a cada parlamentar a paternidade da benesse. Em uma das representações, o MP Eleitoral aponta que é “indisfarçável o desejo (do deputado) de gerar na população a crença de que o ato partiu não só da sua iniciativa, como também dos seus esforços e sacrifício, com nítido propósito de explorar eleitoralmente os dividendos que certamente adviriam dessa distribuição gratuita do bem em ano de eleições“.

Histórico
A Lei Estadual 10.150, sancionada pelo governador em 24 de janeiro de 2017, autorizou a Alern a doar até 50 viaturas policiais no valor total de R$ 5,1 milhão. O dinheiro saiu do próprio orçamento da assembleia e era fruto de valores restantes do exercício de 2016. Em 3 de abril deste ano foi realizada a cerimônia de entrega, no Complexo Esportivo de Brasília Teimosa, em Natal.

Cada parlamentar poderia indicar o município para o qual a viatura seria destinada, ou até mesmo o batalhão específico (quando se tratava da região metropolitana da capital). “Noutras palavras, garantiu-se a cada deputado um ‘quinhão’ da doação, para que ‘brilhasse’ individualmente com ela”. O MP Eleitoral requer da Justiça Eleitoral a suspensão das condutas, o pagamento de multa e a cassação do registro dos candidatos.

* Informações do MPRN

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De arroubos e jabuticabas

Paulo Afonso Linhares

Em momentos de perplexidades e grandes incertezas, é segura e útil aquela lição do historiador inglês Arnold Toynbee, para quem “uma curiosidade de explicar e compreender o mundo é o estímulo que leva os homens a estudarem o seu passado.” É a História que se gesta da curiosidade do homem por si mesmo. Por isto foi que, após ver uma polêmica entrevista de Jair Bolsonaro, candidato de PSL à presidência da República, resolvi reler aquele instigante livro de Carlos Castelo Branco intitulado “A renúncia de Jânio”, edição do Senado Federal. Afinal, como adverte George Santayana (pseudônimo de Jorge Agustín Nicolás Ruiz de Santayana y Borrás, um filósofo, poeta e ensaísta espanhol que, aliás, escrevia em inglês):“aqueles que não podem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo”.

Em suma, os povos que não conhecem a sua História correm o risco de repetir seus erros. Daí que lembrar das histrionices do “Homem da Vassoura” pode ser uma chave para compreensão da atual cena política brasileira.

Um dos mais importantes jornalistas brasileiro do século XX, “Castelinho”, que conviveu com os bastidores do poder, traz o mais significativo testemunho sobre esse episódio que tanto impactou a História nos anos 1960 e centrado na figura exótica de Jânio da Silva Quadros, um furacão bigodudo, vesgo, desengonçado e bêbado que, vassoura à mão, passou pelo Palácio do Planalto. Hoje, vendo o que faz e, sobretudo, diz o candidato Bolsonaro, inevitável não recordar o Mago de Vila Maria, Jânio da Silva Quadros, embora este fosse intelectual e culto. O populismo de direita, o corte autoritário e avesso à democracia , as ideias ultra-conservadoras e a propensão para dizer em tons de arroubos as coisas erradas nos momentos impróprios, aproxima esses dois personagem da política brasileira, um de ontem e outro de hoje.

A despeito da forte base popular, os sete meses de governo Jânio foram conturbados, sobretudo, pelas dificuldades cada vez maiores do relacionamento com o Congresso Nacional. A megalomania e esquisitices de Jânio Quadros produziram mais crises políticas do que poderia ser contornado pelo competente time de seus auxiliares e aliados políticos, como Oscar Pedroso Horta, José Aparecido de Oliveira, San Thiago Dantas, Afonso Arinos de Mello Franco e Araújo Castro, entre outros.

Para implantar a sua “política de austeridade” e de combate à corrupção, além de inovadoras medidas econômicas e administrativas – que deram ao seu governo de feição conservadora algo de revolucionário -, Jânio hostilizou além do razoável a sua base parlamentar (demonstrava enorme desprezo pelo Congresso Nacional), fustigou e afastou do seu convívio importantes figuras dos partidos aliados que garantiram sua eleição, a exemplo do poderoso governador do Estado da Guanabara, Carlos Lacerda, que passou a combatê-lo com a mesma tenacidade como fizera com Getúlio Vargas e Juscelino Kubitscheck. Sem poder acusá-lo de corrupto, Lacerda, o Corvo, passou a fustigá-lo em cadeia nacional de rádio e televisão com a acusação de que Jânio era um golpista e planejava o fechamento do Congresso para se manter no governo com poderes autocráticos.

