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Juninho Alves cumpre agenda em Mossoró neste sexta-feira.

O ex-prefeito de Caraúbas e pré-candidato a deputado federal, Juninho Alves estará nesta sexta-feira, 28, em Mossoró, para uma extensa agenda ao lado de sua apoiadora em Mossoró, Aline Couto. Será a primeira agenda política do ex-prefeito a Mossoró acompanhado da ex-veredora, Aline.

Entres os muitos compromissos, Alves visita órgãos de imprensa e jornalistas, como César Santos e a rádio Difusora. Ele também visitará a Liga de Combate ao Câncer. À tarde visitará correligionários, apoiadores e simpatizantes do seu projeto.

Juninho tem aparecido nas diversas pesquisas realizadas como um dos nomes prováveis para chegar à Câmara Federal.

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Câmara abre novo processo de cassação contra Brisa, e rejeita denúncias contra Luciano e Faustino

A Câmara Municipal de Natal decidiu abrir novo processo para cassação da vereadora Brisa Bracchi (PT). A nova denúncia, também apresentada pelo vereador Matheus Faustino (União Brasil), foi aprovada por maioria na sessão desta quarta-feira, 26.

A alegação é a mesma do processo anterior, que a parlamentar teria usado emendas para realizar o evento “Rolé Vermelho: Bolsonaro na Cadeia”, ocorrido no dia 9 de agosto deste ano.

Essa decisão reafirma o que estamos denunciando desde o início do outro processo: trata-se de uma perseguição ao nosso mandato, uma violência política de gênero, orquestrada pela extrema direita e encabeçada por Matheus Faustino. É lamentável que a Câmara assuma mais esse desgaste para a Casa, conduzindo novamente um processo sem provas, enquanto Natal carece de tantas discussões sobre seus problemas reais”, aponta Brisa Bracchi.

Nesta terça-feira, 25, a Câmara rejeitou a abertura de um processo de cassação contra o vereador Luciano Nascimento (PSD) por uma suposta utilização de recursos públicos para promover uma festa de aniversário em 2022; bem como contra Matheus Faustino (União Brasil), acusado de decoro parlamentar ao afirmar que um desembargador teria vendido uma decisão favorável a vereadora Brisa no processo anterior.

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Empresa suspende circulação de ônibus; prefeitura diz que não foi comunicada

Mossoró amanheceu sem transporte público nesta quarta-feira, 26. A empresa Cidade do Sol paralisa serviço.

Em nota, a Prefeitura de Mossoró, através da Secretaria de Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilidade Urbana e Trânsito (Sesdem), afirma que a paralisação é ilegal e que não foi comunicada previamente. A Prefeitura também informa que já acionou a justiça para garantir o retorno imediato do serviço.

Veja nota na íntegra:

A Prefeitura Municipal de Mossoró, por meio da Secretaria de Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilidade Urbana e Trânsito (Sesdem), esclarece à população que a paralisação do transporte público nesta quarta-feira (26), realizada pela empresa Cidade do Sol, é totalmente ilegal e não foi comunicada previamente ao município.

Dessa forma, a Prefeitura, por intermédio da Procuradoria-Geral do Município, acionará, com urgência, a Justiça a fim de garantir o retorno imediato da frota, assegurando que nenhum usuário do transporte público, como pais de família, trabalhadores e estudantes, seja prejudicado pela interrupção do serviço.

Destaca-se que a empresa Cidade do Sol, responsável pelo transporte público na cidade, arrecada receita diretamente dos usuários e ainda recebe da Prefeitura de Mossoró apenas um repasse mensal para complementar os custos da frota.

A Prefeitura adotará, de forma urgente, todas as medidas cabíveis para garantir o pleno funcionamento do transporte público aos cidadãos mossoroenses.

Mossoró-RN, 26 de novembro de 2025

Secretaria de Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilidade Urbana e Trânsito de Mossoró

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Ao lado de presidente da Potigás, Fátima cumpre agenda em Mossoró nesta terça-feira, 25

A Governadora Fátima Bezerra (PT) cumpre agenda, nesta terça-feira, 25 de novembro, em Mossoró, ao lado da diretora-presidente da Potigás, Marina Melo.

Elas participarão da abertura de evento ligado ao setor de petróleo, gás e energia que reúne profissionais e empresas do segmento de exploração e produção. Será na Arena Partage Shopping, às 18h.

Ainda acompanha a governadora nesta agenda, o secretário da Fazenda do RN, Carlos Eduardo Xavier, Cadu.

