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Aliados de ex-prefeito rebatem ponto a ponto nota divulgada pelo blog.

Após postagem na Coluna da Chris do último domingo, 12, sobre os movimentos políticos do ex-prefeito de Patu, Rivelino Câmara (MDB), um webleitor ligado a Rivelino entrou em contato com o blog.

Segundo ele, não tem nada de incorrência nas escolhas de Rivelino, e na sequência rebateu uma a uma as “críticas” que vem sendo publicadas. “Chris, vamos por parte”, começou…

A uma, que não o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), pré-candidato ao governo, não disse que agradecia o apoio mas em Patu o nome dele era Carrapicho. “Isso foi notícia plantada pela oposição”, asseverou.

Dentro de poucos dias Allyson estará em Patu, então vamos ver quem estará ao seu lado. Quem irá recebê-lo e caminhar com ele. Aguarde vídeos, fotos”.

A duas, Rivelino já vem se aproximando de Allyson desde o ano passado, e sim, claro, levado pelo vice-governador Walter Alves, presidente do MDB, partido de Rivelino, e seu líder político. “isso já seria o bastante para justificar o apoio de Rivelino a Walter para deputado estadual, mas o município de Patu é pequeno, e Walter enquanto deputado federal destinou mais de 20 milhões em emendas para cidade quando Rivelino era o prefeito. Isso tem que ser levado em conta também”, disse.

Disse que Rivelino apoia Mineiro porque além de ser o candidato de Ednardo, prefeito de Patu, Mineiro também tem destinado emendas significativas para o munícipio.

Quanto ao não apoio a Cadu Xavier, pré-candidato de Fátima Bezerra ao governo do RN, ele disse que nunca Rivelino acenou nesse sentido, reconhece a importância da governadora para o munícipio, é grato a ela, e que Fátima seria seu primeiro voto para senadora. Ou seja, seu compromisso era com Fátima para o senado, não com Cadu.

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Ufersa inaugura Memorial Institucional neste sábado

Para celebrar os 59 anos de criação, a Universidade Federal Rural do Semi-Árido inaugura neste sábado, dia 18, às 9h, o seu Memorial, em uma programação aberta à comunidade acadêmica e à sociedade em geral. O espaço integra a estrutura da Pinacoteca, instalada no Prédio Central, Lado Oeste do Campus Mossoró.

O Memorial ESAM–Ufersa será dedicado à preservação e difusão da história e da memória da instituição. Criada em 1967 como Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM), nasce com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento agrícola da região semiárida. Em 2005, a instituição foi transformada na atual universidade, passando a oferecer cursos em todas as áreas do conhecimento.

A expansão também se materializou com a criação de novos campi nas cidades de Angicos, Caraúbas e Pau dos Ferros, além de polos para Educação a Distância. De acordo com o diretor da Pinacoteca, o bibliotecário Sale Mário Gaudêncio, o Memorial terá a função de salvaguardar a trajetória da instituição. “É um equipamento de valorização da memória acadêmica e administrativa, além de fortalecer o vínculo da comunidade universitária com a sua história”.

A instalação é resultado do trabalho desenvolvido pela comissão presidida pelo professor Alan Martins, com a colaboração de servidores dos quatro campi, projeto expográfico e curadoria da professora Tamms Morais, pesquisa histórica da professora Isaura Rosado e a pesquisa documental pelo jornalista Higo Lima.

O acervo reúne originais e reproduções de documentos e artefatos que ajudam a narrar a história da instituição. Todo esse material estava disperso pelas unidades e, agora, encontram um espaço dedicado à preservação da memória”, comenta Higo Lima.

Na exposição, o visitante encontrará o livro mais antigo do acervo da instituição, datado de 1890; a recuperação do documento original de posse do terreno do Campus Mossoró; o Livro de Ouro assinado por autoridades da República; utensílios de importantes pesquisas científicas; além de mostruários do antigo Museu de Paleontologia, do Herbário e do Hovet.

Em setembro de 2025, por ocasião das comemorações dos 20 anos da Ufersa, a Prefeitura de Mossoró doou à universidade uma cópia do Decreto nº 3/1967, que cria a ESAM e cujo original fora redigido à mão em uma folha pautada. O documento abre uma linha do tempo ilustrada com fotos de momentos marcantes e que se encerra com um holograma de Jerônimo Vingt Rosado Maia (1918–1995), fundador da ESAM.

Para o reitor da Ufersa, professor Rodrigo Codes, o novo equipamento cultural da universidade é um marco para a memória institucional. “A Ufersa reafirma seu compromisso com a preservação da memória e da identidade universitária, celebrando sua história e projetando o futuro a partir de suas raízes. O Memorial é um marco para a comunidade acadêmica no fortalecimento da cultura”.

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