Mesmo com enorme desgaste político e sem apoio parlamentar, Jânio renunciou à presidência da República através de lacônico bilhete remetido ao presidente do Congresso, senador Auro de Moura Andrade que, num gesto inusitado e sem rodeios, leu o curto escrito e de imediato declarou vago o cargo. Isto trouxe uma dificuldade para a tática de Jânio, que planejou chantagear o Parlamento e voltar ao governo com poderes extraordinários. Não funcionou e impôs ao país a degringolada política que desaguou no Golpe de 1964 e seus nefastos efeitos para as instituições democráticas que se estenderiam por 21 anos.

Episódios recentes da campanha de Jair Bolsonaro remetem-nos a Jânio e reforçam a suspeita de que as instituições democráticas podem estar em risco. “Pelo que eu vejo nas ruas, não aceito resultado das eleições diferente da minha eleição”, afirmou Bolsonaro em recente entrevista ao jornalista José Luiz Datena, da Band, a partir de sua desconfiança no sistema eleitoral brasileiro: “Não confiamos em nada no Brasil. Até concurso da Mega-Sena a gente desconfia de fraude. Estou desconfiando de alguns profissionais dentro do TSE”. Fechou o tempo.

Na mesma entrevista, Bolsonaro revelou que proibiu o general Hamilton Mourão, seu candidato a vice, de dar declarações políticas até o dia da eleição, por ter dito em palestra proferida no Rio Grande do Sul que o governo Bolsonaro-Mourão extinguirá o terço de férias dos trabalhadores, além do décimo-terceiro salário, esta “jabuticaba brasileira”, no seu entender. Um abalo enorme, porquanto o banimento desses direitos, aliás, está fora de todas agendas políticas, mesmo as daqueles partidos marcadamente liberais, a exemplo do Partido Novo, de João Amoêdo. O boquirroto general foi punido por seu chefe, Bolsonaro, com algo parecido ao “silêncio obsequioso”, uma das punições contidas no Código de Direito Canônico que é a imposição, pela autoridade eclesiástica superior à inferior faltosa, da proibição de produzir falas ou escritos públicos opinativos sobre matéria religiosa. Isso, na Igreja Católica Romana. A dúvida que remanesce é se o general Mourão vai aceitar esse “cala a boca, Ofélia!”. Noutro chão, no da caserna, general não acata ordem de capitão. Sem embargo, pelas regras do “jus militari” seria uma inaceitável inversão, todavia, o fato é que essa dissensão se dá noutro âmbito, no movediço chão da política, onde tudo pode acontecer, até boi voar. Para o Mourão-velho-de-guerra-nenhuma é melhor “já ir se acostumando” com essas inversões (ou perversões?) da hierarquia.

O freio de mão do capitão também serviu para corrigir seu guru, o ultra-conservador banqueiro Paulo Guedes que, de modo precipitado e não menos descuidado, disse que um dos pontos básicos do projeto econômico do governo Bolsonaro seria a recriação da famigerada CPMF, aliás, algo bem contraditório ao breviário liberal apregoado aqui e alhures. Guedes teve que sair na base do “não é bem assim” e, igualmente ao general Mourão, preferiu, também, o obsequioso silêncio.

Entretanto, talvez não fiquem tão calados assim por muito tempo, se confirmada nas urnas deste outubro de 2018 a tendência de vitória de Bolsonaro, para inaugurar uma era em que o arrombo vence a prudência, o retrocesso aniquila os avanços sociais e a barbárie, em múltiplas feições, se converte no credo da nova elite que terá empalmado o poder da República. Resta-nos acreditar que estava certo Heráclito de Éfeso quando numa curta frase, formulou o chamada Teoria do Devir: “tudo flui, nada permanece”. E nem será preciso imitar o bizarro suicídio desse filósofo em que cobriu o corpo de esterco e foi para a praça, onde cães raivosos o devoraram. Qualquer que seja o resultado que podem parir as urnas neste tempo desconfiado e de futuro incerto. Tudo passa, nada fica. Nem arroubos ou jabuticabas.

* Paulo Linhares é professor e advogado   

    

 

 

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Instituto Seta: Fátima tem 50% dos votos válidos

O Instituto Seta/ Blog do BG acaba de divulgou hoje, quinta-feira (04), nova pesquisa de intenções de votos para o Governo do Estado.