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Dom Francisco comemora 30 anos de ordenação sacerdotal

Nesta terça-feira, 25, a Diocese de Mossoró celebra, com grande alegria, as três décadas de ordenação sacerdotal de Dom Francisco de Sales, nosso Bispo Diocesano.

A comemoração nos faz retornar ao dia 25 de novembro de 1995, data marcada por um momento especial para toda a Igreja: a ordenação sacerdotal de Dom Francisco, realizada na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Araripina (PE), pelas mãos de Dom Paulo Cardoso (bispo na época). Ali, Dom Francisco iniciava sua missão sacerdotal, que ao longo desses anos tem sido sinal de entrega, zelo e dedicação ao povo de Deus.

Hoje, elevamos nossa profunda gratidão ao Senhor pela vocação do nosso Bispo Diocesano, por seu serviço incansável e por sua total doação à Igreja. Que Deus continue a fortalecer seu ministério com sabedoria, fé e coragem, abençoando cada passo de sua missão agora entre nós, na Diocese de Mossoró.

Convite

A Diocese de Mossoró convida você e sua família para a Missa em ação de graças pelos 30 anos de ordenação sacerdotal de Dom Francisco de Sales, Bispo Diocesano, nesta terça-feira, 25 de novembro, às 17h30, na Catedral de Santa Luzia, em Mossoró (RN).

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Ex-deputado Henrique Alves sofre AVC, mas passa bem

O ex-deputado federal Henrique Alves usou suas redes sociais, nesta segunda-feira, 24, para tranquilizar amigos após sofrer um pequeno Acidente Vascular Cerebral (AVC) no último sábado, 22, mas garantiu que já está recuperado.

Henrique tranquilizou a todos; agradeceu as muitas mensagens  e ligações que recebeu, e garantiu que está “muito bem assistido” no Hospital Rio Grande em Natal.

Na mensagem, o ex-deputado disse que espera sair ainda nesta terça-feira, 25, do hospital, após concluir exames necessários para o protocolo médico.

Nota da Chris:

Daqui nosso desejo de uma plena recuperação para o ex-deputado. Saúde, meu caro.

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Jean Paul Prates comunica ao PT sua desfiliação do partido

O ex-senador da República e ex-presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, oficializou na manhã desta segunda-feira (24) sua desfiliação do Partido dos Trabalhadores, sigla à qual esteve filiado desde 2013. A decisão foi protocolada em carta entregue ao presidente nacional do partido, Edinho Silva, em Brasília, e em documento semelhante destinado à presidenta da legenda no Rio Grande do Norte, Samanda Alves. A íntegra da carta enviada ao presidente está anexada no processo de desfiliação.

No texto, Jean Paul adota tom de respeito, serenidade e gratidão pela trajetória construída no PT ao longo de doze anos. Ele destaca que sua decisão foi amadurecida “com reflexão profunda” e consolidada após diálogo direto com a governadora Fátima Bezerra. Jean afirma que seu ingresso no Partido dos Trabalhadores de deu com entusiasmo e lealdade, com “total disposição de contribuir para seu projeto histórico e para as lutas em defesa do povo brasileiro”.

No documento, Jean Paul reconhece que sua saída é motivada por uma redução progressiva de espaço político. Ainda assim, reafirma não carregar ressentimentos. “Não levo mágoas, levo gratidão e consciência tranquila”, registra. Ele dedica agradecimentos pessoais a lideranças e amigos pessoais que marcaram sua passagem pelo partido, como Fernando Haddad, Aloizio Mercadante, Henrique Fontana, José Dirceu e o próprio presidente Edinho Silva.

Em trecho enfático, Jean Paul presta homenagem à militância petista, sobretudo a que atua em regiões mais vulneráveis do país. “Essa militância é o que o PT tem de mais autêntico e valioso, e por ela minha admiração permanece intacta”, afirma.

Ao final, ele anuncia que continuará no campo progressista. Disse que passa a integrar “uma legenda com tradição equivalente de luta por justiça social, dignidade e soberania nacional” e que pretende contribuir para a construção de “uma esquerda moderna, transparente, popular e capaz de dialogar com as novas gerações e com os desafios contemporâneos”.

Jean Paul encerra reafirmando compromisso com a democracia, com o papel estratégico do Estado no desenvolvimento e com políticas públicas conectadas ao Brasil do presente e do futuro.

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Trânsito sofrerá intervenções para implantação de projeto no Museu Lauro da Escóssia

A Prefeitura de Mossoró realiza intervenções temporárias no trânsito em vias do entorno do Museu Histórico Lauro da Escóssia, para execução segura do novo projeto luminotécnico do equipamento cultural que ganhará sistema de iluminação, visando valorizará o patrimônio histórico da cidade.

