Pular para o conteúdo principal

Blog da Chris

Categorias
Blog

Jornalista usa rede social para denunciar deputado por “intolerância política”

Juliana Celli (Foto: publicação)

A jornalista Juliana Celli usou uma de suas redes sociais, nesta segunda-feira (15), para desabafar e denunciar que foi vítima de intolerância política por parte do deputado estadual, Getúlio Rêgo (DEM).

 

Juliana já foi secretária de Comunicação do Estado do RN e hoje integra a Assessoria de Comunicação da Assembleia Legislativa.

 

Leia o texto da jornalista na íntegra:

Como jornalista, talvez esse seja o texto mais difícil que já escrevi. Olhos cheios de lágrimas, coração apertado, dúvidas sobre o que pode acontecer comigo a partir de agora.

Mas muita vontade de dar a minha contribuição de viver num mundo melhor, pra mim e pra minha filha. Decidi não me calar.

Na última quinta-feira (11/10) eu fui vítima da intolerância política que estamos testemunhando no país e que chegou no seu mais grave momento com a chegada do segundo turno das eleições. Eu já noticiei tanto sobre esses casos que estão acontecendo.

O último, o de uma médica, no serviço público do Rio Grande do Norte, que rasgou uma receita porque ao perguntar em que candidato o paciente votaria, ele afirmou votar no candidato do PT. Fiquei indignada!

Mas, jamais pensei passar por isso. Estava enganada!

Na quinta-feira pela manhã eu estava trabalhando quando um superior fez o sinal usado pelo candidato Bolsonaro, aquele que simula duas armas. Ele me perguntou se eu estava pronta pra fazer o tal gesto.

Eu falei que não faria porque não voto nesse candidato, na verdade decidi não votar em nenhum dos dois candidatos postos por não concordar nem com um nem com o outro. Foi aí a minha surpresa, o superior, o deputado estadual Getúlio Rêgo (DEM), que até então sempre tive uma boa convivência, começou a me insultar.

Ouvi palavras como corrupta, mentirosa, e que eu deveria pedir exoneração do meu cargo (de confiança).

Ele estava completamente alterado, falando alto, gesticulando em minha direção. Por um momento, pensei em explodir, me contive. Consegui me manter firme e respeitosa, mesmo que muito constrangida, principalmente pelo fato de na hora estar conduzindo convidados para uma reunião de trabalho.

Argumentei que o voto é livre, e eu podia votar em quem quisesse ou até mesmo me omitir. Ele continuou esbravejando, na frente deles e de mais alguns servidores, que eu deveria votar em quem meu chefe mandasse.

Eu voltei a argumentar que não estávamos mais no tempo de “votos de cabrestos”, algo muito utilizado nos “currais” eleitorais e que meu chefe direto é democrático, jamais iria me obrigar a votar em quem eu não quisesse. Ele continuou sem respeitar a minha decisão.

Se alterou ainda mais, falando em tom ameaçador.

Eu decidi encerrar o assunto entrando na sala para participar da reunião que estava programada. Pedi desculpas aos convidados pelo ocorrido, mantive a calma para terminar aquela demanda, mas depois desabei.

Conversei com colegas, ouvi familiares, procurei um advogado.

Algumas pessoas disseram que seria meu fim eu expor esse assunto, outras me apoiaram, me incentivaram. Passei alguns dias analisando sozinha, pedindo a Deus uma resposta, deixando a “poeira” baixar e a emoção ser controlada para aí sim tomar uma decisão mais acertada.

Se eu, jornalista, assessora de imprensa, apresentadora de um jornal na rádio, de um programa de TV, não pode falar, quem pode?

As milhares de mulheres e homens que estão passando por isso em seus empregos em todo país ou em outros locais? Não. Eu digo não à intolerância política!!! O voto é livre!!!

Se você vota num candidato que eu tenho repulsa, eu preciso respeitar. Não deixe ninguém lhe dizer que você é menos inteligente ou menos cidadão por isso.

Se você quer votar em Haddad, vote livremente. Se você vota em Bolsonaro, vote livremente. Se quiser votar em branco, nulo, vote livremente.

Em tempos de #elenão e #elesim eu o convido a levantar uma bandeira muito mais importante, a da tolerância. Essa é a minha campanha.

#intoleranciaNao

Categorias
Política

No RN, Haddad lidera com 45,46%; Bolsonaro tem 32,91%

Na sondagem para presidência da República da pesquisa realizada FIERN/Certus, divulgada na nesta segunda-feira (15), o candidato do PT, Fernando Haddad, lidera à disputa com 56,82% da preferência do eleitorado. O candidato do PSL, Jair Bolsonaro tem 43,18%. Quando se leva em conta apenas os votos válidos.

 

Pesquisa Estimulada

 

Na pesquisa estimulada (quando se apresenta o nome dos candidatos), Fernando Haddad tem 45,46% e Bolsonaro 34,54%. Nenhum pontuou 11,42%, não sabe 8,37% e não respondeu 0,21%.

 

(Fotos: publicação)



Pesquisa Espontânea

 

Na sondagem espontânea (quando não se apresenta o nome dos candidatos), Fernando Haddad tem 41,28%; Jair Bolsonaro, 32,91%.

 



Rejeição

 

No índice de rejeição o candidato Jair Bolsonaro lidera no estado do RN. O candidato tem  com 52,13%, e Fernando Haddad aparece com 41,56%.

 

Sobre a pesquisa

 

A pesquisa do instituto FIERN/Certus foi registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos BR 00385/2018 e RN 02146/2018. As entrevistas foram realizadas entre os dias 10 a 13 de outubro com 1410 eleitores. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro de 3,0% para mais ou para menos. 

Categorias
Política

Fátima Bezerra lidera Segundo Turno, mas Carlos Eduardo mostra crescimento

O Instituto de pesquisa eleitoral FIERN/Certus publicou na manhã desta segunda-feira (15) a primeira pesquisa para o segundo turno das eleições para o Governo do Estado.

Pesquisa Estimulada

Na estimulada (quando se apresenta o nome dos candidatos) , a candidata do PT, Fátima Bezerra, tem 53,62% dos votos válidos, com um intervalo de confiança entre 50,62% e 56,62%. O candidato do PDT, Carlos Eduardo, está com 46,38%, com intervalo de confiança entre 43,38% e 49,38%.

(Fotos: publicação)


Pesquisa Espontânea

Na pesquisa espontânea (quando não se apresenta o nome dos candidatos), a senadora Fátima Bezerra aparece com 39,22% e Carlos Eduardo com 34,40%. Não souberam teve 15,67%, nenhum 9,65% e outro 0,35%.


Sobre a pesquisa

A pesquisa do instituto FIERN/Certus foi registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos BR 00385/2018 e RN 02146/2018. As entrevistas foram realizadas entre os dias 10 a 13 de outubro com 1410 eleitores. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro de 3,0% para mais ou para menos.