 

Pesquisa Estimulada

 

Na pesquisa Estimulada (quando se apresenta o nome dos candidatos) a senadora Fátima Bezerra (PT) aparece liderando com 32% das intenções de votos. Em seguida, vem Carlos Eduardo Alves (PDT) com 16%. O governador Robinson Faria (PSD) vem em terceiro com 11%, e Brenno Queiroga (Solidariedade) tem 2%.

 

Os demais candidatos somaram, juntos, 3%. O total de brancos e nulos somam 28% e indecisos 8%.

 

(Fotos: publicação)


Pesquisa Espontânea

 

Já na pesquisa Espontânea (quando não se apresenta o nome dos candidatos), a candidata do PT, Fátima Bezerra lidera com 23%. Seguida por Carlos Eduardo Alves (PDT) com 12%; Robinson Faria (PSD) com 7% e Brenno Queiroga com 1%.

 

Os demais candidatos somaram, juntos, 2% das intenções de votos. O total de brancos e nulos foi de 25% e indecisos de 30%.

 


Votos Válidos

 

A pesquisa do instituto Seta também quis saber da população as intenções de voto para o Governo do Estado de forma estimulada, ou seja, apresentando os nomes dos candidatos.

Desta forma, o instituto aponta que o Rio Grande do Norte que a disputa no segundo turno ainda está aberta, porque Fátima Bezerra chegou aos 50% dos votos válidos. Se considerada a margem de erro, podemos ter ou não segundo turno.

Confira o resultado:  


. Fátima Bezerra (PT): 50%;

. Carlos Eduardo Alves (PDT): 25%;
. Robinson Faria (PSD): 18%;
. Brenno Queiroga (Solidariedade): 3%;
. Professor Carlos Alberto (PSOL): 2%;
. Freitas Júnior (REDE): 1%;
. Dário Barbosa (PSTU) : 1%.

Sobre a pesquisa

 

A pesquisa do instituto Seta encomendada pelo Blog do BG foi registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos RN-03095/2018, BR-03943/2018. As entrevistas foram realizadas entre os dias 29 de setembro e 1 de outubro com 1700 eleitores. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro de 2,4% para mais ou para menos.

* Informações Blog do BG

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Instituto Seta: Styvenson e Zenaide lideram pesquisa para o Senado

A pesquisa do instituto Seta/Blog do BG também quis saber as intenções de voto do eleitorado para o Senado Federal.

Pesquisa Estimulada (quando se apresenta o nome dos candidatos)

Na pesquisa Estimulada, tanto como primeira como para segunda lembrança, o Capitão Styvenson (REDE) lidera com 29% das intenções de voto. Em seguida vem a deputada federal, Zenaide Maia (PHS) com 23%. Geraldo Melo (PSDB) aparece com 14% das intenções de votos e Garibaldi Alves Filho com 13%. Geral Melo e Garibaldi Alves estão tecnicamente empatados.

Veja os dados:

Capitão Styvenson (REDE): 29%;
Zenaide Maia (PHS): 23%;
Geraldo Melo (PSDB): 14%;
Garibaldi Filho (MDB): 13%;
Antônio Jácome (Podemos): 7%; 
Magólia Figueiredo (Solidariedade), 3%;
Alexandre Motta (PT): 3%.
Demais candidatos juntos:  5%.

  

(Foto: publicação)

Sobre a pesquisa

 

A pesquisa do instituto Seta encomendada pelo Blog do BG foi registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos RN-03095/2018, BR-03943/2018. As entrevistas foram realizadas entre os dias 29 de setembro e 1 de outubro com 1700 eleitores. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro de 2,4% para mais ou para menos.
* Informações do Blog do BG

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Secretaria de Segurança divulga regras da Lei Seca para o dia da votação

(Foto: publicação)

As Eleições Gerais 2018 acontecem no próximo domingo (07) e algumas condutas precisam ser seguidas para que o pleito ocorra com tranquilidade. Pensando nisso e, em conformidade com a Lei Complementar nº 163/1999, a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social emitiu uma portaria que trata da suspensão da venda e consumo de bebidas alcoólicas no dia da votação.

De acordo com a portaria SEI nº 104/2018-GS/SESED, fica determinado que no dia 07 de outubro, data referente ao primeiro turno das eleições, será proibida a venda e consumo de bebidas alcoólicas de qualquer espécie em locais públicos, bares, restaurantes, supermercados e outros estabelecimentos afins, localizados no Estado do Rio Grande do Norte, no período compreendido entre 6h00 horas e 18h00.