Neste domingo, dia 23, a Rua 30 de Setembro será interditada no trecho entre a Rua José Negreiros e a Rua Maria Ferreira de Azevedo. A intervenção terá início pela manhã e seguirá de forma contínua até a terça-feira (25). A liberação da via está prevista para acontecer por volta do meio-dia da terça-feira.

Na segunda-feira, dia 24, as intervenções serão ampliadas para outras vias do entorno do Museu. Além da continuidade da interdição na Rua 30 de Setembro, a Rua Maria Ferreira de Azevedo ficará interditada no trecho entre a Rua Machado de Assis e a Rua 30 de Setembro.

Ainda na segunda-feira (24), haverá intervenção nos trechos que envolvem a Rua 30 de Setembro e a Rua Doutor Almeida Castro, estendendo-se até a Avenida Dix-Neuf Rosado Maia (Leste-Oeste). Com isso, tanto a Rua Doutor Almeida Castro quanto a Rua 30 de Setembro permanecerá interditadas até a Avenida Leste-Oeste, estabelecendo um perímetro de segurança adequado à execução dos serviços técnicos do projeto.

A Prefeitura reforça que todas as intervenções estarão devidamente sinalizadas e serão acompanhadas pelas equipes responsáveis pela organização do trânsito, com o objetivo de minimizar transtornos e priorizar a segurança de motoristas, pedestres e trabalhadores.

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“A ética é o que sustenta uma carreira inteira. Sem ela, nada se sustenta”, Jefferson Freire.

O entrevistado no quadro “6eis Perguntas” desta quinta-feira, 20 de novembro, como havíamos anunciado, é o advogado Jefferson Freire de Lima, com 25 anos de atuação na área. Um “bate-papo” recheado de informações e emocionante em alguns momentos. Jefferson fala de sua trajetória e desafios de forma tão leve que o texto flui muito bem, prendendo o leitor. E mais: fala sobre sua família, o que ela representou e representa em sua carreira na advocacia; referências na profissão; dos desafios no início e das mudanças; orgulho, valorização, generosidade, conselho, gratidão… tudo você verá (ou lerá) por aqui.

Vale muito a leitura. Das mais agradáveis e instigantes que já passaram por essa página. Agora é com você, caríssimo amigo:

1- Conte um pouco sobre você e como sua trajetória na advocacia ajudou a moldar quem você é hoje

JF-Revisitando minha própria história, gosto sempre de lembrar de onde venho, não apenas como um exercício de memória, mas como forma de reconhecer a base que me sustenta até hoje. Nasci em um lar simples, onde meus pais, José e Maria, com pouco, faziam muito. Era impossível não perceber o esforço diário, os gestos silenciosos de renúncia e o cuidado constante que os nossos pais dedicavam à nossa família.

Naquela rotina tão comum e, ao mesmo tempo, tão cheia de dignidade, aprendi algumas das lições mais importantes da minha vida: a força que nasce da perseverança, o valor de fazer o certo mesmo quando ninguém vê e a certeza de que grandes sonhos podem surgir de lugares pequenos.

Essa herança invisível, feita de exemplos, não só de palavras, segue comigo em tudo o que faço e foi determinante para que eu escolhesse a advocacia como caminho.

No percurso profissional, encontrei muitas referências, mas poucas foram tão marcantes quanto os advogados Alcimar de Souza, Tarcísio Jerônimo, Paulo Linhares e Marcos Araújo.

Cada um deles, à sua maneira, me ensinou que a advocacia verdadeira ultrapassa a letra fria da lei. Com eles aprendi que técnica exige disciplina, que detalhes importam e que cada caso merece não apenas conhecimento jurídico, mas também sensibilidade e comprometimento.

Ao unir essas influências à seriedade, à coragem e ao espírito combativo que sempre estiveram no meu jeito de ser, pude formar um perfil profissional que me orgulha, um perfil que não se afasta daquilo que vi dentro de casa, quando ainda era só um menino aprendendo, pela observação, o que significa agir sempre com integridade.

2Quais foram os maiores desafios do início da sua carreira na advocacia e o que manteve você firme ao longo desses 25 anos de profissão?

JF– No início da minha carreira, nada foi simples. Assim como muitos jovens advogados, enfrentei dúvidas, limitações e aquelas provações que fazem a gente questionar se realmente vai conseguir avançar.

