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Empresa suspende circulação de ônibus; prefeitura diz que não foi comunicada

Mossoró amanheceu sem transporte público nesta quarta-feira, 26. A empresa Cidade do Sol paralisa serviço.

Em nota, a Prefeitura de Mossoró, através da Secretaria de Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilidade Urbana e Trânsito (Sesdem), afirma que a paralisação é ilegal e que não foi comunicada previamente. A Prefeitura também informa que já acionou a justiça para garantir o retorno imediato do serviço.

Veja nota na íntegra:

A Prefeitura Municipal de Mossoró, por meio da Secretaria de Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilidade Urbana e Trânsito (Sesdem), esclarece à população que a paralisação do transporte público nesta quarta-feira (26), realizada pela empresa Cidade do Sol, é totalmente ilegal e não foi comunicada previamente ao município.

Dessa forma, a Prefeitura, por intermédio da Procuradoria-Geral do Município, acionará, com urgência, a Justiça a fim de garantir o retorno imediato da frota, assegurando que nenhum usuário do transporte público, como pais de família, trabalhadores e estudantes, seja prejudicado pela interrupção do serviço.

Destaca-se que a empresa Cidade do Sol, responsável pelo transporte público na cidade, arrecada receita diretamente dos usuários e ainda recebe da Prefeitura de Mossoró apenas um repasse mensal para complementar os custos da frota.

A Prefeitura adotará, de forma urgente, todas as medidas cabíveis para garantir o pleno funcionamento do transporte público aos cidadãos mossoroenses.

Mossoró-RN, 26 de novembro de 2025

Secretaria de Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilidade Urbana e Trânsito de Mossoró

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Ao lado de presidente da Potigás, Fátima cumpre agenda em Mossoró nesta terça-feira, 25

A Governadora Fátima Bezerra (PT) cumpre agenda, nesta terça-feira, 25 de novembro, em Mossoró, ao lado da diretora-presidente da Potigás, Marina Melo.

Elas participarão da abertura de evento ligado ao setor de petróleo, gás e energia que reúne profissionais e empresas do segmento de exploração e produção. Será na Arena Partage Shopping, às 18h.

Ainda acompanha a governadora nesta agenda, o secretário da Fazenda do RN, Carlos Eduardo Xavier, Cadu.

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Dom Francisco comemora 30 anos de ordenação sacerdotal

Nesta terça-feira, 25, a Diocese de Mossoró celebra, com grande alegria, as três décadas de ordenação sacerdotal de Dom Francisco de Sales, nosso Bispo Diocesano.

A comemoração nos faz retornar ao dia 25 de novembro de 1995, data marcada por um momento especial para toda a Igreja: a ordenação sacerdotal de Dom Francisco, realizada na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Araripina (PE), pelas mãos de Dom Paulo Cardoso (bispo na época). Ali, Dom Francisco iniciava sua missão sacerdotal, que ao longo desses anos tem sido sinal de entrega, zelo e dedicação ao povo de Deus.

Hoje, elevamos nossa profunda gratidão ao Senhor pela vocação do nosso Bispo Diocesano, por seu serviço incansável e por sua total doação à Igreja. Que Deus continue a fortalecer seu ministério com sabedoria, fé e coragem, abençoando cada passo de sua missão agora entre nós, na Diocese de Mossoró.

Convite

A Diocese de Mossoró convida você e sua família para a Missa em ação de graças pelos 30 anos de ordenação sacerdotal de Dom Francisco de Sales, Bispo Diocesano, nesta terça-feira, 25 de novembro, às 17h30, na Catedral de Santa Luzia, em Mossoró (RN).

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Ex-deputado Henrique Alves sofre AVC, mas passa bem

O ex-deputado federal Henrique Alves usou suas redes sociais, nesta segunda-feira, 24, para tranquilizar amigos após sofrer um pequeno Acidente Vascular Cerebral (AVC) no último sábado, 22, mas garantiu que já está recuperado.

Henrique tranquilizou a todos; agradeceu as muitas mensagens  e ligações que recebeu, e garantiu que está “muito bem assistido” no Hospital Rio Grande em Natal.

