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Blog da Chris

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Política

Lawrence Amorim entra no Solidariedade para ser pré-candidato a deputado federal em Mossoró

Lawrence Amorim (Foto: Cedida) 

Prefeito de Almino Afonso duas vezes antes dos 30 anos, Lawrence Amorim assinou ficha de filiação ao Partido Solidariedade e começou a construção de sua pré-candidatura a deputado federal com base na cidade de Mossoró, onde reside atualmente.

O deputado Kelps Lima abonou filiação de Lawrence que aconteceu na última sexta-feira (28).

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Lilian Martins retorna das férias com programa especial de 13 anos

Zilene e Lilian Martins (Foto: Cedida) 

A apresentadora Lilian Martins retornou das férias ao Manhã TCM nesta segunda-feira, celebrando os 13 anos do programa matinal do TCM 10 HD (TV Cabo Mossoró). A edição especial de aniversário foi marcada também pela estreia de novo cenário.

No retorno da diva, além da emoção peculiar da apresentadora, ela aproveitou para agradecer pelo suporte que recebe da empresa e da equipe. 

Nota da Chris:

Sucesso, caríssima!

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TRT-RN inicia correição na 1ª Vara de Mossoró nesta segunda-feira, 31

Dra. Lizandra Lopes (Foto: Cedida) 


Durante toda esta semana, os técnicos da Corregedoria do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) realizam a correição periódica na 1ª Vara do Trabalho de Mossoró.

Durante esse período de correição, os horários de expediente da Vara do Trabalho e das audiências não sofrerão alterações.

Ficarão suspensos, apenas, os prazos dos processos físicos examinados na correição. Já os prazos dos demais processos transcorrerão normalmente.

Na quinta-feira (3), a presidente e corregedora do TRT-RN, desembargadora Auxiliadora Rodrigues, estará à disposição dos advogados, reclamantes, empresas reclamadas e sindicalistas que atuam na 1ª Vara de Mossoró, a partir das 14:00h,  para ouvir as reivindicações e prestar esclarecimentos.

A 1ª Vara do Trabalho de Mossoró tem como titular a juíza Lisandra Lopes e, assim como as quatro Varas do Trabalho de Mossoró, tem jurisdição sobre os municípios de Apodi, Areia Branca, Baraúna, Caraúbas, Felipe Guerra, Governador Dix-Sept Rosado, Grossos, Mossoró, Serra do Mel e Tibau.

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Política

Lula visitará Currais Novos e Mossoró

(Foto: Web)
A senadora Fátima Bezerra (PT) recebeu a confirmação hoje, 31, de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva  visitará o Rio Grande do Norte nos próximos dias 27 e 28 durante a caravana que percorrerá por 21 dias municípios do Nordeste.
O ex-presidente passará às 16h do dia 27, em Currais Novos (27), e às 16h do dia 28, em Mossoró.
A comitiva terá início dia 16 de agosto. “Vou começar pela Bahia e terminar no Maranhão. Quero ver de perto como eles estão estragando o nosso país. Todo dia quando deito fico imaginando a situação que deixei o Brasil e a situação como está hoje, sobretudo com a democracia arranhada“, disse Lula em entrevista ao anunciar a caravana.
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“Os Rosados chegaram ao seu limite, mas não ao fim”

Carlos Santos (Foto: Cedida/Ricardo Lopes) 

O quadro “6eis Perguntas” continua. Hoje, conversamos com o competente jornalista, blogueiro e dono do espaço virtual mais acessado de Mossoró, Carlos Santos.

Carlos, na entrevista fala sobre a administração Rosalba Ciarlini: “O quadro atual é incomum, mas a prefeita adota um modelo de governo baseado numa época distante, de muitas facilidades, insistindo em medidas cosméticas, propaganda e ações previsíveis”; da relação imprensa com a administração municipal:” Nada muda porque a própria imprensa em sua maioria não cuida de sua imagem”; e futuro da família Rosado: “A prioridade em 2018 é sobrevivência, ou sobrevida. Isso é normal”.    

Leiam…

1- Chegamos aos sete meses da administração da prefeita Rosalba Ciarlini. Você (o Senhor rsrs) acha que ela está atendendo às expectativas de seus eleitores?

 

CS- Gostei do “Senhor” (kk!) Às minhas, sim. Acredito que à maioria da população, não. Eu não esperava muito mais nesse primeiro ano, por conhecer razoavelmente a realidade. Portanto, não me frustro. Escrevi antes de começar o governo, que ela teria êxito em atualizar salários em poucos meses por ser algo possível. Não errei. Postei há algumas semanas no Blog Carlos Santos, o seguinte: “Para situações excepcionais, medidas excepcionais”. O quadro atual é incomum, mas a prefeita adota um modelo de governo baseado numa época distante, de muitas facilidades, insistindo em medidas cosméticas, propaganda e ações previsíveis. Os resultados não serão os mesmos do passado, por uma questão de lógica. A conjuntura é outra, os tempos são outros. Faltam ousadia, coragem e caráter inventivo à administração. Torço que mude o rumo. Ainda há tempo. Fará bem a Mossoró e politicamente a ela, mesmo com alguns efeitos colaterais.