Em sintonia com a Justiça Eleitoral, a portaria visa a adoção de medidas preventivas de conduta pessoal e de administração policial, em face das Eleições Gerais de 2018 – 1º Turno, para que esta se desenvolva em perfeita ordem, propiciando ao cidadão o exercício do seu direito de voto num clima de tranquilidade pública.

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Desentendimento: Prefeitura poderá ficar de fora da Feira do Livro

O servidor público municipal Márcio Alexandre usou o Facebook para alertar que há um desentendimento que ele adjetiva como bobo, entre a atual secretária de Educação do município, Magali Delfino, e o idealizador da Feira do Livro, Rilder Medeiros, diretor da Oficina da Notícia e da Editora Comunique. Não disse, contudo, qual seria necessariamente a causa do desentendimento.   

Segundo o servidor, tudo caminha para a prefeitura ficar de fora do evento, lançado na semana que passou e com data marcada para acontecer entre os dias 31 de outubro e 04 de novembro, no Partage Shopping Mossoró.

O servidor ainda atesta que tudo caminha para deixar a rede municipal de fora do evento, que já está em sua 14ª edição, e completa: “se assim se confirmar, será lamentável sob todos os aspectos”.   

(Foto: publicação)

Não é a primeira vez que os dois se estranham. No ano passado, a senhora Magali Delfino se envolveu em um desentendimento com o organizador do evento na solenidade de lançamento da Feira do Livro. O constrangimento aconteceu porque não a chamaram para falar na ocasião, o que deixou a secretária possessa. Magali ainda afirmou de forma nada delicada que o evento só aconteceu graças ao seu empenho. O incidente foi tratado aqui no blog. clique aqui.  

É bom lembrar que a Feira do Livro de Mossoró é um evento importantíssimo de fomento a educação, leitura, cultura e traz para nossa cidade grandes escritores nacionais.

A Prefeitura de Mossoró ficar de fora do evento será um desserviço para a população.

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Instituto Consult: Senado permanece com disputa acirrada

A FM 98.9 do Natal e Blog do BG divulgaram nesta terça-feira (02), a quinta rodada de pesquisas encomendadas ao Instituto Consult.

Soma de votos e Rejeição

(Fotos: publicação)

Pesquisa Espontânea (quando não é apresentado o nome do candidato)  

O capitão Styvenson (Rede) tem 16,5% das intenções de votos segundo levantamento espontâneo do instituto Consult. Zenaide Maia (PHS) vem em segundo com 13,3%, Garibaldi Filho (MDB) tem 10,5%, Geraldo Melo 8,8% e Jácome 2,6%.

Nulos e nenhum somam 16,8% e não souberam ou não quiseram responder, 41,1%. Nesse quesito os nomes dos candidatos não são apresentados, e o entrevistado pode citar até dois nomes que lhe venham à cabeça. Por ser questão de múltipla resposta, o percentual considerado não é 100%.

Na pesquisa Estimulada (1º Voto)

O capitão Styvenson (Rede) tem 23,18% das preferências para o primeiro voto de senador e lidera a preferência do eleitorado, indica pesquisa Consult. Zenaide Maia (PHS) tem 17% e Garibaldi Filho (MDB) aparece com 16,76%. Geraldo Melo (PSDB) tem 8,65% e Antônio Jácome (Podemos) com 2,82%.

Os demais não pontuaram acima de um ponto percentual. Nulos e nenhum somaram 18,88% e não souberam ou não quiseram responder, 10,88%.

Veja os números:

 

Na pesquisa Estimulada (2º Voto)

Geraldo Melo (PSDB) é o preferido como segunda opção para o Senado, indica pesquisa Consult. Ele tem 11,06% das preferências.

O capitão Styvenson (Rede) tem 9,82%, Zenaide Maia (PHS) aparece com 9,35% e Garibaldi Filho (MDB) tem 8,29%. Pela margem de erro, os quatro estão empatados.

Antônio Jácome (Podemos) tem 4,88%, Magnólia Figueiredo (Solidariedade) marca 2,41% e Alexandre Motta (PT) tem 1,82% das intenções de votos. Nulos e nenhum são 27,12% e 23,71% não souberam ou não quiseram responder.

veja dados: 

Senado Rejeição:

A pesquisa foi realizada de entre os dias 26 e 29 de setembro, com 1.700 entrevistas, em todas as 12 regiões do Estado. Sua margem de erro é 2,3% e o intervalo de confiança de 95%, o que significa que a cada 100 resultados, 95 deles estarão dentro da margem de erro. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os protocolos RN-06487/2018 e BR-05180/2018.

*Informações do Blog do BG