Na mensagem, o ex-deputado disse que espera sair ainda nesta terça-feira, 25, do hospital, após concluir exames necessários para o protocolo médico.

Nota da Chris:

Daqui nosso desejo de uma plena recuperação para o ex-deputado. Saúde, meu caro.

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Jean Paul Prates comunica ao PT sua desfiliação do partido

O ex-senador da República e ex-presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, oficializou na manhã desta segunda-feira (24) sua desfiliação do Partido dos Trabalhadores, sigla à qual esteve filiado desde 2013. A decisão foi protocolada em carta entregue ao presidente nacional do partido, Edinho Silva, em Brasília, e em documento semelhante destinado à presidenta da legenda no Rio Grande do Norte, Samanda Alves. A íntegra da carta enviada ao presidente está anexada no processo de desfiliação.

No texto, Jean Paul adota tom de respeito, serenidade e gratidão pela trajetória construída no PT ao longo de doze anos. Ele destaca que sua decisão foi amadurecida “com reflexão profunda” e consolidada após diálogo direto com a governadora Fátima Bezerra. Jean afirma que seu ingresso no Partido dos Trabalhadores de deu com entusiasmo e lealdade, com “total disposição de contribuir para seu projeto histórico e para as lutas em defesa do povo brasileiro”.

No documento, Jean Paul reconhece que sua saída é motivada por uma redução progressiva de espaço político. Ainda assim, reafirma não carregar ressentimentos. “Não levo mágoas, levo gratidão e consciência tranquila”, registra. Ele dedica agradecimentos pessoais a lideranças e amigos pessoais que marcaram sua passagem pelo partido, como Fernando Haddad, Aloizio Mercadante, Henrique Fontana, José Dirceu e o próprio presidente Edinho Silva.

Em trecho enfático, Jean Paul presta homenagem à militância petista, sobretudo a que atua em regiões mais vulneráveis do país. “Essa militância é o que o PT tem de mais autêntico e valioso, e por ela minha admiração permanece intacta”, afirma.

Ao final, ele anuncia que continuará no campo progressista. Disse que passa a integrar “uma legenda com tradição equivalente de luta por justiça social, dignidade e soberania nacional” e que pretende contribuir para a construção de “uma esquerda moderna, transparente, popular e capaz de dialogar com as novas gerações e com os desafios contemporâneos”.

Jean Paul encerra reafirmando compromisso com a democracia, com o papel estratégico do Estado no desenvolvimento e com políticas públicas conectadas ao Brasil do presente e do futuro.

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Trânsito sofrerá intervenções para implantação de projeto no Museu Lauro da Escóssia

A Prefeitura de Mossoró realiza intervenções temporárias no trânsito em vias do entorno do Museu Histórico Lauro da Escóssia, para execução segura do novo projeto luminotécnico do equipamento cultural que ganhará sistema de iluminação, visando valorizará o patrimônio histórico da cidade.

Neste domingo, dia 23, a Rua 30 de Setembro será interditada no trecho entre a Rua José Negreiros e a Rua Maria Ferreira de Azevedo. A intervenção terá início pela manhã e seguirá de forma contínua até a terça-feira (25). A liberação da via está prevista para acontecer por volta do meio-dia da terça-feira.

Na segunda-feira, dia 24, as intervenções serão ampliadas para outras vias do entorno do Museu. Além da continuidade da interdição na Rua 30 de Setembro, a Rua Maria Ferreira de Azevedo ficará interditada no trecho entre a Rua Machado de Assis e a Rua 30 de Setembro.

Ainda na segunda-feira (24), haverá intervenção nos trechos que envolvem a Rua 30 de Setembro e a Rua Doutor Almeida Castro, estendendo-se até a Avenida Dix-Neuf Rosado Maia (Leste-Oeste). Com isso, tanto a Rua Doutor Almeida Castro quanto a Rua 30 de Setembro permanecerá interditadas até a Avenida Leste-Oeste, estabelecendo um perímetro de segurança adequado à execução dos serviços técnicos do projeto.

A Prefeitura reforça que todas as intervenções estarão devidamente sinalizadas e serão acompanhadas pelas equipes responsáveis pela organização do trânsito, com o objetivo de minimizar transtornos e priorizar a segurança de motoristas, pedestres e trabalhadores.

