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Senador discorda do termo “acordão”.

Senador José Agripino conversa com o Blog da Chris. (Foto: publicação)

O blog da Chris esteve presente da reunião com o setor salineiro, na última terça-feira (31), oportunidade que conversou com o senador e candidato a Câmara Federal José Agripino (DEM).

Na conversa com Agripino perguntamos como ele avaliava e estava vendo a aliança entre Maias, Alves e Rosado ser chamada de acordão e se tal aliança prejudicará a eleição de Carlos Eduardo.

Para o senador o que importa é reunir forças para recuperar o estado.    

Não tem nada a ver, é uma união de partidos políticos que tem lideranças dentre os seus quadros”, disse.

Algumas pessoas podem até estranhar a reunião de políticos que tiveram divergências recentes, como pessoas que tiveram grandes convergências no passado, então as alianças são perfeitamente possíveis”.  

Nossa justificativa é a soma de forças em benefício da recuperação do Estado, que está em situação terrível: atraso de pagamento, segurança falida, saúde em má situação… Então o que é preciso é recuperar com gestão, equilíbrio fiscal, coragem para fazer o equilíbrio fiscal”.         

E mais: “A candidatura que nós estamos reúne forças, forças que por um acaso tem dentro os partidos que reúnem pessoas que tem um passado e sobrenomes que são conhecidos na política do Rio grande do Norte”.

“Acordão de que? Não tem acordão. O que tem é uma aliança em benefício do Rio Grande do Norte”, concluiu.  

Palanque com Rosalba Ciarlini

Falou sobre o desconforto em ocupar o palanque com a prefeita Rosalba Ciarlini (PP), que segundo a imprensa do estado, para apoiar Carlos Eduardo Alves vetou o projeto de reeleição do senador.

Isso nunca existiu. Em nome da verdade eu retiro a altura essa história de dizer que a retirada de minha candidatura teve a imposição de A, B ou de C, até porque eu estou abrindo mão de uma cosia que só eu poderia abri mão de uma candidatura ao senado para trazer um segmento politíco e um partido novo. Essa foi a razão que eu declarei, Ninguém tem duvidas emrelação a isso, foi um ato voluntário meu. Se algumas pessoas interpretam como uma imposição essas pessoas estão redondamente enganadas”.

O que eu fiz foi dá uma contribuição para uma candidatura que eu desejo ser vitoriosa se fortalecesse, ganhasse em benefício da recuperação do estado. Todo o resto é especulação e conversa”.

Do Senado para a Câmara Federal

Quando perguntado sobre deixar o senado da República para concorrer a uma vaga a Câmara Federal o senador se mostrou confiante e bastante confortável com a mudança.

Não é demérito nenhum em concorrer a uma vaga na Câmara. Depois de quarenta anos de vida pública com a experiência que tenho, com os conhecimentos que tenho, com a credibilidade, me permita dizer, que eu desfruto em Brasília o mandado parlamentar, deputado ou senador, me darão legitimidade para continuar a trabalhar pelo estado. O que eu vou continuar tendo é a legitimidade de um mandato, se foi senador ate agora e será de deputado daqui pra frente, isso pouca diferença fará para o interesse do Rio Grande Norte. Em jogo não está o meu interesse, em jogo está o interesse do Rio Grande do Norte do qual eu não abro mão”.