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Carlos Kelsen vence eleições na OAB-RN

O advogado Carlos Kelsen foi eleito nesta segunda-feira, 25 de novembro, presidente da Seccional da OAB do Rio Grande do Norte para o mandato de 1º de janeiro de 2025 a 31 de dezembro de 2027. Ele substituirá Aldo Medeiros.

Ele recebeu 3.558 votos, correspondendo a 50,62% dos votos válidos. A candidata Rossana Fonseca, da chapa 20, somou 2.894 votos. Já a chapa 30, liderada por Fernandes Braga, obteve 577 votos.

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Lorena e Américo comandarão a OAB-Mossoró pelos próximos três anos

Os advogados Lorena Gualberto e Amércio Bento venceram as eleições da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Seccional de Mossoró, concorrendo à presidente e vice-presidente.

O processo eleitoral foi encerrado às 17h de hoje, 25 de novembro, e a contagem dos votos foi concluída cerca de 15 minutos depois, apontando a chapa 99, que tinha como lema “Força e Representatividade”, como vencedora.

Lorena e Américo obtiveram 569 votos, contra 408 de Denys Tavares de Freitas e Darwin Salles emplacou 195 votos.

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Após paralisação de médicos, prefeito assegura partos de urgência

Os médicos obstetras da Maternidade Almeida Castro, em Mossoró, suspenderam os atendimentos, nesta segunda-feira (25). O motivo é o atraso de 7 meses nos salários pagos pelo Governo do Estado.

Essa paralisação deixou mães de Mossoró e de 60 municípios da região sem o direito básico de acesso ao parto pelo SUS.

Diante desse cenário, o prefeito Allyson Bezerra anunciou que a Prefeitura de Mossoró assumirá os custos integrais dos médicos responsáveis pelos partos de urgência. A medida garante que nenhuma mãe fique desamparada em um momento tão importante.

A maternidade conta atualmente com cinco obstetras: três pagos pelo Governo do Estado, que estão paralisados, e dois pagos pela Prefeitura, que agora absorverão toda a demanda. Graças à gestão municipal, os partos de urgência serão mantidos, enquanto o Governo do Estado permanece sem apresentar soluções para o problema.

Pelas redes sociais, Allyson lamentou o atraso nos pagamentos e reforçou a gravidade da situação.

Hoje, o Governo do Estado deixa a Maternidade Almeida Castro sem obstetras devido a um atraso salarial de 7 meses, prejudicando mães de Mossoró e de 60 municípios da região. Para não deixar essas mães desamparadas, a Prefeitura de Mossoró está custeando os médicos para atender os partos de urgência”, declarou o prefeito.

O gestor também fez um apelo à governadora Fátima Bezerra, pedindo uma solução urgente.

Essa é uma questão de humanidade e vida. Faço um apelo à governadora: resolva essa situação! Todas as mulheres merecem respeito e dignidade”, frisou Allyson.

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Juiz bloqueia R$ 4,7 milhões das contas do estado para manter serviços em maternidade

A 2ª Vara do Trabalho de Mossoró determinou o bloqueio imediato de R$ 4.765.668,12 das contas do Estado do Rio Grande do Norte para manter o funcionamento do Hospital Maternidade Almeida Castro, em Mossoró .

A decisão, assinada na última sexta-feira (22) pelo juiz Magno Kleber Maia, foi proferida em razão de atrasos dos repasses dos pagamentos dos terceirizados pelo Governo do Estado.

A ação na Justiça do Trabalho foi impetrada pela Associação de Proteção a Maternidade e a Infância de Mossoró (Apamim). Entre as prestadoras de serviço na unidade de saúde, há uma empresa que aguarda pagamento desde o mês de abril. É o caso da Cooperfisio, contratada para prestação de serviços de Fisioterapia, que já acumulava um débito de R$ 298,5 mil.

Estamos verificando, portanto, uma possível paralisação em massa de profissionais médicos, fisioterapeutas, ginecologistas, anestesistas, contratados pelo Estado do Rio Grande do Norte para prestação de serviços no Hospital Maternidade Almeida Castro, que, conforme já mencionado, poderá gerar um colapso nos serviços prestados por esta instituição, além do inimagináveis impactos navida de milhares de pacientes que são atendidos pela referida instituição, razão pelaqual entendo que é cabível nesse processo a concessão da tutela requerida”, escreveu o magistrado na decisão.

Nesta segunda-feira (25), os médicos obstetras da Maternidade Almeida Castro, em Mossoró, suspenderam os atendimentos devido ao atraso de 7 meses nos salários pagos pelo Governo do Estado.

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