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“A ética é o que sustenta uma carreira inteira. Sem ela, nada se sustenta”, Jefferson Freire.

O entrevistado no quadro “6eis Perguntas” desta quinta-feira, 20 de novembro, como havíamos anunciado, é o advogado Jefferson Freire de Lima, com 25 anos de atuação na área. Um “bate-papo” recheado de informações e emocionante em alguns momentos. Jefferson fala de sua trajetória e desafios de forma tão leve que o texto flui muito bem, prendendo o leitor. E mais: fala sobre sua família, o que ela representou e representa em sua carreira na advocacia; referências na profissão; dos desafios no início e das mudanças; orgulho, valorização, generosidade, conselho, gratidão… tudo você verá (ou lerá) por aqui.

Vale muito a leitura. Das mais agradáveis e instigantes que já passaram por essa página. Agora é com você, caríssimo amigo:

1- Conte um pouco sobre você e como sua trajetória na advocacia ajudou a moldar quem você é hoje

JF-Revisitando minha própria história, gosto sempre de lembrar de onde venho, não apenas como um exercício de memória, mas como forma de reconhecer a base que me sustenta até hoje. Nasci em um lar simples, onde meus pais, José e Maria, com pouco, faziam muito. Era impossível não perceber o esforço diário, os gestos silenciosos de renúncia e o cuidado constante que os nossos pais dedicavam à nossa família.

Naquela rotina tão comum e, ao mesmo tempo, tão cheia de dignidade, aprendi algumas das lições mais importantes da minha vida: a força que nasce da perseverança, o valor de fazer o certo mesmo quando ninguém vê e a certeza de que grandes sonhos podem surgir de lugares pequenos.

Essa herança invisível, feita de exemplos, não só de palavras, segue comigo em tudo o que faço e foi determinante para que eu escolhesse a advocacia como caminho.

No percurso profissional, encontrei muitas referências, mas poucas foram tão marcantes quanto os advogados Alcimar de Souza, Tarcísio Jerônimo, Paulo Linhares e Marcos Araújo.

Cada um deles, à sua maneira, me ensinou que a advocacia verdadeira ultrapassa a letra fria da lei. Com eles aprendi que técnica exige disciplina, que detalhes importam e que cada caso merece não apenas conhecimento jurídico, mas também sensibilidade e comprometimento.

Ao unir essas influências à seriedade, à coragem e ao espírito combativo que sempre estiveram no meu jeito de ser, pude formar um perfil profissional que me orgulha, um perfil que não se afasta daquilo que vi dentro de casa, quando ainda era só um menino aprendendo, pela observação, o que significa agir sempre com integridade.

2Quais foram os maiores desafios do início da sua carreira na advocacia e o que manteve você firme ao longo desses 25 anos de profissão?

JF– No início da minha carreira, nada foi simples. Assim como muitos jovens advogados, enfrentei dúvidas, limitações e aquelas provações que fazem a gente questionar se realmente vai conseguir avançar.

Aprendi cedo, porém, que perseverança, trabalho honesto e comprometimento verdadeiro com a causa são capazes de transformar qualquer começo difícil. E há algo que sempre me guiou: quando uma pessoa deposita em você a confiança de defendê-la, isso impõe um sentido maior à profissão.

Nesse momento, não existe espaço para atuar pela metade; é preciso entregar o melhor de nós, com esforço, responsabilidade e respeito pela história que carregamos. Foi assim que comecei, e é isso que continua movendo minha atuação até hoje.

3- Como você avalia as mudanças no sistema de Justiça ao longo dos seus 25 anos de carreira e quais desafios ainda persistem para a advocacia?

JF -O nosso sistema de Justiça mudou bastante nesses 25 anos, mas algumas coisas continuam praticamente iguais. Eu ainda sinto falta do básico: mais juízes, mais servidores, mais investimento para que a Justiça funcione como deveria.

A jurisdição é um dos pilares que seguram a sociedade de pé, e quando ela não recebe a atenção necessária, todo mundo acaba sentindo as consequências.

Ao mesmo tempo, vejo que surgiram novas disfunções. As metas do CNJ, por exemplo, têm seu papel administrativo, mas também trouxeram uma pressão que, muitas vezes, transforma processos em números.