 

2 – Como você (fiquemos no “você”, rsrsrs) vê a relação entre a administração municipal e os órgãos de imprensa, a própria mídia?

 

CS- Como antes. Nada muda porque a própria imprensa em sua maioria não cuida de sua imagem; teima em não se adequar aos novos tempos. Há pouco profissionalismo e quase nenhuma concorrência, algo fundamental para o mercado. A maioria segue numa dependência cavilosa, continuada e doentia do poder público. Boa parte da mídia não tem sequer um Departamento Comercial de verdade e espera que o poder público banque seu custo como se isso fosse uma obrigação. Entrevistar as pessoas do poder, em certos casos, parece jogo de voleibol: o repórter “levanta” a bola e o político “corta”. É pura “assessoria de incenso”. Culpa da imprensa, não dos políticos. 

 

3 – Por falar em imprensa, o que mudou desde que o senhor começou a militar no jornalismo até os dias atuais? E qual o futuro que o senhor vislumbra?

 

CS- Avançou especialmente na parafernália tecnológica. Houve uma modernização espantosa dos meios para a produção da reportagem, até entregarmos o produto final ao público-alvo. Mas em essência, o futuro do jornalismo é o jornalista. Continuará sendo. Porém há um paradoxo interessante: está tão fácil ser jornalista, que poucos o são. Há muito Control C/Control V (copia/cola), numa enorme pasteurização e pobreza de conteúdo. No rádio, na TV, no impresso e na Web, tudo parece igual, clone do clone. Quase nada é diferenciado e instigante. Passou o apogeu do jornal impresso, a TV se mantém muito forte, o rádio ainda tem larga margem de expansão e a Web é um admirável mundo novo, que estamos desbravando. Por lá desembarquei há uns 13 anos e não me canso de aprender. Estou na Idade da Pedra Lascada, que se diga. Estou vivo e continuo apaixonado, como se fosse um “foca” (iniciante).

 

4 – Como estão se movendo as peças para as eleições do ano que vem? Qual a tendência dos grupos políticos potiguares?

 

CS- Há um cenário muito confuso. Uma das grandes dificuldades para fazermos qualquer previsão, é que não sabemos quem estará solto até lá. Mais do que vencer eleição, a prioridade de todos e de cada um é pela sobrevivência ou sobrevida política. O eleitor está ressabiado e quem não fizer uma clara leitura da conjuntura, vai sobrar ao final. Mais do que nunca, “política é como uma nuvem”. Muda, muda, muda a todo instante.

 

5 – Quanto ao eleitorado, você acredita que haverá mudança de atitudes após as várias prisões e condenações de políticos tradicionais? O eleitor tende a votar em nomes novos ou continuará elegendo integrantes das famílias tradicionais?

 

CS- Teremos surpresas, teremos novidades, mas uma mudança radical, não. Por quê? Porque a engrenagem do sistema político-partidário brasileiro é montada para não sofrer grandes alterações. Os principais atores da política do país estão aí há mais de 30 anos. Os partidos têm donos e os donos não vão permitir maiores alterações nesse mando. O “recall” tão comum na indústria automobilística, ainda será muito reduzido nas urnas de 2018, até porque não temos muitas opções mesmo. A prova é que apesar de tudo, o povo não vai às ruas, porque não confia em quem está no poder e menos ainda em quem está fora dele, querendo entrar ou voltar. Há desalento sem rumo.

 

6 – Em Mossoró, como você vislumbra o futuro político da família Rosado e esses nomes “novos” que começaram a surgir?

 

CS- A junção de Rosado-Rosado em 2016 foi um sinalizador de esgotamento da fórmula. Isso se desenha há tempos, até porque a família praticamente não tem mais peças de reposição com forte apelo popular, engenhosidade política e poder de articulação. Parece ter chegado ao seu limite, mas não ao seu fim político, que fique claro. A prioridade em 2018 é sobrevivência, ou sobrevida. Isso é normal. As oligarquias são por natureza um atraso, como o próprio Platão as definia há mais de 2 mil e 400 anos em Atenas, em “A República”. É um poder para poucos e de poucos. Mas a simples substituição de um Rosado por um Oliveira, Santos, Silveira, Couto, Moreira, Freire, Dias etc., não significa que mudaremos de conceito na política e na gestão da urbe. Nas eleições municipais de Mossoró em 2016, a maioria dos eleitores não votou nos Rosado. Rosalba foi eleita pela minoria, mas ninguém na oposição pode se sentir dono desse capital não-Rosado. Política, costumo afirmar, é uma atividade de inteligência e transpiração.