Aprendi cedo, porém, que perseverança, trabalho honesto e comprometimento verdadeiro com a causa são capazes de transformar qualquer começo difícil. E há algo que sempre me guiou: quando uma pessoa deposita em você a confiança de defendê-la, isso impõe um sentido maior à profissão.

Nesse momento, não existe espaço para atuar pela metade; é preciso entregar o melhor de nós, com esforço, responsabilidade e respeito pela história que carregamos. Foi assim que comecei, e é isso que continua movendo minha atuação até hoje.

3- Como você avalia as mudanças no sistema de Justiça ao longo dos seus 25 anos de carreira e quais desafios ainda persistem para a advocacia?

JF -O nosso sistema de Justiça mudou bastante nesses 25 anos, mas algumas coisas continuam praticamente iguais. Eu ainda sinto falta do básico: mais juízes, mais servidores, mais investimento para que a Justiça funcione como deveria.

A jurisdição é um dos pilares que seguram a sociedade de pé, e quando ela não recebe a atenção necessária, todo mundo acaba sentindo as consequências.

Ao mesmo tempo, vejo que surgiram novas disfunções. As metas do CNJ, por exemplo, têm seu papel administrativo, mas também trouxeram uma pressão que, muitas vezes, transforma processos em números.

E processo nunca é um número. Processo é história de vida, é dor, é expectativa, é alguém que está tentando resolver um drama real.

Isso exige muito mais sensibilidade de nós, advogados. A gente precisa lembrar o tempo inteiro que, por trás de cada página, existe uma pessoa. E manter isso vivo no meio de tanta cobrança talvez seja um dos maiores desafios da advocacia hoje.

4- Como você encontra equilíbrio entre a intensidade da advocacia e a sua vida pessoal, e de que forma essa conciliação influenciou seu modo de atuar ao longo dos anos

JF– Equilibrar a intensidade da advocacia com a vida pessoal nunca foi simples. A verdade é que a advocacia se aproxima muito de um sacerdócio: ela exige presença total, física e mental, e muitas vezes nos coloca diante de conflitos humanos que nos atravessam de maneiras profundas.

Ao longo desses 25 anos, vi colegas brilhantes adoecerem, enfrentarem depressão, ansiedade, burnou, situações que, infelizmente, já fazem parte do cotidiano da nossa profissão. É impossível ignorar o peso emocional que carregamos quando assumimos as dores e expectativas de tantas pessoas.

Por muito tempo, eu mesmo precisei aprender, quase na marra, que não existe dedicação sustentável sem um espaço de respiro. A advocacia cobra muito e, se a gente não se cuidar, ela cobra ainda mais. Foi então que percebi que precisava encontrar uma válvula de escape verdadeira, algo que me devolvesse energia, clareza e chão. No meu caso, esse equilíbrio veio pelo esporte.

O esporte me reconecta comigo mesmo. É onde reorganizo a mente, renovo as forças físicas e encontro aquela “respiração profunda” que me permite voltar para o escritório mais inteiro, mais lúcido e, principalmente, mais humano. Essa prática constante me ensinou que, para cuidar bem dos outros, que é, no fundo, o que a advocacia faz, a gente precisa primeiro cuidar de nós mesmos.

Hoje, entendo que essa conciliação não é um luxo, mas uma necessidade. E foi justamente ela que moldou meu modo de atuar: mais atento aos sinais do corpo, mais respeitoso com meus limites, mais presente para meus clientes e mais consciente de que a longevidade na advocacia depende, antes de tudo, da saúde mental e emocional de quem a exerce.

5- Que conselho você daria ao jovem advogado que você foi há 25 anos e que ainda serve para quem está começando hoje?

JF- Se eu pudesse conversar com o jovem advogado que fui há 25 anos, e, ao mesmo tempo, com quem está começando agora, diria, antes de tudo, que a advocacia é uma maratona, não uma corrida de velocidade. E, nesse percurso longo, alguns princípios nunca perdem valor.

O primeiro deles é a ética. Seja ético com você, com os atores do sistema de Justiça e, principalmente, com os seus clientes. A advocacia não comporta atalhos. Quem tenta encurtar o caminho sempre descobre, cedo ou tarde, que aquilo que parecia vantagem vira obstáculo. A ética é o que sustenta uma carreira inteira. Sem ela, nada se sustenta.

Diria também para valorizar a técnica. Estude, aprofunde-se, comprometa-se de verdade com cada causa. O dinheiro e o sucesso não são objetivos, são consequências naturais da postura profissional que você constrói no dia a dia. O cliente percebe quando o advogado está entregue, preparado e comprometido, assim como percebe quando não está.