E processo nunca é um número. Processo é história de vida, é dor, é expectativa, é alguém que está tentando resolver um drama real.

Isso exige muito mais sensibilidade de nós, advogados. A gente precisa lembrar o tempo inteiro que, por trás de cada página, existe uma pessoa. E manter isso vivo no meio de tanta cobrança talvez seja um dos maiores desafios da advocacia hoje.

4- Como você encontra equilíbrio entre a intensidade da advocacia e a sua vida pessoal, e de que forma essa conciliação influenciou seu modo de atuar ao longo dos anos

JF– Equilibrar a intensidade da advocacia com a vida pessoal nunca foi simples. A verdade é que a advocacia se aproxima muito de um sacerdócio: ela exige presença total, física e mental, e muitas vezes nos coloca diante de conflitos humanos que nos atravessam de maneiras profundas.

Ao longo desses 25 anos, vi colegas brilhantes adoecerem, enfrentarem depressão, ansiedade, burnou, situações que, infelizmente, já fazem parte do cotidiano da nossa profissão. É impossível ignorar o peso emocional que carregamos quando assumimos as dores e expectativas de tantas pessoas.

Por muito tempo, eu mesmo precisei aprender, quase na marra, que não existe dedicação sustentável sem um espaço de respiro. A advocacia cobra muito e, se a gente não se cuidar, ela cobra ainda mais. Foi então que percebi que precisava encontrar uma válvula de escape verdadeira, algo que me devolvesse energia, clareza e chão. No meu caso, esse equilíbrio veio pelo esporte.

O esporte me reconecta comigo mesmo. É onde reorganizo a mente, renovo as forças físicas e encontro aquela “respiração profunda” que me permite voltar para o escritório mais inteiro, mais lúcido e, principalmente, mais humano. Essa prática constante me ensinou que, para cuidar bem dos outros, que é, no fundo, o que a advocacia faz, a gente precisa primeiro cuidar de nós mesmos.

Hoje, entendo que essa conciliação não é um luxo, mas uma necessidade. E foi justamente ela que moldou meu modo de atuar: mais atento aos sinais do corpo, mais respeitoso com meus limites, mais presente para meus clientes e mais consciente de que a longevidade na advocacia depende, antes de tudo, da saúde mental e emocional de quem a exerce.

5- Que conselho você daria ao jovem advogado que você foi há 25 anos e que ainda serve para quem está começando hoje?

JF- Se eu pudesse conversar com o jovem advogado que fui há 25 anos, e, ao mesmo tempo, com quem está começando agora, diria, antes de tudo, que a advocacia é uma maratona, não uma corrida de velocidade. E, nesse percurso longo, alguns princípios nunca perdem valor.

O primeiro deles é a ética. Seja ético com você, com os atores do sistema de Justiça e, principalmente, com os seus clientes. A advocacia não comporta atalhos. Quem tenta encurtar o caminho sempre descobre, cedo ou tarde, que aquilo que parecia vantagem vira obstáculo. A ética é o que sustenta uma carreira inteira. Sem ela, nada se sustenta.

Diria também para valorizar a técnica. Estude, aprofunde-se, comprometa-se de verdade com cada causa. O dinheiro e o sucesso não são objetivos, são consequências naturais da postura profissional que você constrói no dia a dia. O cliente percebe quando o advogado está entregue, preparado e comprometido, assim como percebe quando não está.

A advocacia tem ciclos. Já houve o momento da área trabalhista, depois o boom da previdenciária. Hoje elas seguem importantes, mas o futuro já sinaliza outras frentes igualmente promissoras e muito menos concorridas, como a propriedade intelectual, a proteção de dados e a tecnologia. E, assim como essas, existem outras áreas silenciosas, à espera de quem tenha coragem de desbravá-las com seriedade.

No fim das contas, eu diria ao jovem advogado, e a todos que estão começando, que trabalhem com honestidade, dedicação e paciência. A advocacia retribui quem a trata com respeito. Tudo o mais virá: o reconhecimento, a estabilidade, as oportunidades. Basta seguir firme nos princípios que nunca mudam, mesmo quando o mundo inteiro muda ao redor.

