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FICRO 2026 chega à 38ª edição e reforça papel de Mossoró como polo de negócios e desenvolvimento regional

A Feira Industrial e Comercial da Região Oeste (FICRO) chega à sua 38ª edição em 2026, reafirmando sua trajetória como um dos eventos tradicionais de negócios do Rio Grande do Norte e um importante espaço de valorização da força produtiva de Mossoró e de toda a região Oeste. A feira será realizada de 5 a 7 de novembro, das 16h às 22h, no Thermas Hall, em Mossoró.

Criada em 1988 pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-RN), a FICRO passou a ser realizada pela Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM) em 1999. Ao longo de quase quatro décadas, o evento consolidou sua relevância no calendário empresarial potiguar, acompanhando as transformações do mercado e ampliando as oportunidades de exposição, relacionamento comercial e geração de negócios.

A edição de 2026 terá uma programação voltada à aproximação entre empresas, fornecedores, consumidores, empreendedores e instituições. Entre as atividades previstas estão a exposição de marcas e produtos, rodadas de negócios e ações nas áreas de gastronomia, cultura e qualificação, ampliando as possibilidades de conexão entre os participantes e de desenvolvimento de novas parcerias comerciais.

A proposta reforça a FICRO como um ambiente estratégico para empresas de diferentes portes e segmentos apresentarem seus produtos e serviços, fortalecerem suas marcas, ampliarem sua rede de contatos e identificarem novas oportunidades de mercado. Para os pequenos negócios, em especial, a feira representa uma oportunidade de conquistar visibilidade, aproximar-se de novos clientes e demonstrar a qualidade e a diversidade da produção regional.

A importância desse movimento está diretamente relacionada à diversidade econômica de Mossoró. O município reúne atividades relevantes nos setores de comércio, serviços, indústria extrativa, produção salineira e fruticultura irrigada, formando uma base produtiva que conecta diferentes cadeias econômicas e mercados. Nesse contexto, a FICRO funciona como uma vitrine dessa capacidade empreendedora, aproximando os agentes econômicos e dando visibilidade a iniciativas que contribuem para a dinamização da economia regional.

Os resultados recentes ajudam a dimensionar o alcance do evento. Segundo informações divulgadas pela organização e publicadas pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), a edição anterior recebeu público estimado em mais de 30 mil pessoas e movimentou aproximadamente R$ 25 milhões. Os números reforçam o potencial da feira para estimular negócios e gerar impactos positivos em atividades que vão além dos espaços de exposição, como comércio, alimentação, hospedagem e serviços.

Para além de uma feira de exposição, a FICRO se apresenta como um espaço de encontro entre tradição e inovação, no qual empresas estabelecidas e novos empreendedores podem ampliar conexões, apresentar soluções e fortalecer sua presença no mercado. A iniciativa também contribui para valorizar os produtos e serviços desenvolvidos no interior potiguar, evidenciando a capacidade de Mossoró e da região Oeste de gerar oportunidades, atrair investimentos e impulsionar o desenvolvimento.

Em sua 38ª edição, a FICRO reafirma o compromisso com o fortalecimento do ambiente de negócios, a valorização do empreendedorismo e a integração dos setores produtivos. A expectativa é que o encontro continue aproximando quem produz de quem compra, criando novas possibilidades comerciais e destacando a força de quem investe, trabalha e empreende no Rio Grande do Norte.

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“A Cobal continua imunda”: webleitora denuncia falta de limpeza no local

Uma webleitora encaminhou ao Blog da Chris imagens que mostram a situação de sujeira na Cobal, em Mossoró. Na mensagem enviada ao blog, ela foi direta: “A Cobal continua imunda”.

O problema não é novidade. Em outras ocasiões, o Blog da Chris já publicou registros mostrando as condições do local e chamando a atenção para a necessidade de limpeza e manutenção.

Pelas novas imagens, ao que tudo indica, pouca coisa mudou. A situação continua gerando insatisfação entre frequentadores e pessoas que utilizam o espaço.

Até quando a população vai precisar recorrer às denúncias para cobrar o básico? A Cobal merece atenção e providências do poder público, leia, Prefeitura de Mossoró.

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