A advocacia tem ciclos. Já houve o momento da área trabalhista, depois o boom da previdenciária. Hoje elas seguem importantes, mas o futuro já sinaliza outras frentes igualmente promissoras e muito menos concorridas, como a propriedade intelectual, a proteção de dados e a tecnologia. E, assim como essas, existem outras áreas silenciosas, à espera de quem tenha coragem de desbravá-las com seriedade.

No fim das contas, eu diria ao jovem advogado, e a todos que estão começando, que trabalhem com honestidade, dedicação e paciência. A advocacia retribui quem a trata com respeito. Tudo o mais virá: o reconhecimento, a estabilidade, as oportunidades. Basta seguir firme nos princípios que nunca mudam, mesmo quando o mundo inteiro muda ao redor.

6- De que forma sua família influenciou sua trajetória na advocacia e o ajudou a atravessar os desafios desses 25 anos de carreira

JF– A minha família é, sem exagero, o alicerce de tudo o que construí na advocacia. É o meu propósito, o que dá sentido às vitórias, às noites mal dormidas, às renúncias e a toda a intensidade que esses 25 anos de profissão carregam. Sempre acreditei que ninguém atravessa uma carreira longa e exigente como a nossa sozinho, e, no meu caso, cada passo que dei foi sustentado por quem caminhava ao meu lado.

Carrego um sentimento que me acompanha desde cedo: meu pai partiu prematuramente e só conseguiu ver uma parte pequena da minha trajetória. Ressinto essa ausência todos os dias, porque sei o quanto ele teria se orgulhado de tudo que vivi e construí.

Por outro lado, fui abençoado com a presença da minha mãe, a mulher mais guerreira que conheço. Ela foi, e continua sendo, a força silenciosa que segurou nossas bases quando tudo parecia difícil demais. É incansável, firme e foi determinante para que eu pudesse trilhar o caminho da advocacia com segurança emocional e sentido de responsabilidade.

Tenho também uma esposa corajosa, que não apenas compartilha a vida comigo, mas acolhe o peso da profissão com compreensão e parceria. Ela sustenta a minha rotina intensa com uma serenidade que me inspira todos os dias.

E, como se a vida quisesse reforçar esse sentimento de continuidade, minhas duas filhas, Sofia e Tarcila, a expressão mais pura do meu amor, escolheram cursar Direito. Vê-las trilhando esse universo que tanto me moldou é uma das maiores alegrias da minha vida.

Minhas irmãs, cada uma à sua maneira, seguem pavimentando seus próprios caminhos. Eu acompanho essa jornada de perto e não tenho dúvida de que chegarão onde desejam, porque carregam a mesma força e a mesma dignidade que herdamos de casa.

Se existe algo que aprendi nesses 25 anos é que a minha história não é feita apenas de processos, sustentações e vitórias jurídicas. Ela é feita, sobretudo, de gente. Da minha gente. E, por isso, posso dizer sem medo de errar: sou a pessoa mais sortuda do mundo.

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João Maia recebe ‘Medalha Amigo da Marinha’ em solenidade no 3º Distrito Naval

O deputado federal João Maia (Progressistas) foi agraciado com a Medalha Amigo da Marinha em uma solenidade realizada na tarde desta quarta feira, 19 de novembro, na sede do 3º Distrito Naval. A honraria foi entregue pelo comandante do distrito, vice-almirante José Jorge de Moraes Rulff, que conduziu a cerimônia marcada por respeito, reconhecimento e celebração.

A solenidade também agraciou o Arcebispo Metropolitano de Natal, Dom João Santos Cardoso, fortalecendo o simbolismo de união entre instituições que servem ao povo brasileiro. A Medalha Amigo da Marinha reconhece personalidades civis, militares de outras forças e instituições que se destacam na divulgação da mentalidade marítima, na defesa dos interesses da Marinha do Brasil, em sua valorização da importância para o desenvolvimento do país.

Durante o evento, Maia destacou a honra de receber a medalha e a alegria de viver um momento que reforça seu compromisso com as instituições nacionais. O deputado também celebrou o encontro com Dom João Santos, com o secretário de Segurança Cel. Araújo e com amigos como Toinho e Zauleide, entre outras presenças que marcaram a cerimônia.

Ao final, João Maia afirmou que sai do 3º Distrito Naval com o coração leve e o sentimento de responsabilidade renovada, reafirmando a importância de manter diálogos e parcerias que fortalecem a caminhada em prol do Brasil.

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