6- De que forma sua família influenciou sua trajetória na advocacia e o ajudou a atravessar os desafios desses 25 anos de carreira

JF– A minha família é, sem exagero, o alicerce de tudo o que construí na advocacia. É o meu propósito, o que dá sentido às vitórias, às noites mal dormidas, às renúncias e a toda a intensidade que esses 25 anos de profissão carregam. Sempre acreditei que ninguém atravessa uma carreira longa e exigente como a nossa sozinho, e, no meu caso, cada passo que dei foi sustentado por quem caminhava ao meu lado.

Carrego um sentimento que me acompanha desde cedo: meu pai partiu prematuramente e só conseguiu ver uma parte pequena da minha trajetória. Ressinto essa ausência todos os dias, porque sei o quanto ele teria se orgulhado de tudo que vivi e construí.

Por outro lado, fui abençoado com a presença da minha mãe, a mulher mais guerreira que conheço. Ela foi, e continua sendo, a força silenciosa que segurou nossas bases quando tudo parecia difícil demais. É incansável, firme e foi determinante para que eu pudesse trilhar o caminho da advocacia com segurança emocional e sentido de responsabilidade.

Tenho também uma esposa corajosa, que não apenas compartilha a vida comigo, mas acolhe o peso da profissão com compreensão e parceria. Ela sustenta a minha rotina intensa com uma serenidade que me inspira todos os dias.

E, como se a vida quisesse reforçar esse sentimento de continuidade, minhas duas filhas, Sofia e Tarcila, a expressão mais pura do meu amor, escolheram cursar Direito. Vê-las trilhando esse universo que tanto me moldou é uma das maiores alegrias da minha vida.

Minhas irmãs, cada uma à sua maneira, seguem pavimentando seus próprios caminhos. Eu acompanho essa jornada de perto e não tenho dúvida de que chegarão onde desejam, porque carregam a mesma força e a mesma dignidade que herdamos de casa.

Se existe algo que aprendi nesses 25 anos é que a minha história não é feita apenas de processos, sustentações e vitórias jurídicas. Ela é feita, sobretudo, de gente. Da minha gente. E, por isso, posso dizer sem medo de errar: sou a pessoa mais sortuda do mundo.

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João Maia recebe ‘Medalha Amigo da Marinha’ em solenidade no 3º Distrito Naval

O deputado federal João Maia (Progressistas) foi agraciado com a Medalha Amigo da Marinha em uma solenidade realizada na tarde desta quarta feira, 19 de novembro, na sede do 3º Distrito Naval. A honraria foi entregue pelo comandante do distrito, vice-almirante José Jorge de Moraes Rulff, que conduziu a cerimônia marcada por respeito, reconhecimento e celebração.

A solenidade também agraciou o Arcebispo Metropolitano de Natal, Dom João Santos Cardoso, fortalecendo o simbolismo de união entre instituições que servem ao povo brasileiro. A Medalha Amigo da Marinha reconhece personalidades civis, militares de outras forças e instituições que se destacam na divulgação da mentalidade marítima, na defesa dos interesses da Marinha do Brasil, em sua valorização da importância para o desenvolvimento do país.

Durante o evento, Maia destacou a honra de receber a medalha e a alegria de viver um momento que reforça seu compromisso com as instituições nacionais. O deputado também celebrou o encontro com Dom João Santos, com o secretário de Segurança Cel. Araújo e com amigos como Toinho e Zauleide, entre outras presenças que marcaram a cerimônia.

Ao final, João Maia afirmou que sai do 3º Distrito Naval com o coração leve e o sentimento de responsabilidade renovada, reafirmando a importância de manter diálogos e parcerias que fortalecem a caminhada em prol do Brasil.

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Governadora abre Caravana em Caicó e anuncia restauração de trecho rodoviário

Acompanhada pelo ministro da Educação, Camilo Santana, a governadora Fátima Bezerra abriu, nesta quarta-feira (19), a terceira edição da Caravana Federativa do Estado. O evento reuniu prefeitos do Seridó e gestores de diversos órgãos federais e estaduais no Centro de Ensino Superior do Seridó (CERES), para tratar das obras e ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nos 25 municípios da região.

Os investimentos do PAC no Seridó somam R$ 705,1 milhões, destinados a obras de infraestrutura hídrica, esgotamento sanitário, construção de creches, habitação popular, saúde, esporte e lazer. Por estar situada em uma área de vulnerabilidade hídrica, a região receberá o maior aporte de recursos para a construção de adutoras e a recuperação de açudes públicos.

A iniciativa fortalece a integração entre o Governo do Estado, o Governo Federal e os municípios potiguares, ampliando o acesso a políticas públicas, serviços e financiamentos para acelerar obras e programas estratégicos.

Estamos aqui com a Caravana para evitar atrasos nas obras do Novo PAC, um programa que aplica recursos federais, mas é executado por estados e municípios. Por isso, devemos evitar entraves e superar dificuldades para concluir os investimentos e levar melhorias a toda a população. O PAC não é discurso. São obras que saíram do papel, como a Barragem de Oiticica e a recuperação da Barragem das Traíras. Hoje, damos mais um passo importante para a execução de políticas públicas em benefício da população”, disse a governadora Fátima Bezerra.

Durante o evento, a governadora anunciou o início das obras de restauração da Estrada da Palma, que não passava por uma reforma completa há mais de 30 anos. A recuperação deste trecho de 26 quilômetros da malha viária estadual foi um compromisso assumido por Fátima Bezerra durante visita a Caicó em maio deste ano.

O ministro Camilo Santana, que esteve em Caicó para formalizar o Acordo de Cooperação Técnica relacionado ao Hospital Universitário do Seridó (HU-Seridó), elogiou a iniciativa do governo estadual: “A Caravana é uma reunião de trabalho para desburocratizar, desfazer gargalos e permitir a aplicação ágil e efetiva dos recursos públicos”.

A secretária de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplan), Virgínia Ferreira, informou que foi instalada uma sala de situação com diversos órgãos, incluindo a Caixa Econômica Federal, para resolver os entraves que dificultam a realização das obras do PAC no Seridó.

A Caixa é o agente financiador do programa Minha Casa, Minha Vida. Na fase atual, estão previstos R$ 40 milhões para projetos de construção de moradias em 12 municípios da região. 

Também participaram da abertura da Caravana Federativa os prefeitos Dr. Tadeu (Caicó), Genilson Maia (São Fernando), Ivanildo Albuquerque (Timbaúba dos Batistas), Fernando Bezerra (Acari) e Acácio Brito (Serra Negra do Norte). Estiveram presentes ainda os secretários Cadu Xavier (Fazenda) e Gustavo Coelho (Infraestrutura); o presidente da Ebserh, Arthur Chioro; a presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba; o superintendente do Ministério da Saúde no RN, Jalmir Simões; o deputado federal Fernando Mineiro e o deputado estadual Francisco Medeiros.

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Mais de 400 estudantes da Uern farão o Enade no proximo domingo, 23

Neste domingo (23), 413 estudantes concluintes dos cursos de Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Ciências Econômicas, Ciências Contábeis, Administração e Direito, de todos os campi da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), participarão do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2025.

Os portões serão abertos às 12h e fechados às 13h (horário de Brasília). A prova começa às 13h30. O estudante deve apresentar documento oficial com foto e levar caneta preta de material transparente. Também é recomendado portar o Cartão de Confirmação da Inscrição.

A avaliação é obrigatória para quem está concluindo a graduação e integra os indicadores oficiais de qualidade da educação superior. Os locais de prova, definidos pelo Inep, estão disponíveis para consulta no Sistema Enade.

Avaliações em 2025

A participação dos bacharelandos encerra o ciclo de provas da Uern neste ano. Em 19 de outubro, estudantes de Medicina realizaram o Enamed. Já no dia 26 de outubro, 987 licenciandos fizeram a Prova Nacional Docente (PND), etapa teórica do Enade das Licenciaturas.

Além da prova teórica, esses estudantes também passarão por uma etapa prática, desenvolvida durante o estágio supervisionado na educação básica.

Com todas as frentes avaliadas — bacharelados, licenciaturas e Medicina —, mais de 1.400 estudantes da Uern participaram ou participarão das avaliações do Inep em 2025.

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